quinta-feira, 27 de setembro de 2012

'ADEUS, LULA'

Transcrevo o esplêndido artigo de MARCO ANTONIO VILLA publicado no Globo desta terça-feira. É um texto que eu gostaria de ter escrito:

A presença constante no noticiário de Luís Inácio Lula da Silva impõe a discussão sobre o papel que deveriam desempenhar os ex-presidentes. A democracia brasileira é muito jovem. Ainda não sabemos o que fazer institucionalmente com um ex-presidente. Dos quatros que estão vivos, somente um não tem participação política mais ativa. O ideal seria que após o mandato cada um fosse cuidar do seu legado. Também poderia fazer parte do Conselho da República, que foi criado pela Constituição de 1988, mas que foi abandonado pelos governos ─ e, por estranho que pareça, sem que ninguém reclamasse.
Exercer tão alto cargo é o ápice da carreira de qualquer brasileiro. Continuar na arena política diminui a sua importância histórica ─ mesmo sabendo que alguns têm estatura bem diminuta, como José Ribamar da Costa, vulgo José Sarney, ou Fernando Collor. No caso de Lula, o que chama a atenção é que ele não deseja simplesmente estar participando da política, o que já seria ruim. Não. Ele quer ser o dirigente máximo, uma espécie de guia genial dos povos do século XXI. É um misto de Moisés e Stalin, sem que tenhamos nenhum Mar Vermelho para atravessar e muito menos vivamos sob um regime totalitário.
As reuniões nestes quase dois anos com a presidente Dilma Rousseff são, no mínimo, constrangedoras. Lula fez questão de publicizar ao máximo todos os encontros. É um claro sinal de interferência. E Dilma? Aceita passivamente o jugo do seu criador. Os últimos acontecimentos envolvendo as eleições municipais e o julgamento do mensalão reforçam a tese de que o PT criou a presidência dupla: um, fica no Palácio do Planalto para despachar o expediente e cuidar da máquina administrativa, funções que Dilma já desempenhava quando era responsável pela Casa Civil; outro, permanece em São Bernardo do Campo, onde passa os dias dedicado ao que gosta, às articulações políticas, e agindo como se ainda estivesse no pleno gozo do cargo de presidente da República.
Lula ainda não percebeu que a presença constante no cotidiano político está, rapidamente, desgastando o seu capital político. Até seus aliados já estão cansados. Deve ser duro ter de achar graça das mesmas metáforas, das piadas chulas, dos exemplos grotescos, da fala desconexa. A cada dia o seu auditório é menor. Os comícios de São Paulo, Salvador, São Bernardo e Santo André, somados, não reuniram mais que 6 mil pessoas. Foram demonstrações inequívocas de que ele não mais arrebata multidões. E, em especial, o comício de Salvador é bem ilustrativo. Foram arrebanhadas ─ como gado ─ algumas centenas de espectadores para demonstrar apoio. Ninguém estava interessado em ouvi-lo. A indiferença era evidente. Os “militantes” estavam com fome, queriam comer o lanche que ganharam e receber os 25 reais de remuneração para assistir o ato ─ uma espécie de bolsa-comício, mais uma criação do PT. Foi patético.
O ex-presidente deveria parar de usar a coação para impor a sua vontade. É feio. Não faça isso. Veja que não pegou bem coagir: 1. Cinco partidos para assinar uma nota defendendo-o das acusações de Marcos Valério; 2. A presidente para que fizesse uma nota oficial somente para defendê-lo de um simples artigo de jornal; 3. Ministros do STF antes do início do julgamento do mensalão. Só porque os nomeou? O senhor não sabe que quem os nomeou não foi o senhor, mas o presidente da República? O senhor já leu a Constituição?
O ex-presidente não quer admitir que seu tempo já passou. Não reconhece que, como tudo na vida, o encanto acabou. O cansaço é geral. O que ele fala, não mais se realiza. Perdeu os poderes que acreditava serem mágicos e não produto de uma sociedade despolitizada, invertebrada e de um fugaz crescimento econômico. Claro que, para uma pessoa como Lula, com um ego inflado durante décadas por pretensos intelectuais, que o transformaram no primeiro em tudo (primeiro autêntico líder operário, líder do primeiro partido de trabalhadores etc, etc), não deve ser nada fácil cair na real. Mas, como diria um velho locutor esportivo, “não adianta chorar”. Agora suas palavras são recebidas com desdém e um sorriso irônico.
Lula foi, recentemente, chamado de deus pela então senadora Marta Suplicy. Nem na ditadura do Estado Novo alguém teve a ousadia de dizer que Getúlio Vargas era um deus. É desta forma que agem os aduladores do ex-presidente. E ele deve adorar, não? Reforça o desprezo que sempre nutriu pela política. Pois, se é deus, para que fazer política? Neste caso, com o perdão da ousadia, se ele é deus não poderia saber das frequentes reuniões, no quarto andar do Palácio do Planalto, entre José Dirceu e Marcos Valério?
Mas, falando sério, o tempo urge, ex-presidente. Note: “ex-presidente”. Dê um tempo. Volte para São Bernardo e cumpra o que tinha prometido fazer e não fez. Lembra? O senhor disse que não via a hora de voltar para casa, descansar e organizar no domingo um churrasco reunindo os amigos. Faça isso. Deixe de se meter em questões que não são afeitas a um ex-presidente. Dê um bom exemplo. Pense em cuidar do seu legado, que, infelizmente para o senhor, deverá ficar maculado para sempre pelo mensalão. E lá, do alto do seu apartamento de cobertura, na Avenida Prestes Maia, poderá observar a sede do Sindicato dos Metalúrgicos, onde sua história teve início. E, se o senhor me permitir um conselho, comece a fazer um balanço sincero da sua vida política. Esqueça os bajuladores. Coloque de lado a empáfia, a soberba. Pense em um encontro com a verdade. Fará bem ao senhor e ao Brasil.

FLÁVIO DINO DIZ QUE O DINHEIRO DE ESTREITO FOI DESVIADO E APLICADO NA CORRUPÇÃO

Flavio Dino em comício de Verbena Macedo em Estreito-MA
O Presidente da EMBRATUR Flávio Dino (PCdoB) participou ontem à noite (25/09) de comício da Coligação “Estreito não pode parar” que tem como candidata a empresária Verbena Macedo (PDT).

O comício foi precedido de histórica caminhada pelas ruas da cidade de Estreito que contou com a participação de lideranças estaduais e nacionais, dentre as quais o Prefeito de Porto Franco Deoclides Macedo, a Deputada Estadual Valéria Macedo, o Deputado Estadual Bira do Pindaré, além de várias outras lideranças.

Flávio Dino era a grande atração do comício, pois na última eleição em que foi candidato a Governador foi o mais votado do município com quase 5 mil votos, seguido pelo ex-governador Jackson Lago. 

Cicin, candidato de Roseana
Dino disse no comício na Avenida Tancredo Neves que o candidato da Governadora Roseana Sarney, do 15, nas eleições estaduais passadas ficou em último lugar e que enquanto os apoiadores de Verbena são apresentados ao eleitorado de Estreito a apoiadora de Cicin, que é a Governadora Roseana Sarney, não aparece e nem é apresentada. Dino referia-se ao fato de Cicin esconder do povo seus padrinhos políticos, dentre os quais a Governadora Roseana Sarney. 

Em seu discurso Flávio Dino disse que “ouvi todos os oradores falando, que tem um candidato que é dindim, que tem o dinheiro, que é o Cicin. E ouvi todos os oradores dizendo que ele tem juiz, que ele tem carro, que ele tem dinheiro,  que ele tem empresa, ele só não tem é voto”.

Não tenham medo de mudar, não tenham medo do futuro, não tenham medo da esperança, não tenham medo do futuro, a Verbena Macedo tem apoio das principais lideranças do Maranhão, quando a Verbena for prefeita, eu vou levar a Verbena em todos os ministérios da presidenta Dilma para garantir os recursos para a cidade de Estreito, eu sou o único maranhense que foi escolhido para trabalhar com a  presidenta Dilma que não faz parte da oligarquia Sarney”, disse o comunista.
Prefeito de Estreito, Zequinha Coelho
Flávio Dino acrescentou que “o Estreito não estar do jeito que estar não é por falta de dinheiro, o ano passado o governo federal mandou para o Estreito 36 milhões de reais, somente  o governo federal. Só para a Educação vieram 14 milhões, e onde está esse dinheiro minha gente? Esse dinheiro foi desviado, foi aplicado na corrupção e agora esse mesmo dinheiro eles querem usar para enganar o povo comprando voto, mas o povo do Estreito não vai aceitar essa enganação”.
“O povo do Maranhão precisa mudar o Maranhão para que, todas as vezes que agente liga o jornal nacional ou no fantástico é pra ver noticia ruim do Maranhão. Agora estar tendo uma epidemia em Balsas por falta de vacina, que vocês sabem que existe. Mas onde está o dinheiro que não foi usado para comprar vacina, para evitar que o povo adoeça e morra. É isso que o candidato do 15, o candidato da Roseana, o 15, tem que vir aqui no palanque e explicar onde foi o dinheiro de Estreito e do povo do Maranhão.
Então nós vamos mudar o Maranhão e a Verbena não vai ser prefeita de oposição, pois nós seremos governador desse Estado e ela vai governar junto comigo, eu no Palácio em São Luiz e ela aqui em Estreito”.
Em seu discurso Flávio acrescentou que seu pai Sálvio Dino como deputado estadual foi o autor do projeto de lei de criação do município. E que isso o vincula muito fortemente o município.
Ao final disse que o povo de Estreito em 2010 votou pela mudança, pela esperança de dias melhores e que agora fará o mesmo votando na Verbena Macedo do PDT. Com a palavra, sua Excelência o (e)leitor.

JACARÉS PREDADORES QUEREM TRANSFORMAR A LINDA PORTO FRANCO NA REPÚBLICA DA FORTALEZA DOS NOGUEIRAS

As eleições de Porto Franco de 2012 têm revelado coisas inusitadas para os padrões portofranquinos, como se fosse ainda vivo diria o saudoso Caetano Costa.
Práticas velhas (distribuição de cestas, produtos de beleza, telhas, tijolos, promessas de empregos, etc.) disseminadas em muitas plagas maranhenses estão objetivando reconduzir o grupo do ex-prefeito Josimar Nogueira da Silva, mas conhecido como “Fia Nogueira” na direção do município. Fia governou de 2001 a 2004, e estes anos de chumbo ainda são bem nítidos na memória política e administrava de Porto Franco. Em outra palavras, todas as práticas mais atrasadas da política são os principais instrumentos de fazer política do candidato Nelson Horácio.
Agora trouxeram para Porto Franco até as ideias da fábula da revolução dos bichos da obra de George Orwell, a qual fazia uma dura crítica ao totalitarismo soviético da época.
Na revolução dos bichos de Porto Franco se autobatizaram de “jacarés” e criticam o Prefeito Deoclides Macedo de ditador e se não bastasse isso, já falam até em “oligarquia dos Macedo”, em razão do mandato da Deputada estadual Valéria Macedo (PDT), da candidatura favorita de Verbena Macedo (PDT) em Estreito e obvio do próprio mandato de Deoclides Macedo, em Porto Franco (PDT). Leia mais no Blog do Holden Arruda.

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Imperatriz e Porto Franco duas administrações bem sucedidas, e Estreito uma administração desastrosa?


Sebastião Madeira
Podem-se discutir vários aspectos relativos às administrações do Prefeito Sebastião Madeira (PSDB), em Imperatriz, e do Prefeito Deoclides Macedo (PDT) em Porto Franco, menos dizer que elas não foram administrações exitosas para as populações e para os próprios municípios.

Deoclides Macedo
Por outro lado, pode-se dizer o que quiser menos a realidade empírica da gestão do Prefeito de Estreito Zequinha Coelho (PSD) de que sua administração foi marcada pelo ineficácia das políticas sociais e na infraestrutura. 

Zequinha Coêlho
Uma administração que é um desastre sem tirar nem por qualquer coisa. Um exemplo do que não se deve fazer na administração pública.

Imperatriz a metrópole do Maranhão do Sul

Em Imperatriz a administração do atual prefeito e candidato a reeleição Madeira foi exitosa especialmente na parte da infraestrutura da cidade, com várias ruas e bairros que receberam benefícios de asfaltamento e outras obras de infraestrutura.

No setor dos negócios Madeira acabou o entrave existente para que grupos empresariais chegassem ao município sem nenhum tipo de estorvo legal ou não. Empresas se instalaram por estas bandas, dois shoppings centers Tocantins Shopping e o Imperial Shopping que tornam a cada dia Imperatriz uma cidade muito mais moderna e atraente para as novas classes sociais ávidas por consumo e bem estar social.

Confirma também as análises de crescimento deste setor em cidade médias do Brasil superando os investimento nos grandes centros, já bem atendidos por shoppings centers.
No setor imobiliário inúmeros investimentos estão  sendo realizados sem nenhum embargo legal, burocrático ou empresarial por parte do município ou do Prefeito Madeira.

Enfim, o ambiente de negócios em Imperatriz melhorou muito na gestão do Prefeito Madeira que não tem nenhuma ligação profissional com o setor empresarial nem mesmo na sua atividade de origem que é a medicina. Madeira mesmo na medicina é muito mais ligado ao setor público e à saúde pública. 

Os setores sociais foram trabalhados mais carecem num segundo mandato de serem transformados em prioridade das prioridades.

Na área de serviços os avanços são substantivos com o curso de medicina autorizado para Universidade Federal do Maranhão em Imperatriz e mais recentemente o Curso de Medicina na Universidade Ceuma que funcionará em Imperatriz. O Ceuma como universidade pode criar o curso para um Campus em Imperatriz que funcionará a partir de 2013 segundo notícias recentes veiculadas na cidade. 

Enfim, Imperatriz vive uma espécie de lua de mel econômica em termos de crescimento, de investimentos e de consumo. 

Claro que os problemas mais fecundos do município ligados à infraestrutura e aos serviços públicos muito carecem de aprimoramentos e investimentos, mas essa é tarefa do segundo mandato que o Povo certamente dará ao Prefeito Madeira.

Registre-se o grande investimento Para um projeto gigantesco, cifras elevadas. A Suzano investe R$ 5,8 bilhões em Imperatriz - quase três vezes o PIB do município, de R$ 2 bilhões em 2009, segundo os dados mais recentes do IBGE.

Com a Suzano, a cidade atrai outros investimentos. Pelo menos três multinacionais fornecedoras da companhia se instalarão na cidade.

Porto Franco a Agroindústria do Mapito 

Em Porto Franco Deoclides Macedo realizou uma transformação profunda. Há dois marcos históricos do município de Porto Franco: um antes de 2005 e outro depois de 2005, com as duas administrações bem sucedidas do prefeito empreendedor Deoclides Macedo de 1.º/01/2005 até 31/12/2012. 

Porto Franco continua uma cidade pequena, mas certamente o município com os melhores indicadores sociais e econômicos da chamada região da Chapada das Mesas e do Maranhão do Sul. 

Tem um dos melhores sistemas públicos de saúde, um setor educacional bem estruturado, inclusive com a segunda escola de tempo integral do estado (a primeira é no município de São José de Ribamar).  Um Distrito Agroindustrial com inúmeras empresas instaladas sem nenhum estorvo e com facilitações e incentivos fiscais para instalação.

As políticas sociais de geração de trabalho e renda em Porto Franco são muito expressivas, especialmente com a chegada da ABC Inco no Distrito Agroindustrial. 

A infraestrutura e a logística urbana e rural do município são de causar surpresa a qualquer pessoa que vive noutro município da região.

Porto Franco desde 2005 vem atraindo empresas, dentre as quais o grupo Algar Agro que escolheu o município para construção de uma unidade de armazenamento e esmagamento de soja de 200 milhões de reais.

Inaugurada em 2007 com capacidade de esmagar 480.000 toneladas por ano, a fábrica mudou a vida do lugar. Desde então, Porto Franco vem consolidando o seu distrito agroindustrial às margens da ferrovia, que além da Algar Agro, já conta com unidades da Cargill, da Bunge e da Ceagro.

A instalação do pólo agroindustrial em Porto Franco tem impulsionado a economia local e regional. O processamento da soja ajuda a desenvolver também atividades como a pecuária e a avicultura.

A Algar Agro, que é uma empresa de agronegócios do Grupo Algar com sede em Uberlândia, inaugurou a primeira refinaria e envase de óleo de soja de capital exclusivamente nacional da região Nordeste. A unidade está localizada no polo agroindustrial de Porto Franco, na região sul do Maranhão, e foi construída com um investimento de R$ 70 milhões. A planta, com capacidade de produzir 5,5 milhões de caixas de óleo/ano, gera cerca de mil empregos diretos e indiretos.
A partir da refinaria de Porto Franco, a Algar Agro realizará a distribuição do óleo de soja da marca ABC para estados do Norte e Nordeste do país. A planta é a segunda refinaria da empresa. A primeira, localizada em Uberlândia, é responsável pela liderança da marca ABC em Minas Gerais e garante presença do produto no Espírito Santo, São Paulo e Rio de Janeiro.

Com a nova refinaria, a Algar Agro atingirá toda a região norte e nordeste o que deve posicionar a empresa como a terceira ou quarta maior do Brasil no setor. A refinaria da Algar em Porto Franco começou a operar em 2007.

Estreito a Capital Tocantina da Energia Elétrica 

A cidade de Estreito, que fica localizada a 130 quilômetros de Imperatriz, é uma das cidades mais importantes do Estado, bem como a principal porta de entrada da região Norte de quem vem do Centro-Oeste do Brasil, do sul e do sudeste.

Apesar da importância do Estreito, que teve sua economia turbinada em razão da instalação da CESTE e a construção da Hidrelétrica de Estreito, muitos problemas simples e administrativos ainda assolam o município, que teve um PIB extremamente elevado pelas empresas que se instalaram mesmo antes do início da barragem, que já está em seu terceiro ano de operação.

Estreito um retrado cruel do abandono administrativo

Quem anda no município de Estreito, todavia, depara-se tanto na zona urbana como na rural (17 assentamentos) com cidade completamente devastada e uma completa ausência do poder público. As ruas cheias de buracos, uma cidade com uma limpeza urbana precária, a entrada da estrada sem qualquer infraestrutura digna de uma metrópole com vocação regional.

As políticas sociais todas completamente deficientes e tratadas sem o zelo que a saúde, a educação, a assistência social e a geração de trabalho e renda merecem. 

A administração pública municipal é sinônima de abandono da cidade e da zona rural. Os 17 Projetos de Assentamentos e suas populações estão jogados a própria sorte com toda espécie de carências sociais e de infraestrutura. 

A entrada da cidade, isto é, o chamado Trevo da cidade é uma imagem desoladora de desorganização, um cartão postal que diz de plano a situação em que se encontra a infraestrutura e alto estima da cidade. 

A Porta de Entrada de Estreito e do Maranhão passa para os transeuntes uma imagem péssima do ponto de vista urbano e logístico da cidade. 

A imagem que se tem da cidade no primeiro momento é exatamente a primeira imagem que fica, apesar da elevação dos impostos, a população ainda não recebeu a benfeitoria gerada pelo crescimento, não somente pelo asfalto, mas em todos os serviços essenciais para o funcionamento dos serviços públicos.

Em um discurso recente feito pelo atual prefeito, que preferiu não concorrer à reeleição, Zequinha Coelho culpou a oposição pelos estragos no município, que segundo ele tem apenas uns “buraquinhos”, mas logo estaria sendo resolvido. O prefeito - apesar de toda a problemática estrutural do município - qualificou como “falácias” a questão dos buracos e a péssima infraestrutura do município, como se eles não existissem. 
 Os grandes investimentos na hidrelétrica propiciaram sem dúvidas muitos benefícios, sobretudo a produção de energia elétrica. Enormes igualmente foram os danos ambiental e social. E do ponto de vista dos benefícios para a população isso não aconteceu. Pode-se dizer que os investimentos feitos em Estreito, os impostos pagos pelos serviços não internalizaram benefícios para a infraestrutura da cidade e muito menos para a população do município. 
 A hidrelétrica de Estreito é um exemplo de que não é suficiente o investimento de capital privado para trazer desenvolvimento e internalizar benefícios sociais para a população. Essas coisas dependem de quem gere o município, vez que a lógica do mercado maximização os benefícios econômicos o que fez muito bem o Consórcio de empresas que construiu a Hidrelétrica de Estreito. Alguns poucos lucraram muito, os impostos que o município teria direito não se sabe o que ocorreu com eles, apenas que não se revestiram em benefícios para a coletividade. 
Para os pescadores, pequenos produtores rurais, restaram os danos ambientais, os alagamentos da represa, prejuízos os mais diversos e nenhum benefício prático decorrente deste mega investimento do setor elétrico do Brasil. Estreito ganhou uma hidrelétrica, mas não aproveitou esse processo para ganhos efetivos para a infraestrutura do município e benefícios sociais para a população.
 As práticas da administração pública municipal atual e o processo como se revelou este investimento demonstram o não desenvolvimento, a exploração dos recursos naturais e o crescimento da atividade energética para o país sem internalização de vantagens para as classes mais carentes da população. É o chamado crescimento econômico sem distribuição de renda e de benefícios para a população. 

CONTAGEM REGRESSIVA: IMPERIAL SHOPPING SERÁ INAUGURADO DAQUI A DOIS DIAS


Imperatriz vai ganhar, no próximo dia 27 de setembro, quinta-feira, o mais moderno centro de compras da região tocantina: o Imperial Shopping Center. Todos os preparativos já estão prontos, e as lojas abrirão com promoções e novidades para agradar os clientes. A construção do shopping começou em junho de 2010. Durante este período foram gerados cerca de 900 empregos diretos e indiretos. A previsão é de que, após a inauguração, esse número cresça para 1.800 postos de trabalho.

O Imperial possui uma área de 64.000m², é totalmente climatizado, conta com 1511 vagas de estacionamento, praça de eventos, jogos e alimentação, 10 lojas âncoras e semiâncoras, 176 lojas satélites, 23 quiosques, 5 salas de cinema (sendo 2 salas em 3D). O conceito do empreendimento é de shopping regional, pois além de atender ao público da cidade, ele vai servir às 49 cidades da região sul do Maranhão, além daquelas mais próximas no estado do Tocantins.

O Imperial Shopping apresenta uma identidade inovadora e irá proporcionar as melhores condições para o lojista destacar-se no mercado, oferecendo um visual moderno aliado ao conforto e à comodidade. A estrutura do empreendimento segue o nível nacional, com espaço que oferece entretenimento e conforto nas compras, com o objetivo de deixar lojistas e clientes satisfeitos.

O público imperatrizense pode esperar muitas novidades e várias opções de lazer e entretenimento para toda a família. Durante todo o ano, o Imperial Shopping promete movimentar a cidade com inúmeras atrações na praça de eventos.

Um dos grandes diferenciais do novo shopping é o seu horário de funcionamento e o mix de lojas. O shopping funcionará de segunda a sábado de 10h às22 horas. No domingo, o fastfood abrirá do meio dia às 22h e as lojas das 14 h às 20h.

O centro de compras é de responsabilidade da Franere. A empresa desenvolveu a obra para aproveitar o potencial doconsumo da região, que vem se beneficiando com o surgimento de indústrias,como é o caso da Suzano, além do crescimento do mercado imobiliário e da construção civil.

Para Marcos Regadas Filho, diretor executivo da Franere, o Imperial chegapara somar e fortalecer ainda mais a economia local. “O Imperial Shopping será para Imperatriz e região um importante marco comercial, arquitetônico e social, contribuindo para a modernização da cidade”. Assessoria de Imprensa.