terça-feira, 26 de julho de 2016

SEGUNDO NEW YORK TIMES, 'RIO-16' JÁ É UMA CATÁSTROFE


Vista aérea do Parque Olímpico no Rio de Janeiro
Crise financeira, estado de calamidade pública, não finalização das obras para as competições e de infraestrutura, preocupação com surto de Zika vírus, violência e falta de informações para os turistas. Estes são alguns dos motivos listados pelo jornal norte-americanoThe New York Times nesta sexta-feira para declarar que os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, em agosto, já são um fracasso. 

Segundo Vanessa Barbara, colaboradora do periódico e colunista do Estado, o Rio de Janeiro não está pronto para receber o evento. Em visita recente à cidade, a brasileira escreve que a próxima sede da Olimpíada "é um enorme canteiro de obras. Tijolos e encanamentos estão empilhados em todos os lugares; poucos preguiçosos trabalhadores puxam carrinhos de mão como se os Jogos estivessem agendados para 2017. Ninguém sabe no que as obras se transformarão, nem mesmo as pessoas trabalhando nelas".

Por falta de licença ambiental, a construção da arena do vôlei de praia em Copacabana teve de ser interrompida. Depois disso, a estrutura já erguida foi danificada pelas ondas. Hoje, "ela protege ladrões e turistas então sendo roubados atrás dela. Um trabalhador disse ter visto um homem ser esfaqueado por ali e me aconselhou a ficar longe". 

Mais do que os problemas estruturais, o Rio também enfrenta problemas políticos e administrativos. Segundo o jornal, muitas das obras não servirão tão bem à população após a realização da Olimpíada. "Seis estações foram feitas em uma linha de metrô que conecta a rica vizinhança à beira da praia com o Jardim Oceânico, uma parada perto do Parque Olímpico. Mas a maioria dos moradores do Rio preferiria ver a construção de uma linha diferente, que conectasse o centro da cidade aos municípios menos chiques de Niterói e São Gonçalo, onde muitos trabalhadores vivem, e que custaria metade do preço", detalha The New York Times.

Outro problema com as pessoas das classes mais pobres seria a falta de informações sobre desapropriações. Segundo dossiê do Comitê Popular da Copa e das Olimpíadas do Rio de Janeiro, cerca de 4.120 pessoas foram realocadas em função dos Jogos. Ainda de acordo com o relatório, "em todos os casos, as retiradas aconteceram sem o acesso dos residentes a informações ou com a ausência de discussões públicas sobre os projetos de urbanização". 

Além da desapropriação de algumas casas, a cidade também enfrenta um processo de limpeza de moradores de rua. "Policiais os estão forçando para fora das calçadas e os arrastando para abrigos imundos para 'limpar' as ruas antes da chegada dos turistas. As remoções geralmente acontecem às três das manhã com a ajuda dos cães e até da cavalaria policial", descreve Barbara. 

Os Jogos Olímpicos de 2016 estão perto de fechar um longo ciclo de eventos internacionais na cidade, iniciado nos Jogos Pan-Americanos de 2007. Na sequência, o Rio também sediou os Jogos Mundiais Militares de 2011, a Copa das Confederações de 2013 e a Copa do Mundo de 2014. Mesmo que ainda não estejam definidas as sedes, a capital carioca também deve receber algumas partidas da Copa América de 2019. 

A violência não fica fora dos empecilhos para a realização dos Jogos no Rio de Janeiro. Nesta sexta-feira, uma carreta que carregava equipamentos que seriam utilizados na Olimpíada por duas emissoras de televisão alemãs foi assaltada na Av. Brasil. No meio do último mês de junho, dois integrantes da delegação paralímpica australiana foram assaltados a mão armada. Em maio, ao lado de dois companheiros, o velejador espanhol e medalhista olímpico Fernando Echavarri foi roubado por cinco jovens armados no Rio.

Outra grande preocupação que parece ameaçar o maior evento esportivo do mundo é o surto de Zika vírus no Estado. A disputa de golfe, que retornaria ao programa olímpico após 112 anos, pode ser cancelado devido à debandada de atletas justamente pelo risco de contaminação. 

O jornal nova-ioquirno lembra de uma carta aberta escrita por 150 médicos e cientistas pedindo para que a Olimpíada fosse adiada ou cancelada devido aos riscos com o Aedes aegypt. "No Brasil, essas preocupações geralmente são vistas com deboche. Primeiro, agosto está no meio do inverno, então o tempo será mais frio e seco, o que significa menos mosquitos. Segundo - e mais importante - o vírus parece ser uma problema menor: de acordo com um cálculo, uma mulher no Rio corre dez vezes mais risco de ser estuprada do contaminada por Zika." (do Estadão).

quarta-feira, 13 de julho de 2016

TRAVESSIA DA BR, “AGORA VAI", GARANTE DEPUTADO DAVI JÚNIOR


            Davi Júnior, com o Ministro Mauricio Quintela em audiência no dia 14 de junho.

Em conversa ontem via WhatsApp com este jornalista, o deputado Davi Júnior (PR), disse que tem uma boa notícia no aniversário de Imperatriz, pois desde que assumiu na Câmara que está lutando para destravar a obra da Travessia Urbana de Imperatriz. “ Essa é a minha bandeira hoje e graças a Deus Imperatriz vai ter uma notícia boa: agora a Travessia Urbana vai sair do papel”, garantiu.

Segundo Davizinho esse ano ainda vai consegui liberar o valor de 11.000.000,00 milhões de reais para a CEMAR retirar os postes de energia e recolocá-los depois nos locais exigidos pela obra. “Esse é o primeiro passo para a realização desse sonho”, disse Davizinho garantindo que ano que vem “se Deus quiser”, conseguirá 40 milhões para o início da tão sonhada travessia urbana de Imperatriz.

domingo, 10 de julho de 2016

ASSASSINATO DO PROFESSOR IRON COMPLETA 3 ANOS IMPUNEMENTE

SERÁ QUE ESSE CRIME É MAIS UM QUE VAI PARA O ROL DA IMPUNIDADE EM IMPERATRIZ?
Professor Iron Vasconcelos

A cidade de Imperatriz é célebre em crimes que não dão em nada, ou seja, vão para a longa lista da impunidade no Maranhão. Caso Renato Moreira, Caso Ezir, Sequestro e desaparecimento do Maestro, Assassinato do Advogado Waldecy Rocha, entre outros que se formosa enumerar, não haverá espaço suficiente na coluna... Mas vamos a um dos mais recentes, o assassinato do professor Iron Vasconcelos, ocorrido em 10 de Julho de 2013, que completa hoje 3 anos. Desde o assassinato a polícia anunciou investigações, mas nunca revelou quem são os suspeitos, ninguém foi preso e atualmente não se tem informação sobre andamento do inquérito ou processo.

Delegado Assis Ramos
Durante todo o tempo em que o Delegado Assis Ramos foi Diretor Regional de Segurança esse caso foi prometido uma solução, mas nada, o homem saiu e não conseguiu dar uma resposta satisfatória à sociedade sobre esse sinistro caso.

Depois entrou um delegado especialmente designado para o caso, o secretário de Estado da Segurança Pública, Jefferson Portela veio à Imperatriz e disse numa segunda-feira do dia 16/11/2015, que o Estado ia “dar uma resposta a sociedade” sobre o assassinato do professor. 

Delegado Praxísteles Martins
Durante visita, para participação de um evento sobre a municipalização do trânsito em municípios da Região Tocantina, Jefferson Portela se limitou a dizer que iria discutir esse e outros casos com o novo titular da Regional, Dr. Eduardo Galvão e o caso Iron seria em breve esclarecido.

Portela disse que não só a morte do professor Iron, mas todos os outros crimes seriam discutidos nessa reunião técnica com a Polícia Civil, mas de lá para cá não deu mais nenhuma informação sobre o assunto. 

Secretário Jefferson Portela
Devido a complexidade o Ministério Público solicitou a Secretaria de Segurança Pública uma equipe especial de São Luís para fazer as investigações no entanto depois de vários meses a pasta acabou por nomear o delegado Praxísteles Martins, lotado na regional de Imperatriz, para a missão.

Como disse, o assassinato do professor Iron Vasconcelos é um crimes que mais repercutiram na cidade nos últimos três anos. 

O caso chegou a a ser anunciado como esclarecido pelo então diretor regional de segurança, delegado Assis Ramos, mas depois houve um estranho recuo sobre o assunto. 

Delegado Regional Eduardo Galvão
A apuração do crime e consequentemente a prisão do(s) mandante(s) é dos a certeza de que a pistolagem não mais  prosperará impunemente no Maranhão.


Fica aqui neste domingo, 10 de julho de 2016, tres anos após o assassinato de Iron Vasconcelos,  a nossa cobrança ao Estado do Maranhão, às autoridades de segurança Pública e ao Ministério Público do Maranhão sobre este e outros casos que insistem em permanecer no “Armário de ossos da impunidade" em Imperatriz.

quinta-feira, 7 de julho de 2016

MPF APURA NEPOTISMO E CONTRATAÇÕES "FANTASMAS" EM ESTREITO-MA

Além de  empregar o próprio filho, o prefeito Cicin tem um verdadeiro exército de "fantasmas" na folha de pagamento

O Ministério Público Federal abriu o processo administrativo nº 2.666/2016 para apurar denúncias de crimes contra a administração pública do município de Estreito-MA, que tem como prefeito o empresário Cícero Neco Morais, o “Cicin”.
O MPF se baseia numa representação protocolada dia 20 de junho na Procuradoria da República em Imperatriz por um empresário de Estreito que denuncia que o prefeito Cicin teria cometido crimes como nepotismo e contratação de servidores “fantasmas” para as atividades da Estratégia Saúde da Família - antigo PSF – do município.

“Tem chegado ao conhecimento deste noticiante verdadeiros descalabros no trato com os recursos públicos da saúde do Município de Estreito/MA. Para se ter uma ideia da farra de contratações irregulares neste município, há casos que vão do nepotismo puro e simples em sua forma mais descarada até o emprego de médicos e médicas que residem em outros Estados da Federação e sequer pisam o pé em Estreito. Essa farra com os recursos públicos da saúde tem custado a vida de inúmeras pessoas, principalmente aquelas mais carentes que não possuem condições de procurar assistência médicas em outras localidades. Enquanto isso, pessoas já abastadas desfrutam de polpudos salários sem trabalhar, apenas em razão de compadrio com o atual prefeito Municipal. Nobre Procurador, enquanto o prefeito desvia o dinheiro público distribuindo aos seus apaniguados, o povo padece e morre à míngua”, diz a peça do denunciante.

Nepotismo

Segundo a representação o prefeito Cicin contrariando a Súmula Vinculante nº 13 do STF, que proíbe o nepotismo na Administração Pública brasileira, teria contratado o próprio filho o o médico DHEROLDY RAIMUNDO NUNES MORAIS, recém-formado em Medicina, por uma Faculdade Particular do Estado do Tocantins (ITPAC/ARAGUAÍNA). Segundo a denúncia Dheroldy está exercendo o cargo de médico na unidade básica de saúde – UBS Cibrazem, na sede do município de Estreito, conforme inclusive consta do Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde – CNES (doc. 01).

“Por ser médico da Estratégia Saúde da Família – ESF o caso de nepotismo é bancado com RECURSOS PÚBLICOS FEDERAIS. É a velha prática do paternalismo na política brasileira, qual seja: O USO PRIVADO DE RECURSOS PÚBLICOS”, assinala.

Contratações “fantasmas”

A denúncia segue apontando que além de empregar parente em total descompasso aos princípios da administração pública brasileira e à própria CF/88 o prefeito Cicin emprega verdadeiro exército de médicos fantasmas, que se trabalhassem no município certamente colocariam Estreito entre os municípios com a melhor Saúde pública do Brasil.

Segue ipsis litteres a lista dos “Fantasmas” e a parte principal da peça acusatória:

1. THIAGO RIBEIRO LEAL. Supostamente lotado na Unidade Básica de Saúde – UBS Cristiana Moreira (Unidade Nossa Senhora Aparecida), com carga horária ambulatorial de 40h (quarenta) horas, conforme inclusive consta do Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde – CNES (doc. 02).
Ocorre que o Sr. Thiago Ribeiro Leal reside na cidade de Brasília/DF, inclusive conforme o próprio CNES (doc. 03), o mesmo exerceria a medicina nos municípios de Araguaína/TO, Palmas/TO, Timóteo/MG. Vejam que é quase que humanamente impossível que uma pessoa consiga trabalhar simultaneamente em tantos locais distantes geograficamente entre si.

2. JOÃO VICTOR SANTOS LEAL, residente na cidade de Goiânia/GO, fato este facilmente comprovado pelo acesso à conta que o mesmo mantém na rede social “Facebook”, mas mesmo assim, está “empregado” na Unidade Básica de Saúde Cristina Moreira (Equipe Cristina Moreira), com carga ambulatorial de 40h (quarenta) horas. (Doc. 04).

Consultado ainda o próprio CNES o mesmo João Victor Santos Leal ainda trabalharia nos Municípios de Goiânia, Anápolis e Aparecida de Goiânia, todos do Estado de Goiás (doc. 05). Somando a carga horária que o mesmo diz trabalhar dá um total de 136h (cento e trinta e seis) horas por semana.

É mais uma situação em que salta aos olhos de qualquer pessoa média, que os recursos da saúde do município de Estreito/MA estão sendo escamoteados para uso privado.

3. AMANDA MARA GONÇALVES BASTOS. Médica também recém-formada por uma Faculdade Particular do Estado do Tocantins (ITPAC/ARAGUAÍNA) e que atualmente residente no Estado de São Paulo, aonde estaria estudando para prestar exame de residência médica.

No entanto, não bastasse também a distância da cidade de Estreito, a referida Senhora está “empregada” na Unidade Básica de Saúde Jorge Andrade (Equipe Serafim), com carga horária de 40h (quarenta) horas (docs. 06 e 07).
4. MAGDA GOMES DA COSTA. Médica contrata para atuar no Centro Municipal de Saúde de Estreito (Equipe Areia). No entanto a mesma reside no Município de Araguaína/TO (doc. 08).

Demais disso, compulsando os seus dados registrados no CNES se pode observar que a mesma ainda possui vínculos de trabalho no próprio município de Araguaína/TO e Piçarra/PA (doc. 09). Nesse caso Excelência, parece haver ainda um caso de falsidade ideológica, pois a médica Patrícia Sampaio é quem estaria “cobrindo” os plantões de sua colega.

5. JOSÉ WILSON BEZERRA RODRIGUES. Consta da Folha de Pagamento do Município como Médico Psiquiatra: (Matrícula 2443, CPF. 136.846.393-20, PIS/PASEP 12556129370, admitido em 01/03/2011, com salário de R$ 3.611,00) (doc. 10). No entanto o referido médico jamais foi visto trabalhando para o Município de Estreito. Inclusive, essa certeza se reforça pelos próprios registros do CNES relativo ao referido profissional, já que consta que o mesmo trabalha apenas dos Municípios de Porto Franco e Imperatriz (doc. 11).

Narra ainda o denunciante que: “Esses seis casos escabrosos foram levantados apenas a partir de simples verificação in loco de inúmeras pessoas que sofrem no dia a dia pelo descaso como a saúde pública de Estreito está sendo conduzida.

Mas, se o MPF investigar a partir dos fatos ora narrados e fartamente demostrados com informações públicas acessível a partir da internet, certamente muitos outros casos virão à tona”.

Inclusive, como todos os profissionais acima citados possuem em comum a obrigatoriedade de trabalharem em ambulatório 40h (quarenta) horas por semana, uma simples visita em loco nas UBS’S acima citadas comprovaria a ausência desses profissionais.

Aliado a isso, o próprio perfil que alguns dos médicos ostentam em redes sociais, já deixa claro que os mesmos residem em municípios bem distantes de Estreito/MA, sendo humanamente impossível que esses cumpram a carga horária preconizados para os profissionais da Estratégia Saúde da Família.  

Importante trazer à baila que nos últimos dias, a mídia regional e até mesmo nacional tem dado grande repercussão ao caso de um médico maranhense, que estava cursando especialização na cidade de São Paulo/SP e sorrateiramente era servidor fantasma do Tribunal de Contas do Estado do Maranhão.

Nesse caso, a Justiça agiu rápido, e, não encontrando dinheiro nas contas do referido médico, para ressarcir o erário indevidamente apropriado, já arrestou bens do patrimônio do mesmo, em decisão emblemática e que garante que os tempos mudaram, e mudaram para melhor.

Assim, Excelência, considerando que as situações acima narradas se constituem em diversos ilícitos nas esferas criminal e administrativa, que a princípio possuem direto interesse da União, já que esses profissionais são pagos pelo menos parcialmente com recursos federais para o custeio da Saúde (atenção básica – ESF), os Representem ROGAM e sugerem a Vossa Excelência que adote as seguintes providências, dentre outras que entender pertinentes:

1. Instauração de P.A para averiguar os fatos;

2. Requisição de abertura de Inquérito Policial perante o Departamento de Polícia Federal;

3. Determine diligência de verificação in loco nas UBS’s do município de Estreito/MA, para averiguar os fatos ora trazidos à colação.

4. Ajuizamento de Ação Civil de Improbidade em face dos ora citados, de modo a garantir dentre outros, a devolução dos recursos públicos recebidos indevidamente.

5. “Sigilo” no processamento desta representação, tendo em vista a manutenção da ordem pública e da paz social, assim como o bom andamento do processo. Para que se mantenha ainda a integridade do representante, evitando represálias por parte do atual gestor municipal.

Cicin, sua propaganda de grande gestor e sua máscara que cai

Não é de hoje que parte da imprensa e militantes da blogosfera denunciam o prefeito Cícero Neco com toda sorte de atos que desabonam sua conduta de “Prefeito Empreendedor”, “Melhor Prefeito do Maranhão”, entre outros títulos que o mandatário de Estreito toma para si, o que aos poucos vem sendo demonstrado que o homem não passa de uma grande farsa. A começar pela sua eleição, que os mais bem informados sabem que foi comprada a peso de ouro e que até hoje está sub-judice.

Não é segredo para ninguém em Estreito que Cícero Neco atua como se fosse dono da prefeitura, superfaturando obras e serviços e segundo a boca miúda “pagando com uma mão e recebendo com a outra”.

Porém de todas as denúncias que se faz contra Cicinho em blogs ou jornais, está é a primeira com robustez e que toma o caminho correto na busca da Justiça para pôr fim à mentira e a enganação, comprovando que à frente dos destinos do município de Estreito está um gestor que manipula a opinião pública e comete vários crimes contra a Administração Pública.


O ato de cidadania do denunciante, o qual fazemos questão de manter no anonimato, conforme o mesmo solicitou ao MPF em sua representação, é encorajador. Com certeza, após essa ação e seus desdobramentos, outras representações virão, derrubando finalmente a máscara de Cícero Neco. Matéria deste editor, publicada simultaneamente no Jornal Correio Popular, edição 410, de 08/07/2016.

VALÉRIA MACEDO PEDE AO GOVERNO AJUDA DE CUSTEIO PARA HOSPITAL DE SÍTIO NOVO



Por meio de indicação e pronunciamento, no último dia 28, a deputada Valéria Macedo (PDT) pediu ao Governo do Estado, junto à Secretaria de Saúde do Estado, alocação de recursos para o Hospital Municipal Frei Alberto Bereta, no município de Sitio Novo.
De acordo com a Indicação, trata-se de um hospital recém-inaugurado, que irá beneficiar uma população estimada em 17.700 habitantes, segundo o último censo do IBGE, assegurando o pronto atendimento de saúde aos moradores daquele município, incluindo-se seus 26 assentamentos e dezenas de povoados.
Segundo Valéria, a ajuda de custeio do Governo, é necessária para o funcionamento do referido hospital municipal, a fim de que possa garantir atendimento digno de saúde naquela localidade e proporcionar uma melhor qualidade de vida e saúde para aqueles habitantes.
“É crescente a demanda por assistência de saúde daquela população ali residente, sendo, portanto, de extrema necessidade que sejam alocados recursos para que possa viabilizar o funcionamento a contento do referido hospital, vez que os doentes eram atendidos de forma precária por um hospital particular arrendado pelo município, sendo que os enfermos em condições mais graves eram transferidos para os municípios de Porto Franco e Imperatriz, com deslocamentos precários, às vezes, até em caminhonetes, dificuldades estas que causaram muita dor e angústia aos doentes e seus familiares, resultando até mesmo em perdas de vidas que poderiam ter sido evitadas”, disse Valéria. Assecom/ Dep. Valéria Macedo.


PARA 73% DA POPULAÇÃO POLÍTICO QUE FALA MAL DO ADVERSÁRIO "NÃO TEM PROPOSTA"

Ataque a adversário não rende voto, diz pesquisa


Pesquisa do Datapopular, realizada em 2014, mostra que 73% dos entrevistados acreditam que “um político que fala mal de um adversário” age assim porque “não tem proposta”.
Estamos em 2016, mas os dados da pesquisa Datapopular, de 2014, refletem o comportamento atual do eleitorado brasileiro, sobre tudo do maranhense, destacando o eleitorado de Raposa, onde tenho feito experiências de campo.
Pega mal adotar a chamada “campanha negativa”, aquela que ressalta apenas os eventuais erros e defeitos do oponente. Para 71%, o político que age assim “só está interessado em ganhar a eleição”.
Na pesquisa, apenas um segmento menor endossa esse comportamento. Para 21%, o político estaria “interessado em alertar a população”. Na visão de 18%, “em melhorar a vida das pessoas”.
Segundo o Datapopular, 86% dos entrevistados afirmaram que já insultaram ou falaram mal dos políticos. No entanto, apenas 22% admitem simpatizar com o candidato que ataca o oponente.
Em resumo, quem disputa eleição deve ter cuidado ao atacar, constatou o Datapopular. A pesquisa ouviu 2.016 pessoas em 53 cidades na última semana do mês junho, em 2014.