sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Imperdível! Paço do Zuzinha apresenta hoje projeto Chico Buarque folia


A Fundação Cultural de Imperatriz (FCI) apresenta nesta sexta-feira o projeto Chico Buarque folia, iniciativa do publicitário e um dos diretores da FCI Axel Brito.

Doze artistas irão elaborar uma leitura musical da obra de Chico Buarque, sendo duas músicas cada:

Nenem Bragança, Banda Pilantropia, Marco Dualibe, Jean Rios e Azziz, Leandro, Macedo, Ricardo Lima, Atemi Barros, andre Guido, Professor Ribeiro, Missionários MC e Evandro Tatoo são as feras que estarão lá.

As atrações não param com as leituras musicais: também haverá Exposição fotográfica, com professores de fotojornalismo da UFMA, extraindo imagens dentro da obra de Chico Buarque
E mais:
- Encenação teatral “Os versos de Hollanda” com alunos da UFMA
- Leitura de textos literários de Chico Buarque
- Sorteio de DVD´s
- Premiação sorteada entre os artistas participantes. a) Uma máquina Digital - Feirão dos Móveis b) 300 reais em vale compra na Di Petrus c) 200 reais em vale compra na água de Cheiro.

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Sarney descansa em casa depois de passar mal

Luciana Lima, Agência Brasil ás 17:30 - 26/11/2009


BRASÍLIA - O presidente do Congresso Nacional, José Sarney (PMDB-AP), deixou, há pouco, o Serviço Médico do Senado, onde deu entrada no início da tarde de quinta-feira com quadro de gastroenterite. Ele saiu acompanhado do líder do PMDB no Senado, Renan Calheiros (AL), que tinha ido fazer uma visita.
De acordo com assessores da presidência do Senado, depois de medicado, Sarney foi para casa, onde ficará descansando durante toda a tarde. Ainda não se sabe se ele voltará sexta-feira ao Senado.
A assessoria informou que Sarney foi submetido a exames de sangue, ecografia e raio X, que confirmaram o quadro de gastroenterite. O senador começou a se sentir mal por volta das 11h e foi internado às 12h30. Foi medicado com soro e ficou em observação durante mais de três horas.

"A MISÉRIA MORAL DO PETISMO"!

Em tempos de eleição interna do PT, sobre qual tendência terá a hegemonia do partido no Maranhão, nada como um trecho final do editorial da Folha de SP (20) e este blog aproveita para ilustrar com fotos. Confira:
"A crítica lulista ao 'denuncismo' não é nova. Mas que se faça o elogio da repressão ditatorial varguista, e que se chegue ao ponto de lembrar o impeachment de Collor como exemplo dos possíveis perigos das mobilizações da opinião pública, é algo que revela, lamentavelmente, a miséria moral do petismo - e o tipo de companhias de que depende para a continuidade de seu projeto de poder."

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Campanha 16 dias de ativismo pelo fim da violência contra a Mulher foi aberta ontem de manhã em Imperatriz


O evento contou com a presença de mulheres das mais diversas entidades sociais
A campanha 16 dias de ativismo pelo fim da violência contra as mulheres foi aberta, oficialmente, na manhã de ontem, na Praça de Fátima, pelo prefeito Sebastião Madeira e pela secretária municipal de Políticas Públicas para Mulheres, Maria da Conceição Medeiros Formiga.

Ao abrir o conclave, o prefeito Sebastião Madeira, primeiro gestor deste município a criar uma pasta voltada para as políticas públicas das mulheres, parabenizou a iniciativa da secretária Conceição Formiga, ressaltando que, infelizmente em nossa cidade as mulheres tem sido as maiores vítimas da violência. “A cidade de Imperatriz ainda tem essa chaga que precisa ser erradicada”, observou Madeira.


Ao lado de Conceição Formiga e várias representantes de grupos feministas da cidade, o prefeito Sebastião Madeira discorreu sobre a necessidade dos homens de respeitarem as mulheres, para que também possam ser respeitados e, desta maneira, todos possam viver em constante harmonia. “Espero que os homens de nossa terra não respeitem as mulheres apenas nestes 16 dias da campanha, mas que o façam todos os 365 dias do ano”, concluiu Madeira.

Programação da campanha em Imperatriz

Dia 25 – 08h00 – Caminhada com saída da Delegacia Especial da Mulher até a Praça de Fátima, onde até as 19h00 houve vigília pela liberdade das mulheres contra a violência.

Dia 26 – Das 14h00 às 18h00, Palestra “A implementação da lei Maria da Penha: avanços, desafios e perspectivas”, no auditório da SEMUS. Das 19h00 às 21h00 a mesma palestra no auditório da Unisulma.


Dia 27 – Das 14h00 às 18h00, no auditório do STEEI, exibição do filme Polytechinique – Estudantes das escolas públicas.

Dia 28 – Das 08h00 às 12h00 no Conjunto Vitória, lançamento do programa: Promoção da Saúde e exposição de fotos “Como marca a violência”. Dia 30 – Das 16h00 às 29h00, n Escola Madalena da Canossa, palestra “A implementação da LMP: avanços, desafios e perspectivas”.

A programação prossegue dia 1º de dezembro, das 14h00 às 18h00, no auditório do STEEI, com o seminário “O papel da saúde na implementação da Lei Maria da Penha” e painel “Enfrentamento da feminização da AIDS e a violência contra a mulher”.

Dia 02, no Clube de Mães Nossa Senhora de Fátima, palestra das 09h00 às 12h00.

Dia 3, na UEMA, exposição de fotos e panfletagem.

Dia 5, no calçadão, das 08h00 às 10h00, panfletagem e exposição de fotos.

Dia 6, na Beira Rio, das 16h00 às 19h00, campanha do laço branco: homens pelo fim da violência.

Dia 7, das 06h30 às 08h30, palestra para trabalhadores da Secretaria de Infraestrutura, no auditório do STEEI.

Dia 9, das 14h00 às 18h00, no auditório do Júri do Fórum Henrique de La Rocque, painel “As experiências do Judiciário na implementação da LMP”.

Dia 10, das 14h00, às 18h00, no auditório do STEEI, audiência pública e entrega do prêmio do concurso de redação dos alunos do ensino fundamental das escolas municipais.



terça-feira, 24 de novembro de 2009

Em tempo ainda: Minhas impressões sobre a etapa maranhense da 1ª Conferência Nacional de Comunicação – CONECOM-MA


De maneira quase forçada, o governo do estado convocou e aconteceu semana passada, precisamente nos dias 17 e 18 de novembro, no Convento das Mercês, em São Luís, a etapa estadual da 1ª Conferência Nacional de Comunicação – CONECOM-MA, evento que reuniu representantes da sociedade civil, gestores públicos e de empresários da comunicação, num amplo e acirrado debate na busca de idéias para propor um novo modelo institucional para o setor.


Este escriba estava lá representando o poder público municipal imperatrizense e participei do que considero um momento histórico da mídia brasileira, quando pela primeira vez está sendo aberto no país inteiro um debate público que de fato – esperamos - culmine com a verdadeira democratização do meios de comunicação.
 Mas o tema, como os leitores devem imaginar, não traz um diálogo tão pacífico entre antagônicos. Uma verdadeira queda de braço entre os que querem manter o status quo da mídia e os que querem a democratização desta, baseada em um novo conceito de visão coletiva que vá desde o marco regulatório até a implantação de meios públicos e comunitários, com políticas de fomento.

O resultado desses debates com as propostas que estão sendo aprovadas nas etapas municipais e estaduais, irão desaguar na Conferência Nacional, marcada para os dias 14,15 e 16 de dezembro, em Brasília.

A Conferência maranhense, a desenvoltura dos representantes do governo estadual e o enfrentamento entre os antagônicos

Pouco acostumados com debates, críticas ou enfrentamentos, pode-se afirmar que os representantes do governo estadual se saíram muito bem e até surpreenderam quem pensava que tentariam ali fazer imposições ou jogadas para eleger seus delegados nos três níveis representativos da conferencia.

Por volta de onze horas, o secretário de Comunicação Sérgio Macedo, acompanhado de sua adjunta Carla Georgina e um séquito de funcionários da Secom, abriram a conferencia. Sem estrebuchar começaram ouvindo as críticas dos representantes da sociedade civil que se queixaram da falta de apoio ao evento no sentido de trazer as delegações dos municípios, no que realmente tornou a conferencia um ato quase em sua maioria com representantes da capital, com exceção de Imperatriz que se fazia presente com cerca de oito pessoas e alguns municípios da baixada somando menos de 50 pessoas. De maneira serena Sérgio ouviu as críticas e apenas retrucou durante sua fala dizendo que o governo - que como todos nós sabemos se instalou esse ano através de uma decisão da Justiça Eleitoral -, “pegou o bonde andando”.


O destempero ficou por conta de dois grupos mais radicais liderados pelos empresários da comunicação na pessoa de Kátia Ribeiro (filha do deputado estadual Manoel Ribeiro), o conferencista deles, deputado estadual Joaquim Haickel e pelo pessoal dos sindicatos e algumas organizações mais à esquerda, sob o comando da Central Única dos trabalhadores-CUT. Nada, porém, tão grave que os moderados do poder público - e ai eu me incluo - não conseguissem controlar, ao final apaziguando os ânimos e fazendo com que os contendores guardassem suas energias para a próxima peleja, em Brasília.
Outra surpresa - pelo menos em minha opinião -, foi a palestra do diretor de Jornalismo do Sistema Mirante, Rômulo Barbosa, que fez uma espécie de autocrítica do comportamento da mídia em relação aos direitos do cidadão, chegando inclusive a mencionar casos em que houve flagrante desrespeito do sistema onde trabalha. Segundo ele um cidadão teria sido preso, exposto publicamente como o maior traficante de um determinado bairro de São Luís, sendo que algum tempo depois se descobriu que foi um engano da polícia e conseqüentemente da equipe jornalística que cobriu o caso. Rômulo que também é formado em Direito disse que estará lançando em breve um livro sobre o assunto que foi inclusive objeto de sua monografia.


Entendendo o debate
A luta pela democratização da comunicação é um projeto coletivo que abrange todo o país e como todo o coletivo avança sobre eixos. No caso da Conferência são quatro os eixos de debate:

Eixo 1 – Controle público sobre a comunicação. A Constituição do Brasil começa dizendo que “todo poder emana do povo”. Então isso vale para os três poderes da república – executivo, legislativo e judiciário – e não pode deixar de valer também para o poder de informar. Portanto, cabe à população brasileira orientar e regular os sistemas de comunicação social, criando instrumentos para fazer isso;


Eixo 2 – capacitação da sociedade e dos cidadãos. Para fazer esse controle os cidadão têm que entender a linguagem e os truques da mídia, e descobrir os interesses por trás dos discursos;

Eixo 3 – Política de desenvolvimento da cultura. Só o controle público pode garantir que a prioridade da comunicação social seja o desenvolvimento cultural do país. Só o desenvolvimento cultural é capaz de transformar o Brasil no pólo artístico, científico e econômico mundial que ele pode ser;

Eixo 4 – Reestruturação dos mercados e sistemas. Para ser democrática mesmo a comunicação social deve ser exercida pelo maior número possível de agentes. Para garantir isso o governo federal precisa adotar medidas de estímulo à concorrência, à pluralidade e à capacidade de produção de empresas e entidades, para ampliar e diversificar o mercado.

Finalizando, muito caminho ainda precisa ser percorrido para que possamos ter uma mídia democrática.

O debate apenas começou, sem hora nem dia para terminar.

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Prefeitura proíbe cobrança de taxa a ambulantes


Imperatriz – O ouvidor-geral do município de Imperatriz, Daniel Pereira de Souza, informa que, em decorrência de denúncia a qual os ambulantes da Praça de Fátima estariam sendo sugestionados ao pagamento de uma certa “taxa de funcionamento” para uma entidade de natureza privada, “comunica que a eventual cobrança é indevida vez que somente o ente público municipal poderia fazê-lo, nos termos e nos limites da legislação específica”.
“Nós sabemos que ali (Praça de Fátima) é um espaço público de domínio do município. E só quem poderia fazer qualquer tipo de cobrança em nível de taxa seria o município, através de uma legislação específica”, frisa.
Daniel Souza afirma que “não há nenhuma autorização e determinação do prefeito Madeira para que haja cobranças dessas taxas aos vendedores ambulantes”. “Nós deduzimos que o estava sendo cobrado era irregular, totalmente ilegal. Pois, um espaço público não pode ter a taxa explorada ou cobrada por um particular por uma entidade privada”, disse.
O ouvidor-geral disse que ao ter recebido a denúncia formalizou um documento que desautoriza o pagamento das taxas a qualquer pessoa ou entidade que não tenha a chancela do município de Imperatriz. “Nós alertamos os camelôs para que não façam esse tipo de pagamento, onde ao mesmo pedimos que ao terem feito algum tipo de pagamento neste sentido oficialize a prova na ouvidoria do município para que, imediatamente, sejam encaminhadas providências junto ao Ministério Público”, aconselha.
Daniel Sousa enfatiza que o “espaço público não pode ser comercializado, não pode ser loteado e nem pode ser explorado economicamente e terceirizado por uma entidade que não tem qualquer vinculação com a Secretaria Municipal da Fazenda e o município de Imperatriz. “Fizemos um comunicado de domínio público e afixamos em alguns setores públicos da cidade onde eventualmente estaria acontecendo essa irregularidade”, finalizou.









Bruta é a política‏

ROBERTO ROCHA

Artigo  publicado neste domingo no Jornal Pequeno em que o deputado revela porque as verdadeiras boas notícias para o Maranhão não interessam ao grupo Sarney.

O Maranhão comemora o aumento do seu PIB. Ou melhor, deveria comemorar. Afinal lideramos o crescimento em todo o Nordeste e despontamos com resultados superlativos que nos colocam em segundo lugar dentre todos os estados da Federação. Por que, então, não se soltam fogos para festejar? A resposta é singela: porque esses resultados são um atestado que o país dá, pelo IBGE, do acerto das políticas de desenvolvimento dos governos José Reinaldo e Jackson Lago.

Apenas no ano de 2007, primeiro ano do governo Jackson, nosso PIB cresceu em índices chineses, de 9,1%, um recorde, bastante acima da média nacional que foi de 6,1%.

Como foi possível o Maranhão crescer em governos sabotados pela mídia e por injunções políticas tão adversas? A resposta é simples: trata-se do efeito natural do processo de desprivatização do Estado, pela republicana e saudável alternância de poder.

Esse foi o processo que tão brutalmente foi interrompido pelo golpe judiciário que trouxe de volta o atraso político. Esse mesmo atraso que, dominando as fontes de informação midiática, se apressou a explicar que o crescimento se devia à “dinâmica da economia maranhense”.

Somos mesmo um lugar fora da ordem das coisas. Pois não são os promotores do atraso que agora vêm falar em futuro? Também nisso damos lição de anacronismo. Somos a terra onde os perdedores governam e os oligarcas gabam a democracia. E agora, somos também o único lugar do planeta em que o passado não passa, e ainda se traveste de futuro.

Como estamos submetidos a um governo anacrônico, do ponto de vista político, padeceremos ainda por muito tempo dos efeitos da ilegitimidade original de um poder que é exercido sem base social, sem organicidade com a sociedade, ou seja, distanciado de qualquer cultura cívica onde possam ser construídos territórios de pactuação. O poder sem legitimidade impõe a necessidade de avançar pela força, pela prepotência, entre nós construída através da hegemonia dos meios de comunicação. Aqui, crescer é pecado mortal. Daí porque essa notícia, que foi destacada nos grandes jornais do país, entre nós merecer apenas uma tímida menção projetada como um dado técnico para consumo de economistas.

Perdemos a noção de que vivemos em um estado comprometido por imensos problemas, tatuado em seu tecido social pelas marcas de uma pobreza endêmica, aviltado por uma política de trocas e favores, humilhado por índices africanos de educação. Nada disso importa para um governo autista que, longe de reconhecer e enfrentar os problemas, proclama e exclama vivas para a escola, viva a nossa gente, viva nossa cultura, viva o Maranhão! É um governo muito vivo, cheio de vivaldinos.

A outra boa notícia que o IBGE revela é que vem caindo consistentemente a participação do sudeste do país no PIB nacional. De 1995 até 2007 o Sudeste caiu de 59,1% para 56,4%, mostrando que o país evolui para um maior equilíbrio na participação do bolo da riqueza nacional.

Infelizmente, no nosso caso, o aumento do PIB não se fez refletir em aumento da distribuição da renda. Continuamos disputando com o Piauí o triste título de detentores do pior PIB per capita do país. É essa realidade que temos que enfrentar com coragem e com verdade. Olhando para nossa mazelas e buscando pactuar politicamente as saídas possíveis. Potencial nós temos de sobra. O que nos falta é a condição política que está sufocada pelo jugo de uma dominação arcaica e brutal.

Comente, critique, dê sugestões. Escreva para gabinete@robertorocha.com.br




terça-feira, 10 de novembro de 2009

Insegurança pública em Imperatriz

Presidente do Sindicato dos Policiais Civis do Maranhão, o Simpol, Amon Jessem, denuncia em contundente artigo a insegurança em Imperatriz, onde as maiores vítimas tem sido os jovens.

Veja o artigo, originalmente publicado no site do Simpol, postado por Edmilson Sanches numa página de sua responsabilidade no Jornal Capital e reproduzido aqui:

Imperatriz: a responsabilidade é do Poder Público

É incompreensível que na Cidade de Imperatriz sejam mortos, em média, mais adolescentes do que em São Paulo. São dados estarrecedores que envergonham todos os Governos Estaduais que contribuíram e contribuem para esta situação alarmante.
A fonte do estudo pesquisa é da ONG - Observatório de Favelas e pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) e divulgado nacionalmente pelo Ministério da Justiça, não cabendo a interpretação dúbia de ser uma pesquisa encomendada para culpar qualquer secretário ou dirigente governamental, situação esta, que ocorre quando não se deseja discutir com maturidade e responsabilidade os fatos reais.
A pesquisa encontra-se no site do SINPOL publicada em noticias. Por varias vezes, escrevi e denunciei na mídia que a situação de insegurança e violência vivida no seio da sociedade Imperatrizense é focada num tripé, que poderá ser facilmente resolvida, bastando que para isso, deixem de inventarem soluções inalcançáveis e desprovidas de eficácia. Os dirigentes da policia civil gostam muito de falar e agem lentamente, estão sempre sonolentos e com o freio de mão puxado, quando muito, fingem que não escutam as vozes que vem das praças, das vilas e dos rincões mais distantes, ignorando intencionalmente o grito dilacerante dos mais atingidos, os pobres e os famintos por segurança e cidadania.
Em 2008, ocorreram 120 homicídios em Imperatriz, este ano, pelo badalar dos sinos, o numero será superado (não que eu deseje), urgentemente é preciso criar uma Delegacia de Repressão as Drogas, grande parte dos homicídios em Imperatriz tem relação com o submundo das drogas, e os “especialistas e doutores” da segurança pública no Maranhão fingem que não sabem, é melhor se fingir de morto para comer o c....do coveiro!
O Brasil só sairá da classificação de país de terceiro para o de primeiro mundo quando houver a universalização de energia elétrica, água tratada, saneamento básico e quando a logística de transporte interligar o país de norte a sul, de leste a oeste. Outro item imprescindível para sairmos do terceiro mundo é garantir a boa escola pública para todos os brasileiros, com ensino médio profissionalizante e a garantia de estágio em empresas. Todos os brasileiros de boa escolaridade sabem disso, mas é necessário que a classe política, os Governadores, os Prefeitos e o Presidente da República também saibam, somente 3,5% do orçamento do PAC (Plano de Aceleração do Crescimento) foi aplicado nas obras de infraestrutura, tão importante para o Brasil; é fundamental desvendar essa caixa preta, aonde foi parar o trilhão e sessenta bilhões que a população brasileira pagou de impostos em 2008?
Tenho convicção, que uma delegacia de narcóticos em Imperatriz, com dois delegados, dez investigadores e dois escrivães, duas viaturas descaracterizadas e uma viatura padronizada, bem como um instituto de criminalística equipado para materializar a prova, devendo funcionar (a delegacia) distante da sede da Regional, com isso conseguiremos reduzir significativamente nos quatro primeiros meses, em 30% o numero de homicídios registrados na cidade de Imperatriz, que tenham como origem o tráfico de drogas, não tem mistério, é simples e fácil de resolver, tá faltando competência e gerenciamento, e se não agirem, tenham certeza, muito sangue será derramado, inclusive de inocentes. (Amon Jessen presidente do Sindicato dos Policiais Civis do Maranhão -SINPOL-MA).

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Governo do Estado deveria destinar mais recursos ao Socorrão de Imperatriz, diz Cloves Carvalho



Único hospital de alta resolutividade na região o HMI presta mais de 600 atendimentos diários; 40% são de outros municípios. Recursos são insuficientes para atender à grande demanda regional

O médico Cloves Carvalho, diretor do Hospital Municipal de Imperatriz (HMI), o "Socorrão", concedeu entrevista à reportagem e manifestou preocupação com a grande demanda de pacientes de outros municípios e estados vizinhos que buscam por atendimento especializado em Imperatriz. “Temos empreendido esforços para aperfeiçoar o espaço físico do hospital Socorrão para melhorar o atendimento aos pacientes”, disse.
Para se ter uma ideia da demanda pelos serviços do Hospital da Prefeitura, segundo observa Cloves, basta dizer que aquela casa de saúde recebe pacientes até de Bacabal, que bem poderiam buscar atendimento em São Luís, mais perto do que Imperatriz. O grande problema, assinala o médico, é que a maior parte desses atendimentos é bancado exclusivamente pela Prefeitura de Imperatriz, não havendo nenhum tipo de compensação.
O diretor do Socorrão, indagado pela reportagem “se não seria necessário, antes de recebê-los, fazer uma triagem dos pacientes de outros municípios”, ele observou que seria uma alternativa, pois deveria obedecer os padrões técnicos.
“Deveria, antes de o paciente sair da unidade de referência de atendimento, uma comunicação prévia com a coordenação do Hospital Municipal de Imperatriz para que fossem providenciados leitos a esses pacientes”, explicou.
Cloves Carvalho observa ainda que os primeiros atendimentos básicos, em casos de acidentes automobilísticos, deveriam ser bem feitos nestas unidades, mas a maioria dos pacientes acaba chegando ao Socorrão bastante debilitada.
Ele explicou que a chamada “produção de AIHs” (Atendimento de Internação Hospitalar), embora seja pactuada com o município de Imperatriz, é considerado insuficiente para custear as despesas hospitalares de cada paciente durante o período em que o mesmo permaneceu internado. “Sempre há necessidade de contrapartida pelo município de Imperatriz. É um dinheiro que não interessa, pois os valores são muitos pequenos para custear as despesas”, frisa.


Compensação financeira - Ele defendeu que haja um diálogo com os secretários de Saúde dos municípios atendimentos pelo Hospital Municipal de Imperatriz, como forma de haver uma compensação financeira, com o objetivo de prestar um atendimento de melhor qualidade à comunidade local e da região tocantina. “A hora certa de fazer isso é durante a reunião dos secretários municipais de Saúde com o secretário de Estado da Saúde do Maranhão”, sugere.
Além disso, o médico Cloves Carvalho defende ainda uma sensibilização do Governo do Estado para que faça uma transferência maior de recursos para o setor da saúde pública de Imperatriz. “A cidade de Imperatriz, excluindo a capital São Luís, é o polo de saúde do Maranhão, inclusive atendendo pacientes dos estados do Tocantins e do Pará. Temos que levar esse entendimento até o secretário de Estado da Saúde, pois Imperatriz necessita de aporte de recursos financeiros bem maior para atender a essa grande demanda de pacientes de outros municípios”, defende.
Ele analisou que o Hospital Municipal de Imperatriz presta, diariamente, uma média de 600 a 700 atendimentos, sendo que quarenta por cento dos pacientes são de outros municípios e/ou estados do Tocantins e Pará. “Se houvesse uma demanda menor, girando em torno de 400 atendimentos/dia, prestaríamos, sem dúvida, um atendimento de melhor qualidade à comunidade imperatrizense”, concluiu. (Comunicação)
Municípios atendidos no Socorrão
Açailândia
Amarante do Maranhão
Araguatins (TO)
Arame
Augustinópolis (TO)
Axixá do Tocantins
Bacabal
Balsas
Barra do Corda
Bom Jesus das Selvas
Buriticupu
Buritirana
Campestre do Maranhão
Carolina
Cidelândia
Davinópolis
Estreito
Formosa de Serra Negra
Fortaleza dos Nogueiras
Governador Edison Lobão
Grajaú
Itinga do Maranhão
João Lisboa
Lajeado Novo
Montes Altos
Paragominas (PA)
Porto Franco
Riachão
Ribamar Fiquene
Rondon do Pará
São Francisco do Brejão
São João do Paraíso
São Miguel do Tocantins
São Pedro D’Água Branca
São Pedro dos Crentes
São Raimundo das Mangabeiras
Senador La Rocque
Sítio Novo do Maranhão
Tasso Fragoso
Vila Nova dos Martírios
Totalizando 454 procedimentos de outros municípios e estados atendidos no Hospital Municipal de Imperatriz em setembro passado. (Matéria da assessoria de Comunicação da Prefeitura).

Socorrão tem novo Tomógrafo




Há cerca de duas administrações utilizando equipamento alugado, gastando mensalmente vultosos recursos nesse sentido, o Hospital Municipal de Imperatriz (HMI), ganha um novo tomógrafo.
O ato de entrega do novo aparelho aconteceu sábado,07, com a presença do prefeito de Imperatriz, Sebastião Madeira; do secretário de Saúde, Mamede Magalhães; do secretário de Governo, Carlinhos Amorim; do deputado federal Davi Júnior e de diretores do Hospital.
Em entrevista à imprensa, o prefeito Madeira agradeceu o apoio do deputado Davi, autor da emenda parlamentar que possibilitou a compra do tomógrafo, lembrando que recentemente foi empenhado pelo parlamentar mais um milhão de reais para ser aplicado na pavimentação de ruas da cidade. Madeira também elogiou o trabalho desenvolvido pela direção do Socorrão.
Para o diretor do HMI, Cloves Carvalho, o novo equipamento, além de moderno, vai resultar em uma grande economia para os cofres da prefeitura. Cloves agradeceu o apoio recebido do prefeito e destacou que o novo equipamento irá melhorar a sistematização da realização dos exames de urgência, pois o antigo equipamento era mantido de forma terceirizada ao município de Imperatriz.
Cloves Carvalho enfatiza a grande demanda de exames na área da tomografia computadorizada no Hospital Municipal de Imperatriz. Ele diz ainda que o novo equipamento é de última geração e possui uma definição superior ao tomógrafo anterior. “Em relação ao aparelho antigo, esse é bem melhor, fazendo inclusive alguns exames diferenciados que não eram possíveis no equipamento passado”, explicou.

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Curtas e grossas



O Maranhão paraíso de Roseana Sarney

Contraproducente a propaganda que pretende ser institucional do governo Roseana Sarney. Algum desavisado, que não conheça o Maranhão, ao se deparar com a propaganda vai achar que em breve aqui será um verdadeiro paraíso, com a economia em alta, empregos e muita fartura, jorrando “leite e mel” no estado mais pobre do Brasil.
Ao divulgar os empreendimentos empresarias como Hidrelétrica de Estreito, Aciaria de Açailandia, Refinaria Prêmium de Bacabeira e Suzano de Imperatriz na TV da forma como está sendo feito dá a entender que as obras são uma realização do governo do estado, uma ação de competência da governadora, que está “de volta ao trabalho”. Ao mesmo tempo a propaganda é um atestado de burrice, pois além de desrespeitar a legislação subestima a inteligência do povo maranhense.
Aviltante!


Na contramão da história
Os ruralistas teimam em querer perpetuar o sistema atrasado de criação de gado, ao lutar contra o novo código florestal que limita em 20% a área de desmate. Foi Hilário ver as figurinhas adesistas de Imperatriz fazendo rapapés para o ministro Edison Lobão, que como uma velha raposa felpuda não deu nenhuma declaração sobre o assunto, se é contra ou a favor da reivindicação ruralista.
De bobo Lobão não tem nada!

Zeziel em alta
O secretário de Educação de Imperatriz Zeziel Ribeiro, que foi bastante elogiado pelos vereadores que foram esta semana fazer uma visitinha surpresa á Biblioteca Pública Municipal, que funciona provisoriamente lá no prédio do Bolsa família, na rua Hermes da Fonseca. Quebrou a cara quem pensava em fazer discurso inflamado em cima do assunto!

Não apenas em relação á Biblioteca Pública, mas em todo o restante do lhe diz respeito como gestor da educação municipal, o professor Zeziel Ribeiro - que foi alvo da descrença de alguns ao ser indicado como secretário em janeiro passado – tem demonstrado competência e humildade à frente da pasta que é uma das mais complexas da administração municipal.


terça-feira, 13 de outubro de 2009

Andando para trás

Os principais instrumentos de gestão ambiental em vigor, como o Código Florestal brasileiro, podem ser revogados ou enfraquecidos pela bancada ruralista. Para evitar que isso aconteça, diversas organizações participam de um abaixo-assinado. Acompanhe os impactos desta importante decisão:
Nota das Ongs contra revogação da legislação ambiental brasileira
São Paulo, (SP) — As organizações abaixo assinadas alertam à sociedade brasileira para a gravidade da proposta da bancada ruralista no Congresso Nacional (PLs 1876/99 e 5367/09) que tramita em comissão especial formada por maioria de parlamentares ligados ao agronegócio.

A proposta revoga ou modifica as principais Leis ambientais brasileiras, como o Código Florestal brasileiro, a Lei de Política Nacional de Meio Ambiente, a Lei de Crimes e Infrações contra o Meio Ambiente e a Lei do Sistema Nacional de Unidades de Conservação.

Os principais instrumentos de gestão ambiental em vigor como a criação de unidades de conservação, as reservas florestais legais, as áreas de preservação permanente, o licenciamento ambiental, o Conselho Nacional de Meio Ambiente poderão ser revogados ou enfraquecidos para atender exclusivamente por encomenda setorial dos ruralistas.

Às vésperas de uma das mais importantes reuniões internacionais de todos os tempos (Conferência do Clima em Copenhagen em dezembro próximo) que tratará de mecanismos e compromissos com a redução de emissões de gases de efeito estufa a bancada ruralista, com a conivência do governo federal, insiste em colocar em pauta e em ritmo acelerado propostas que põem em sério risco as principais leis brasileiras, em especial a que regulamenta o controle do desmatamento em todos os Biomas brasileiros. Ressalte-se que o desmatamento é responsável por mais de 50% das emissões brasileiras.

As organizações abaixo assinadas pedem ao Presidente da República e ao Presidente da Câmara dos Deputados o empenho necessário para que os Projetos de Lei aqui referidos (PL 1876/99 e 5.367/09) sejam rejeitados, ou que, no mínimo, sejam objeto de amplo debate nacional e tramitem ordinariamente nas comissões temáticas pertinentes viabilizando assim a participação ativa e informada de todos os setores interessados no desenvolvimento sustentável no Brasil.

As principais leis ambientais brasileiras a Lei da Mata Atlântica, a Lei de Gestão de Florestas Públicas, a Lei de Crimes e Infrações contra o Meio Ambiente, a Lei do Sistema Nacional de Meio Ambiente, Lei de Gerenciamento de Recursos Hídricos, Lei de Informações Ambientais e Lei do Sistema Nacional de Unidades de Conservação foram objeto de amplo debate no Congresso Nacional sendo inadmissível que este governo permita modificações de leis tão importantes para o desenvolvimento nacional sustentável sem um amplo e aberto debate nacional.

Brasilia, 06 de outubro de 2009

Associação Preserve a Amazônia

Apremavi

Amigos do Futuro

Conservação Internacional

IPAM

Fundação SOS Mata Atlântica

Gambá – Grupo Ambientalista da Bahia

Greenpeace

Grupo de Trabalho Amazônico

Rede de Ongs da Mata Atlântica

SOS Pantanal

ISA – Instituto Socioambiental

Instituto de Pesqupsas Ecológicas

WSPA – Sociedade Mundial de Proteção Animal

WWF

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Madeira faz um apelo aos inadimplentes do fisco municipal




“Imperatriz é nossa casa e nós é que temos que cuidar dela. Que cada um faça a sua parte”, diz o prefeito.

Governando uma cidade cheia de problemas num dos piores momentos da situação financeira em que atravessa os municípios brasileiros com queda de arrecadação e diminuição nas transferências federais, como por exemplo, o FPM, o prefeito de Imperatriz, Sebastião Madeira desenvolve uma verdadeira cruzada para convencer o contribuinte Imperatrizense a pagar os seus tributos.

Por conta disso, aproveitando a greve dos bancários, mais uma vez prorrogou o PROFIS (Programa de Recuperação Fiscal) e está procurando os meios de comunicação, num apelo para que possa arrecadar o suficiente para dar continuidade às frentes de serviços ora em execução e desenvolver o plano de obras que está traçado para os próximos pouco mais de três anos.

Ontem pela manhã, em entrevista ao Programa Rádio Alternativo da rádio FM Nativa, do apresentador Arimatéia Júnior, Madeira além de trazer seus argumentos para o convencimento dos contribuintes, se submeteu a uma verdadeira sabatina dos ouvintes que se comunicavam com o prefeito através da internet, numa atitude inédita na história política de Imperatriz.

Instado pelo apresentador sobre a velha desculpa de alguns contribuintes da falta da presença do poder público, para não pagar o IPTU, Madeira disse que na sua administração isso não pega, pois toda a cidade é testemunha do enorme esforço que ele e todo o governo vêm desenvolvendo para dar respostas imediatas aos problemas da cidade.

“É preciso que a população nos ajude, fazendo a sua parte. Nós já recuperamos praticamente toda malha asfáltica, realizamos drenagem, passagens nos cruzamentos, faltando muito pouco na Vila Lobão, Vila Nova, a Silvino Santos no grande Santa Rita, num esforço muito grande, diante dos poucos recursos que estamos arrecadando”, disse Madeira, informando que são gastos por mês em média 1 tonelada e meia de asfalto na recuperação de ruas.

Em seguida Madeira narrou que o dramático é que concomitante à falta de recursos existe um estoque de dívidas de 35 milhões de reais dos contribuintes, nos últimos cinco anos.

“Por isso nós estamos dispensando multas, juros, para quem quiser fazer a negociação de sua dívida, que ainda pode ser parcelada em até 12 vezes, com o Profis”, diz o prefeito.

O descaso da cidade para com o pagamento de IPTU é gritante. Segundo informação do próprio prefeito, no bairro Bacuri, um dos mais populosos da cidade, apenas 17% dos donos de imóveis pagou seu IPTU em 2009. Lá a prefeitura está iniciando quatro quilômetros de asfalto, com serviço de drenagem em vários pontos do bairro.

Mas não é só nos bairros mais pobres ou na periferia que grassa a inadimplência com o IPTU. Segundo Madeira, nas Avenidas Getúlio Vargas e Dorgival Pinheiro, o coração do comércio Imperatrizense, apenas 30% dos donos de imóveis pagaram esse imposto, gerando assim uma inadimplência de 70% para com o erário municipal.

“Não existem milagres nessa situação, as obrigações de uma cidade como Imperatriz são gritantes. Além do peso de uma dívida que eu recebi de outras gestões e estou tendo que pagar: cerca de 300 mil por mês para Petrobrás de asfalto; mais de três milhões de INSS todo mês. Sem falar que eu tenho que pagar a folha do funcionalismo, a limpeza pública, fazer o repasse da câmara e ainda ter que investir na cidade. Muitas dessas dívidas pagamos na marra, porque senão até os recursos do FPM podem ser bloqueados”, lamentou Madeira, alertando que se cada um que deve pagasse sua dívida, por menor que seja, o município estaria arrecadando cerca de 20 milhões de reais por mês.

Ao final, o ex-candidato derrotado a prefeito pelo PSOL, Wilson Leite mandou um email ao programa, questionando o prefeito, se ele “não estava arrependido de durante a campanha ter prometido soluções fáceis”. Madeira respondeu que não havia prometido soluções fáceis, mas sim que prometeu disposição para encarar os problemas e buscar soluções, com trabalho e dedicação.

“Eu prometi trabalhar, me dedicar estar presente, não me esconder dos problemas e isso eu estou fazendo. Quando eu venho aqui cobrar da população que faça a sua parte, eu estou fazendo minha obrigação. Uma administração é feita com a ajuda de muitas mãos e sem a parceria da população é impossível administrar. Estou trilhando o caminho mais difícil, o de ir pras ruas, de se expor e vir aqui fazer o que a maioria dos políticos não gosta de fazer e não fazem: cobrar da população e se submeter aos seus questionamentos e cobranças” enfatizou Madeira.


Ao finalizar, Madeira disse que acredita no povo de Imperatriz, que de mãos dadas com a sua administração, durante os próximos anos, num grande pacto entre o governo e os munícipes, todos os obstáculos serão vencidos.

“Imperatriz é a nossa casa e nós é que temos que cuidar dela. Se cada um der a sua contribuição – que é legal e de direito - a segunda maior cidade do Maranhão terá outra face, mais humana e mais próspera, tornando-se num lugar muito melhor para se viver”, finalizou.


A anarquia tributária, uma questão cultural em Imperatriz

1 – No Brasil inteiro é assim, pagar impostos é uma polêmica, mas no Maranhão e nos estados mais atrasados - onde sempre imperou a corrupção e certa anarquia tributária - é pior ainda. Em Imperatriz então nem se fala, pois os gestores se conformavam com pequenos tributos - a maioria desviados - e não faziam jus o que manda agora a LRF (Lei de responsabilidade Fiscal) que também cobra do gestor que faça sua parte na arrecadação.

2 - A população ficou mal acostumada. Em uma década não tão distante, um gestor chamava seus secretários mais próximos, pegava um mapa da cidade e fazia a divisão, cada um ficava com uma parte do quinhão, cobrança era pela cara, por ser aliado ou não. E como ele tinha fama de bravo, adversário pagava ou se dava mal.

3 – É cultural. Em Imperatriz a coisa é tão grave que beira a irresponsabilidade, fazendo com que uma pessoa só lembre-se de quitar seus tributos quando precisa vender um imóvel. É só ver os números. Quando entrar num estabelecimento comercial observe na parede o alvará amarelado, de mais de cinco anos atrasados.

4 - Agora uma coisa que a Prefeitura pode e deverá estar fazendo: apertar o cerco aos grandes devedores, gente rica que sonega, não apenas ao fisco municipal, mas também estadual e nacional. Ha pouco tempo havia um contribuinte que devia muito em ICMS e só a parte que ficaria para Imperatriz era de 5 milhões. Esse contribuinte só foi pego porque também estava sonegando em São Paulo e ai Delegacia fazendária chegou até aqui, teve prisão decretada e chegou a fugir para os Estados Unidos até conseguir relaxar o pedido de prisão.

5 – Chega de anarquia, desorganização e falta de compromisso. Está na hora de mudarmos nossos conceitos. Se o contribuinte está apertado, negocie, aproveite agora a chance do PROFIS. Se não concorda com o valor, questione, busque a Justiça, porque se o prefeito abrir mão de cobrar os tributos do município, duas coisas vão acontecer: Será penalizado judicialmente pela LRF e terminará sua administração de maneira pífia, sem poder fazer o que a cidade tanto precisa e espera.