sexta-feira, 23 de abril de 2010

Carta de Imperatriz: PDT municipal declara apoio a José Serra e conclama outros partidos a apoaiarem Jackson Lago


O diretório municipal do PDT de Imperatriz, presidido pelo empresário Fernando Teles Antunes, composto por outras lideranças como o vice-prefeito Gean Carlo, Carlinhos Amorim, Josevan Marques, Arnaldo Júnior, Josué Moura, Raimundo Siqueira, entre outros, sai na frente e lança a Carta de Imperatriz. O ducumento  lembra 1 ano do golpe que cassou o governador Jackson Lago, reforça a liderança do prefeito Sebastião Madeira (PSDB), declara a intenção de apoiar José Serra e conclama o desmais partidos da oposição a se unirem na luta contra a oligarquia (Foto de arquivo).

Partido Democrático Trabalhista – PDT

Carta de Imperatriz

16 de abril de 2009: há exatamente um ano, o povo do Maranhão sofria um duro golpe. O governador Jackson Lago, eleito pela vontade livre e soberana dos maranhenses, expressa em mais de 1 milhão e 300 mil votos foi cassado.

O ato perpetrado de maneira vil por aqueles que dominaram o Maranhão por mais de 40 anos e estavam inconformados com o ar de liberdade, democracia e desenvolvimento que dominava o estado, envergonhou o Brasil. Em Imperatriz, segunda maior cidade do Maranhão, onde um prefeito acabava de ser eleito embalado por esse clima de mudança o sentimento pelo golpe foi maior ainda.

Obras como a Ponte sobre o Rio Tocantins, Rodoviária e reforma do estádio de futebol ficaram iniciadas, além do compromisso firmado de construção de muitas outras como um Hospital de alta complexidade, Mercado do Peixe, pavimentação da Estrada do Arroz entre outras. Tudo isso numa demonstração inédita de vontade política de um governante do Maranhão para com Imperatriz, sem falar nas centenas de obras e serviços em toda região tocantina e sul do Maranhão.

Nos cofres do município, provenientes de convênios com o estado estavam depositados quase 70 milhões de reais. Ato contínuo, de uma hora para outra a cidade teve esses recursos seqüestrados pela nova ocupante do Palácio dos Leões, retardando assim o nosso sonho de melhorias na infraestrutura, Saúde e Educação. A queda de Jackson foi um grande prejuízo para Maranhão, uma grande perda para Imperatriz.

Pensando assim o Diretório Municipal do PDT de Imperatriz não poderia, apesar de ser uma triste memória, deixar de lembrar o julgamento político oficializado pelos ministros do TSE naquela madrugada de 16 de abril, que deixou órfão o povo do Maranhão.

No entanto lembramos o triste episódio não apenas para lamentar, ou “chorar o leite derramado”, mas para renovar as esperanças e reafirmamos a nossa disposição de luta para a retomada dos destinos políticos e administrativos do Maranhão; para dizer que com certeza, assim mostram os números, Imperatriz se fará presente no campo de batalha para fazer justiça no voto, devolvendo o mandato ao Dr. Jackson Lago, o nosso governador.

O PDT de Imperatriz faz parte do governo de coalizão do prefeito Sebastião Madeira. Reconhecemos nele o grande líder tocantino, inclusive o grande responsável pela concretização da aliança entre o Tucano e a Rosa, que vencerá o pleito deste ano. Sua posição firme junto ás lideranças do PSDB em Brasília foram importantes para a definição dessa aliança que novamente traz a esperança para o Maranhão.

Nesse contexto, manifestamos a nossa preferência de no plano nacional escolher para Presidente o estadista José Serra, que consideramos o melhor para o Brasil e o excepcional para Imperatriz, diante da conhecida afinidade do prefeito Madeira com o ex-governador de São Paulo.

Finalmente conclamamos as demais forças políticas e partidárias, em especial aquelas que estavam unidas na vitoriosa Frente de libertação do Maranhão, para renovarmos nossos laços e seguirmos juntos rumo à vitória que será de todo o povo do Maranhão.

Imperatriz(MA), 16 de Abril de 2010

(Diretório Municipal de Imperatriz)

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Deputado Dutra é homenageado no CNJ com Medalha Joaquim Nabuco


Uma merecida homenagem foi concedida na tarde desta quinta-feira (22) a um maranhese. O Deputado Domingos Dutra (PT-MA) recebeu a Medalha Joaquim Nabuco, condecoração instituída pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) destinada àqueles que lutam em prol dos Direitos Humanos.

A partir de 2010, ano em que foi criada em função do centenário da morte do jurista abolicionista, a medalha será concedida anualmente a cidadãos brasileiros ou estrangeiros, integrantes ou não do meio jurídico, que forem considerados merecedores do reconhecimento.

Os homenageados receberam a comenda pelos conselheiros do CNJ, entre eles o Dr. Walter Nunes, que homenageou o Deputado Dutra.

Para Dutra, é uma honra receber essa homenagem pelo trabalhado realizado, principalmente, através da Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados, onde o deputado teve brilhante atuação. “Testemunhar o reconhecimento do trabalho desempenhado me impulsiona a novas conquistas”, afirmou o Deputado ao lado da esposa Núbia Dutra e dos amigos Raimundo França Dutra, membro da sociedade de Direitos Humanos de Caxias (MA), e Célia Costa, professora da Universidade Estadual do Maranhão (UEMA).

Entre as autoridades presentes ao ato, estava o Ministro Gilmar Mendes, que se despede da presidência do CNJ e Supremo Tribunal Federal (STF) nesta sexta-feira (23). O Ministro afirmou que encerrar o mandato com a outorga da medalha às autoridades de Direitos Humanos é uma grande felicidade. “Trata-se de homenagear tanto a figura exemplar que foi Joaquim Nabuco, símbolo de Direitos Humanos e cidadania, como as pessoas e atividades que lutam para concretizar os Direitos Humanos no Brasil”, parabenizou. Para o Ministro Gilmar Mendes, a nova condecoração ressalta a importância do exercício de Direitos Humanos em regiões e atividades distintas.

Juntamente com o Deputado Dutra, apenas nove personalidades foram escolhidas por 15 conselheiros do CNJ para receber o prêmio. Também foram homenageados Hélio Bicudo, jurista e político; Antônio Augusto Cançado Trindade, juiz da Corte Internacional de Justiça; Victoria Vogl, religiosa e dirigente do Instituto de Psiquiatria Forense de João Pessoa; Maria Acirene Araújo da Costa, auxilia na recuperação de presos no Amapá; Marilene Aranha Silveira, coordenadora do Núcleo de Advocacia Voluntária do CNJ; Zilda Arns, médica pediatra e sanitarista (in memorian) e Orlando Villas Boas, indigenista (in memorian). Os agraciados pela Medalha Jerome Valcke, secretário geral da Fifa; e Maria da Penha, biofarmacêutica e vítima de violência, receberão a comenda em outra oportunidade (Assessoria).

"Rebolation": José Reinaldo diz que está difícil para os marqueteiros apresentarem uma Roseana que não existe



Conhecedor profundo da família sarney, o ex-governador José Reinaldo Tavares diz que está difícil para os marqueteiros transformarem Roseana para o pleito deste ano, impondo ao povo do Maranhão  uma Roseana Sarney que não existe.

Reinaldo diz que Duda mendonça, o provável marqueteiro de Roseana, tenta o  "Rebolation" . Confira o texto abaixo:
 
Rebolation

Roseana Sarney está em busca de seu quarto mandato, pois ilegitimamente ou não, ela exerce o seu terceiro. Portanto é uma tarefa incrivelmente difícil para os seus marqueteiros apresentá-la com características novas e tentar criar uma nova personalidade para ela, contrariando aquilo que sempre foi e é: uma pessoa arrogante que não tolera a sinceridade vinda de amigos, servidores ou adversários. Ela recebe as críticas com desdém, achando que seu sistema próprio de comunicações é tão forte que consegue impor a todos uma Roseana Sarney que não existe.

Isso vem de berço, não muda, está em seu DNA. Eu escrevi em artigo anterior que a governadora, muito abalada com a certeza de que vai ter de enfrentar Flávio Dino nas eleições, viajou para o Rio de Janeiro para se encontrar com Duda Mendonça, o marqueteiro com fama de mago, único serque ela acredita ter a capacidade de torná-la palatável como candidata ao governo.

Duda exigiu pesquisas qualitativas e detectou imediatamente que, entre outras coisas, ela é vista como uma pessoa arrogante, mandona e agressiva e uma mesquinha perseguidora de desafetos, capaz de usar tudo, tudo mesmo ao seu alcance, na luta para ter o poder.

Assim, o primeiro comercial do PMDB, sob orientação de Duda, foi tentar “criar” uma nova Roseana, em uma versão do famoso “Lulinha Paz e Amor” de 2002. Mas na ocasião, Lula era um político que ainda não havia exercido nenhum mandato de destaque, que podia se apresentar na campanha com uma imagem sem causar grandes contradições.

Roseana é muito diferente. Ela já exerceu o governo algumas vezes, atropelou todo mundo, agrediu adversários, criou jornais nanicos e temporários para caluniar adversários e fez de tudo para conseguir um golpe de estado jurídico para tomar o governo. Conseguiu com isto uma decisão que violentou a Constituição brasileira e, mesmo perdedora nas eleições, assumiu o governo do Maranhão. (Basta ver o que disse o ministro Gilmar Mendes, presidente do Supremo, em entrevista reproduzida em meu Blog).

Como querer apresentá-la como uma pessoa dócil, de boa paz, lamentando a agressividade (que ela e a sua família trouxeram para a política) da atual política maranhense? Como isso pode ter alguma coerência? É Duda tentando fazer alguma coisa e honrar o seu contrato...

Um experiente amigo mandou-me essas considerações sobre o fato:

“Eu acho que ele deu mancada.Tentou trazer o mote de “Lula Paz e Amor” para ela, mas há uma diferença monstruosa. Em 2002, Lula era mudança realmente, precisava mudar o estilo devido a tanta taca que entrou. Roseana Sarney é o continuísmo do 4º mandato. Ademais, ela prega união, mas desde que isso seja para lhe dar um quarto mandato. Quem está no poder há tanto tempo, não tem legitimidade para falar em mudança de práticas políticas, pois já teve sua chance inúmeras vezes e não fez. Qualquer outra união de políticos é ódio, rancor, intriga.”

E o Uchoa em seu Blog, escreve:

“No início desta semana, a governadora, que deixou claro seu desespero em relação à eleição de outubro próximo, surgiu em programa político para denunciar o cabo de guerra que domina a política maranhense. “Nós, que somos eleitos pelo povo, precisamos parar com esse clima acirrado”, declarou com desfaçatez a filha do presidente do Senado Federal, José Sarney (PMDB-AP). Se há acirramento na política do Maranhão, a culpa maior recai sobre o coronelato comandado pelo ex-presidente Sarney, que tem pressionado o presidente Lula da Silva para que reverta a decisão do PT maranhense. É bom lembrar que o experiente Lula só se aproximou de José Sarney por necessidade política. E isso a história não nos deixar mentir.”

Penso que mais fácil do que tentar mudar a personalidade de Roseana é trocar de candidato e ela ceder o lugar para outro do seu grupo. Com ela é muito difícil até para o Duda. Mas fora da família, para seu grupo, não há solução.

O senador José Sarney, conversando com políticos, disse que uma intervenção no PT do Maranhão é, sem dúvidas, um enorme desgaste. Mas acha que o povo esquece e dentro de algum tempo ninguém se lembrará mais. O verdadeiro desgaste, segundo ele, é enfrentar Flávio Dino apoiado pelo PT. É crescente o pavor de enfrentar o deputado federal em uma eleição para o governo do Maranhão.

Como a familia Sarney pensa que tudo vale pelo poder, não me surpreendi quando uma jornalista da Folha me ligou e na conversa falou-me que o Joé Eduardo Dutra, presidente do PT, teria dito a ela que o PSB do Maranhão, na sua reunião da semana passada teria atacado violentamente a Dilma.

Eu lhe disse que o problema do Dutra é que ele só ouvia o Sarney e que na reunião do PSB ninguém atacou a Dilma, No referido evento tratamos apenas da política do estado e do apoio a Flávio e que isso era apenas para forçar a intervenção no PT do Maranhão.

O jogo é muito sujo e usam mentiras como verdade para tentar nos jogar contra Lula e Dilma. É o medo que os obriga a tudo isso! Além da falta de compromisso com a candidatura de Dilma que, na verdade, sofrerá as conseqüências da intervenção.

Continuando nossa história, foi um grande acontecimento político o evento que marcou a data de um ano do golpe judiciário que tirou Jackson Lago do governo e colocou Roseana Sarney em seu lugar. E serviu para demonstrar que esse foi um ano perdido para o Maranhão, de regressão em seu desenvolvimento, de baixo emprego, do caos na saúde, na educação e na segurança pública, tudo por culpa direta da governadora Roseana Sarney, indolente como sempre.

Foi uma reunião vibrante e de muita emoção que serviu para mostrar que as oposições estão unidas e assim marcharão nas eleições.

Foi gratificante ver e participar da homenagem a Jackson Lago, esse homem injustiçado, mas que mantém força política considerável para almejar sua volta ao governo, como demonstrou.

E para finalizar, enfatizo a fraqueza política da governadora o ocorrido outro dia quando ela esteve em Imperatriz. Roseana Sarney quis visitar 3 quilômetros de asfalto que o governo proporcionou à administração municipal, isto depois de tomar os recursos do convênio em que Jackson dara 15 quilômetros à cidade. O prefeito Sebastião Madeira foi com ela e entrou na primeira casa. Ele perguntou à moradora se ela estava satisfeita com o asfalto. A moradora respondeu que sim, mas que se ele pedisse votos para Roseana, disse-lhe que jamais votaria nela. Assim mesmo. De corpo presente. Como se diz por aí: “na lata”!

Duda, tenta o “rebolation”!
(Quarta-feira, 21 de abril de 2010, http://www.josereinaldotavares.blogspot.com/ )

Ficha Limpa: CCJ pode incluir recurso suspensivo a condenação

Os representantes dos partidos na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) decidiram na terça-feira incluir no texto do Projeto Ficha Limpa a possibilidade de políticos condenados em segunda instância em decisão colegiada registrarem suas candidaturas (o que é proibido no texto atual da proposta). Isso poderá ocorrer nos casos em que os candidatos apresentem recurso da condenação ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) e o tribunal conceda efeito suspensivo ao recurso. O efeito suspensivo, na prática, suspende a condenação.

O texto original do projeto de iniciativa popular, protocolado no ano passado, previa que o candidato perderia o direito de concorrer já na condenação em primeira instância. O parecer do deputado Indio da Costa (DEM-RJ), relator do grupo de trabalho constituído pela Presidência da Câmara para analisar o tema, mudou a regra, prevendo que a inelegibilidade só estaria configurada com a condenação colegiada.

O deputado Flávio Dino (PCdoB-MA), que participou da reunião da CCJ, explicou que a intenção da nova mudança é prevenir qualquer risco de perseguição política. Ele explicou que a prerrogativa que será incluída no texto do Ficha Limpa já faz parte da legislação processual. O objetivo, segundo ele, é apenas torná-lo explícito na Lei de Inelegibilidades.

Votação adiada

A comissão também decidiu adiar para a próxima quarta-feira (28), às 10 horas, a votação das 28 emendas apresentadas em Plenário ao parecer de Indio da Costa. O deputado José Eduardo Cardozo (PT-SP) foi nomeado relator das emendas.

O deputado Colbert Martins (PMDB-BA), que presidiu a reunião de ontem, explicou que a votação das mudanças no texto do Ficha Limpa é a prioridade da comissão para a próxima semana. Ele explicou que ainda há a possibilidade de um pedido de vista ao parecer, o que atrasaria a votação. Colbert Martins disse, no entanto, que os partidos negociam um acordo para evitar o atraso.

No início deste mês, os líderes partidários decidiram adiar a votação das propostas para maio e encaminhar os projetos à CCJ para eventuais mudanças no texto do deputado Indio da Costa. Os líderes estabeleceram 29 de abril como data-limite para a comissão aprovar um parecer sobre as propostas. Se o parecer não for aprovado na CCJ até essa data, os projetos serão analisados diretamente pelo Plenário em regime de urgência, regime de tramitação que dispensa prazos e formalidades regimentais, para que a proposição seja votada rapidamente. Nesse regime, os projetos tramitam simultaneamente nas comissões - e não em uma cada de vez, como na tramitação normal. Para tramitar nesse regime é preciso a aprovação, pelo Plenário, de requerimento apresentado por: 1/3 dos deputados; líderes que representem esse número ou 2/3 dos integrantes de uma das comissões que avaliarão a proposta. Alguns projetos já tramitam automaticamente em regime de urgência, como os que tratam de acordos internacionais.

O presidente da CCJ, deputado Eliseu Padilha (PMDB-RS), disse que o prazo será cumprido, mas não acredita que haverá tempo para as regras valerem já nas eleições de outubro. "Não podemos ter a ilusão. Isso não terá a vigência neste ano".

No enceramento da sessão do plenário de ontem, o presidente da Câmara, Michel Temer, disse que na semana que vem vai se dedicar à votação das medidas provisórias que estão trancando a pauta. Na semana seguinte, sua intenção é levar o Ficha Limpa ao plenário.

A proposta mais antiga que altera a Lei de Inelegibilidades (Lei Complementar 64/90) é o Projeto de Lei Complementar 168/93, do Poder Executivo. Apensados a ele, existem outras 13 propostas.

sábado, 17 de abril de 2010

Luiz Carlos Dias na reabertura do "Bar do Beco"



O tradicional “ Bar do Beco”, antigo point da boemia imperatrizense, tradicional reduto de cachaceiros e amantes da boa musica popular brasileira reabrirá suas portas em caráter experimental  na próxima segunda-feira,19, com um show do nosso grande  instrumentista  Luis Carlos Dias.

O show “Viva os índios” é realizado todo ano por Luis Carlos Dias, e nessa edição contará com a produção de Lambau e cia, que já profundo conhecedor dos trâmites culturais imperatrizenses deslocou o evento para o Beco, ao lado do Teatro Ferreira Gullar, afim de disponibilizar cervejinha e petiscos ao som da boa musica regional.

Desde 2000 o bar não reabre suas portas que durante toda metade dos anos 90 foi a principal casa de apresentações culturais, junto com o também extinto TNT Cokteails. A dinâmica de apresentações ajudou grandes nomes da musica local como Nando Cruz e Clauber Martins a se popularizarem, sob a direção de Ray e de Zezinho.

Além dessa apresentação em especial, estão agendados outros nomes que irão fazer shows. Ainda não está bem definido se o Bar funcionará todo o fim de semana. (Fonte: Site Praça da Cultura) 

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Ato político contra 'golpe' reúne líderes da oposição e lota auditório da Assembleia

Do Jornal Pequeno Online

Centenas de pessoas e lideranças políticas do Estado lotaram o auditório Fernando Falcão, na manhã desta sexta-feira, 16, na Assembleia Legislativa, para protestar contra a cassação do ex-governador Jackson Lago (PDT) e do ex-vice-governador Luiz Porto (PSDB), no dia 16 de abril de 2009, pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), por abuso de poder político.

O ato político marcou o reencontro público das principais lideranças de oposição ao grupo Sarney, como o ex-governador José Reinaldo Tavares (PSB), Jackson Lago, o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Marcelo Tavares (PSB), o ministro aposentado do STJ, Edson Vidigal (PSDB), o presidente do PSB/MA, José Antônio Almeida, além de deputados estaduais, vereadores, ex-secretários de Estado e lideranças municipais.

O golpe, por meio do Judiciário, e a apresentação das ações desastrosas do governo Roseana Sarney (PMDB) deram o tom dos principais discursos. Coube ao advogado José Antônio Almeida e ao ex-ministro Edson Vidigal apresentarem as falhas jurídicas da decisão tomada pelo TSE.

Marcelo Tavares, Zé Reinaldo, Julião Amin, Pastor Porto e Jackson Lago criticaram incisivamente o governo Roseana Sarney. Tavares disse que Roseana Sarney quebrou o estado em apenas 12 meses. Citou os dois pedidos de empréstimos tomados pelo governo, após sua posse, que totalizam cerca de R$ 1 bilhão; o sequestro dos recursos destinados pelo governo Jackson para os municípios e o caos constatado na saúde, educação e segurança do estado.

Zé Reinaldo apresentou dados que demonstram a melhoria dos indicadores sociais do estado, entre 2002 e 2007, durante as gestões dele e de Jackson. "São estatísticas do IBGE, apresentadas pelo próprio governo Roseana Sarney, que editou um livro sobre as perspectivas do Maranhão e considerou a década de 90 como a década perdida", disse. Nesse período, o estado teve como governadores Edison Lobão e Roseana Sarney. Os dados do IBGE constatam como período de maior desenvolvimento do estado os cinco anos do governo Zé Reinaldo e o primeiro ano da gestão Jackson.

Em seu discurso, Jackson Lago voltou a lamentar sua deposição do governo e o desrespeito ao povo do Maranhão e afirmou que "não há democracia, sem Judiciário livre", numa referência à frase atribuída a Sarney de que 'não há democracia sem Parlamento livre". Afirmou estar pronto para enfrentar mais uma campanha eleitoral e acreditar no sentimento de mudança do povo maranhense.

Todos os oposicionistas enfatizaram a importância da unidade em torno da causa "cívica", nas palavras do deputado Marcelo Tavares, para derrotar Roseana Sarney e desenvolver o Maranhão.

Madeira defende candidatura de Jackson Lago

Comentário do jornalista Elson Araújo ao blog do petista Carlos Hermes. O mesmo se negou a publicar, Elson publicou em seu blog e eu reproduzo aqui.

Ao contrário do que publicou o blogueiro Carlos Hermes, a direção nacional do PSDB não impõe no Maranhão, a candidatura do deputado federal Roberto Rocha ao governo do Estado. A propósito da " afirmação" de Hermes, como membro do PSDB de Imperatriz, enviamos a seguinte missiva.

Caro Carlos Hermes,

Você pode falar com propriedade sobre as coisas do PT por ser um dos seus dirigentes, por viver seus bastidores, isso é normal, natural; o mesmo não se pode dizer quando falas sobre o PSDB. A especulação pode ser válida, inverdades não.

Não é verdade que a cúpula do PSDB nacional esteja impondo a candidatura de Roberto Rocha ao governo do Estado. Informe-se melhor! Ele é dirigente do partido, tem legitimidade para querer ser candidato; assim, como os demais dirigentes, como o prefeito de Imperatriz Sebastião Madeira, tem legitimidade para não concordar com ela. É assim em todos os partidos., inclusive no seu.

Não é o Madeira do PSDB que não costuma cumprir com compromissos. Em seus quase 20 anos de vida pública nunca demonstrou dubiedade em suas decisões ou posições; ás vezes, até enfrentando a direção nacional do seu partido para fazer vale os interesses da legenda, no Estado. A covardia não faz parte do ideário desse grande nome da política do Maranhão.

O ex-governador Jackson Lago, esse cidadão a quem você chama preconceituosamente de “velho”, é o nome que o prefeito de Imperatriz defende, e apoiará para o Governo do Estado, e não esconde isso de ninguém. Disse isso ao ex-governador José Serra, ao presidente nacional do partido Sérgio Guerra e ao partido, em São Luiz. Só não apoiará Jackson Lago se este, voluntariamente não quiser ser candidato ou rejeitar seu apoio.

Ao receber e agradecer a governadora Roseana pelos recentes gestos para com a cidade o prefeito de Imperatriz demonstra que não faz política com o “ figado”, com ranço, olhando pelo retrovisor. Para ele os interesses da coletividade estão acima das querelas políticas. O Madeira é o Madeira, a população , a quem ele representa na Prefeitura, é a população.

Não é humilhação ou perda de dignidade receber, ou agradecer alguém, principalmente uma autoridade como um governador de Estado, sobretudo quando traz algo para a cidade. Isso é Educação! Esse comportamento do prefeito não mudou sua posição política, e o povo, e a própria governadora sabem disso.

Elson Araújo
Membro do PSDB de Imperatriz

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Projeto sobre criação dos estados de Karajás e Tapajós ganha urgência. E o Maranhão do Sul?


Eu até prometi para mim mesmo que não falaria em Maranhão do Sul tão cedo, já que toda vez que a gente toca nesse assunto alguns costumam dizer que é porque estamos em ano eleitoral. Mas um fato importante acaba de acontecer em Brasília.

O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou agora a pouco ( 21:09) ,por 265 votos a 51 e 13 abstenções, o regime de urgência para o Projeto de Decreto Legislativo 731/00, que autoriza a realização de plebiscitos para a criação dos estados de Tapajós e Karajás, por meio de desmembramento do estado do Pará.

O Regime de tramitação dispensa prazos e formalidades regimentais, para que a proposição seja votada rapidamente. Nesse regime, os projetos tramitam simultaneamente nas comissões - e não em uma de cada de vez, como na tramitação normal. Para tramitar nesse regime é preciso a aprovação, pelo Plenário, de requerimento apresentado por: 1/3 dos deputados; líderes que representem esse número ou 2/3 dos integrantes de uma das comissões que avaliarão a proposta.

E o Maranhão do Sul? Cadê a bancada do Maranhão que tanto prega por aqui ser a favor da criação de um novo estado? Eu não conheço nenhum deputado federal nem senador do Maranhão que mesmo sendo contra tenha coragem de se manifestar contra a realização do grande sonho do povo dessa banda de cá do Maranhão. Até Sarney já disse que é a favor. Certo tempo atrás o senador Lobão se apossou da bandeira e deu entrada com um projeto no senado.

No final do ano passado, por provocação do jornalista Valdir Braga,  lieranças políticas de Carolina e região, se reunião em Riachão num encontro que debateu o reavivamento da campanha pró-Maranhão do Sul. Na oportunidade dezenas de prefeitos, deputados estaduais e federais estavam presentes.

Os deputados federais Carlos Brandão(PSDB)  e Daví Alves Júnior(PP), prometeram fazer um levantamento de como se encontra o projeto para uma possível retomada da luta para que o plebiscito fosse autorizado. Já o deputado estadual Stênio Resende se comprometeu que também iria puxar o assunto na Assmbléia legislativa. Mas de lá pra cá não se ouviu mais falar sobre Maranhão do Sul. Até um encontro que estaria sendo articulado para a cidade de Arame não aconteceu.

Então, alguém pode me explicar por que os separatistas paraenses estão conseguindo passar na nossa frente?

Roseana inaugura mais uma obra de Jackson Lago, mas Imperatriz continua rebelde


A governadora Roseana Sarney  veio ontem  a Imperatriz inaugurar mais uma obra iniciada pelo governador deposto Jackson Lago, o Estádio Municipal Frei Epifânio D'Abadia. No estilo "paz e amor" - segundo dizem por orientação de seus marqueteiros -, a filha de Sarney era só sorrisos e afagos num esforço sobrehumano para agradar os Imperatrizenses.

Mas novamente, como foi na inauguração da ponte, eleitores anti-sarneysistas não deixaram por menos e protestaram com faixas, cartazes e vaias.

Durante a inauguração do Estádio, pela manhã, estudantes exibiram faixas, mas graças a ação da polícia nem conseguiram chegar perto da chefe do executivo maranhense, que estava cercada de seguranças.

Mas a noite, faixas foram levantadas nas arquibancadas e mesmo Roseana não tendo comparecido ao estádio, o vice-governador João Alberto foi o alvo da galera que o saudou com uma sonora vaia.
Uma ação diferente de Roseana no novo estilo "paz e amor" foi notada na placa de inauguração do estádio - ao contrário da placa de inauguração da ponte, que acabou sendo arrancada -, ao lembrar ali que a obra foi iniciada pelo ex-governador Jackson Lago.

Roseana não pode se queixar é do prefeito Sebastião Madeira, um verdadeiro "gentleman", tratando a governadora como deve ser tratado um chefe de estado, com as honras constitucionais, sem levar em conta a questão partidária ou política.

Hoje pela manhã Roseana retornou á São Luís. Segundo sua assesoria, a estadia da governadora na região foi suspensa devido a morte de um tio, o ex-prefeito de São Luís, Roberto Macieira.

sábado, 10 de abril de 2010

Conheça "O Chefe": Livro que denuncia o governo Lula como o mais corrupto de nossa história


Nos dois governos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, diversos casos de corrupção sacudiram o País. O mais grave ficou conhecido como escândalo do mensalão. Dirigentes do PT foram denunciados por montar uma organização criminosa. Lula tratou de abafar investigações e proteger correligionários e aliados

Ilustração de Anamaria Mota, com base em foto de Dida Sampaio/AE, publicada em 18 de fevereiro de 2009

Leia o livro acessando aqui:

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Mudanças no matadouro: Mais uma demonstração da enorme vontade política e capacidade administrativa do prefeito Madeira


Com o fim da sangria da corrupção, aumentando a arrecadação, foi possível em pouco tempo realizar significativas melhorias no matadouro que era uma vergonha para nossa cidade.

Situado as margens da "Estrada do Arroz", no perímetro rural de Imperatriz o matadouro municipal é uma demonstração da enorme vontade política e capacidade administrativa do prefeito Sebastião Madeira.

Fotos: Ontem (esquerda) e Hoje (direita)
Tido como algo que não tinha jeito, diante dos vícios ali existentes e também da falta de recursos para construir instalações modernas, o matadouro foi o primeiro problema encontrado pelo prefeito dentro da enorme “caixa de pandora” Imperatriz. Sofrendo forte oposição de setores que se beneficiavam com a bagunça e a corrupção ali existente, Madeira teve que falar grosso e enfrentar até um vereador, quando resolveu aumentar a taxa de cobrança do abate que custava menos do que Açailandia Estreito e outras cidades menores da região. Fotos: As condições de Higiene eram sofríveis(esquerda). Hoje (direita) é outra realidade.

Com as medidas implantadas pelo prefeito as mudanças aconteceram e quem viu as imagens daquele local, amplamente mostradas pela mídia local, com o abate sendo feito em condições artesanais e cruéis, sujeira e total falta de higiene, urubus e um forte odor, se olhar as imagens de hoje não vai reconhecer.
Além da melhoria do espaço físico, com a construção de uma bateria de banheiros, com revestimentos cerâmicos, adequação do piso, construção de um reservatório com capacidade para 80 mil litros d’água, o município investiu na aquisição de novos equipamentos, o que resultou na melhoria do processo de abate e de higiene.
"Em média, eram abatidos 140 animais por dia; com a instalação do novo box e das pistolas pneumáticas, essa quantidade praticamente aumentou de forma considerável", conta o secretário de Agricultura, José Fernandes.

Com o fim da sangria da corrupção e o aumento da arrecadação foi possível em pouco tempo realizar significativas melhorias no matadouro que era uma vergonha para nossa cidade.

Juiz e a Promotora do Trabalho realizam visita de inspeção ao matadouro

Em visita realizada na manhã de quinta-feira, 08/04, nas dependências do Matadouro Municipal, o Juiz do Trabalho, Jean Fábio, e a Promotora Tatiana Bivar, do Ministério Público do Trabalho (MPT) foram ver de perto as condições de salubridade e de trabalho daquele órgão municipal.

As autoridades foram recebidas pelo prefeito, juntamente com o diretor do Matadouro, José Jales Sobrinho, o Procurador geral Gilson Ramalho, o Ouvidor geral Daniel Souza e o assessor-chefe de Comunicação do município, Élson Araújo. Também estava presente acompanhando a inspeção alguns vereadores, liderados pelo presidente da Câmara Hamilton Miranda.

O Procurador-geral do Município, Gilson Ramalho, explicou que a inspeção é parte de uma ação civil pública movida pela Justiça ainda durante administração passada em que fazia recomendações para que a Prefeitura melhorasse as condições de funcionamento e de trabalho no matadouro.

Madeira enfatizou que "essas mudanças começaram a ser realizadas no Matadouro Municipal no começo do ano passado, antes mesmo de qualquer manifestação da Justiça, resultando em benefícios diretos à população e aos trabalhadores".

O juiz, a procuradora, os fiscais e os vereadores estiveram em todas as dependências do órgão, tiraram fotos e registraram observações. "Eles saíram bem impressionados daqui", assinalou o ouvidor-geral do Município, Daniel Souza, ao relatar um rápido diálogo mantido com as autoridades fiscalizadoras.



terça-feira, 30 de março de 2010

Mapa da violência: Imperatriz está em 26º lugar na evolução de homicídios de jovens de 15 a 29 anos


Caros leitores, o momento é de muitas matérias negativas. Sei, eu mesmo tenho defendido que está na hora de mudarmos a pauta, mas não é fácil, pois  não podemos jogar para debaixo do tapete as informações,  não podemos esconder, nem tampouco desconhecer que a violência está em nosso meio e qualquer um de nós pode ser  vítima dela. Ninguém está imune a violência.

Portanto conhecer os números dessa mazela é importante para nos defender-mos e combatermos esse mal que atinge as civilizações. Para quem governa, também é importante conhecer os números da violência saber onde e como deve realizar as políticas públicas. Pensando assim trancrevo para estas páginas as mais novas estatísticas sobre a violência no Brasil, estudo recente, conhecido como o Mapa da Violência. Quem quiser conferir, depois de ler a matéria a seguir acesse:
 http://www.mapadaviolencia.org.br/ .

Uma triste constatação: Nossa querida Imperatriz está em 26º lugar entre as cidades na evolução dos Homicídios Jovens (15 a 29 anos) nos Municípios. No ranking das cidades mais violentas Imperatriz ficou no 41º lugar .

Violência em 10 anos migra das capitais para o interior do Brasil, diz estudo

Tatiana Farah, de O Globo - Publicada em 30/03/2010 às 12h28m

SÃO PAULO - A violência migra das capitais para o interior do país. Segundo o Mapa da Violência 2010 - A Anatomia dos Homicídios no Brasil, caiu o número de assassinatos nas capitais e regiões metropolitanas na última década. Enquanto estados como Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais forçaram as taxas para baixo, pequenas cidades do interior alimentam o que o pesquisador Júlio Jacobo Waiselfisz, responsável pelo estudo, chama de espiral da violência, crescendo 37,1% de 1997 a 2007.

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" A história da violência no Brasil é a história do assassinato dessa juventude "
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O estudo foi feito de acordo com os registros de morte por agressão do Datasus, do Ministério da Saúde, e considerou 5.600 municípios do país. Nas capitais, essa taxa caiu 19,8% e nas regiões metropolitanas ainda mais, 25%. De acordo com a pesquisa de Waiselfisz, no interior o índice de morte por 100 mil habitantes cresceu de 3,5% para 18,5%. Nesses municípios mais violentos estão os novos pólos de crescimento, as cidades litorâneas vítimas de turismo predatório, as cidades do arco do desmatamento e os de violência tradicionais.

O Mapa revela ainda que os negros são as maiores vítimas da violência no país. Para cada branco assassinado em 2007 foram mortos 2 negros.

- Não significa apenas que o número de negros mortos subiu. Foi o de brancos mortos que diminuiu muito - destaca o pesquisador, para quem a privatização da segurança tem contribuído para essa diferença.

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" Não significa apenas que o número de negros mortos subiu. Foi o de brancos mortos que diminuiu muito "
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Entre 2002 e 2007, o número de pessoas brancas vítimas de homicídio caiu de 18.852 para 14.308, uma queda de 20,1%. O de negros, no entanto, aumentou de 26.915 para 30.193, um crescimento de 12,2%. Se em 2002 morriam 46% mais negros que brancos, em 2007 essa diferença foi para 108%.

A pesquisa do Mapa da Violência confirma que as vítimas de homicídios no Brasil são em maioria os jovens, com idades entre 14 e 24 anos. De acordo com o pesquisador, o perfil dessas vítimas em maioria é o mesmo que o de seus agressores.

Confira as cidades mais violentas do país

As cidades mais violentas do país são Juruena (MT), com 139 homicídios por 100 mil habitantes; Nova Tebas (PR), com 132; Tailândia (PA), com 128,4; Guaíra (PR), com 106,6; Coronel Sapucaia (MS), com 103,6 homicídios para cada 100 mil habitantes. Coronel Sapucaia, por exemplo, é uma cidade de recentes conflitos entre índios e fazendeiros.

Em seguida vem Viana (ES), recentemente citada na Organização das Nações Unidas (ONU) por conta da violência e das péssimas condições que os presos enfrentam na Casa de Custódia, com 99 mortes por 100 mil.

A primeira capital no ranking da violência é Maceió, que aparece em 8º lugar, com 97,4 mortes por 100 mil habitantes. Em seguida vem Recife, em 19º lugar, com 87,5, seguida de Vitória, que ocupa a 34ª posição, com 75,4 homicídios por 100 mil habitantes.

Rio, São Paulo e Minas puxam queda de homicídios

De acordo com o pesquisador, os estados do Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais forçaram a queda dos homicídios por desenvolverem políticas mais eficientes de segurança pública. No ranking dos estados, São Paulo em 1997 tinha o quarto lugar, e hoje caiu para 25º, registrando 17,1 mortes por 100 mil habitantes. O Rio de Janeiro era o estado mais violento do país e caiu para 4º lugar, com uma taxa de 52,2 mortos por 100 mil habitantes. Já Alagoas, que em 97 estava no 14º lugar, hoje é o estado com maior índice de violência, registrando 59,6 mortes por 100 mil habitantes.

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Evolução dos Homicídios Jovens (15 a 29 anos) nos Municípios

Dadas as possíveis oscilações devidas a fatos esporádicos em municípios de menor porte, optou- se por incluir no cômputo só municípios com mais de 3.000 jovens na faixa de 15 a 29 anos de idade. O total de municípios nessa situação, em 2007, foi de 3.464.

Para o ordenamento, empregou-se a técnica da média móvel. Para Municípios com mais de 50 mil jovens, em 2007, foram utilizados os dados de homicídios do último ano disponível, isto é, de 2007. Para Municípios de 10 até 50 mil jovens, utilizou-se a média de homicídios dos últimos três anos – em nosso caso, de 2005, 2006 e 2007; para municípios com menos de 10 mil habitantes, a média dos cinco últimos anos (de 2003 a 2007).

O número de anos utilizados para calcular as taxas pode ser encontrado na coluna Média/Anos. Como existem 5.564 municípios no país, seria materialmente impossível incluir a totalidade nesta edição. Por esse motivo, na publicação, foram incluídos os 300 municípios com maiores índices do país. Mas, para os interessados, as planilhas em Excel contendo a totalidade dos Municípios encontram-se disponibilizadas no site da instituição28.

Fonte: SIM/SVS/MS

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Em dez anos, país registra 512,2 mil assassinatos

Demétrio Weber - O GloboAgência Brasil
BRASÍLIA e SÃO PAULO - Os dados do Mapa da Violência 2010 - Anatomia dos Homicídios no Brasil, divulgado nesta terça-feira, mostra que, de 1997 a 2007, o Brasil registrou 512.216 assassinatos. Só em 2007, foram 47.707 vítimas, nada menos do que 130,7 por dia. Em 2007, a taxa de homicídios no país era de 25,2 mortes para cada grupo de 100 mil habitantes, a mais baixa dos onze anos no período estudado. Ainda assim, apenas dois décimos menor do que a de 1997 (25,4). Ou seja, uma década depois, o país retomou o patamar de 1997. O estudo é baseado nos atestados de óbito do Sistema de Informações de Mortalidade (SIM), do Ministério da Saúde.

A queda foi maior nas capitais do país, onde as ocorrências passaram de 45,7 homicídios a cada 100 mil habitantes em 1997 para 36,6 em 2007. Porém, no interior os números são bem diferentes. A taxa de homicídios no interior do país cresceu de 13,5 (a cada 100 mil) em 1997 para 18,5 em 2007. De acordo com o estudo, os dados indicam o fenômeno da "interiorização da violência", que começou na virada do século, e consiste no deslocamento dos pólos dinâmicos da violência das capitais e regiões metropolitanas para o interior.

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" Estamos num momento de equilíbrio instável. Nos últimos anos, as taxas vão baixando, mas não há uma tendência clara "
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Uma análise ano a ano mostra que as estatísticas poderiam ser piores. De 1997 a 2003, a taxa de homicídios no país cresceu na faixa de 5% ao ano, atingindo o pico de 28,9 assassinatos para cada 100 mil habitantes em 2003 - com 51.054 mortos. Depois disso, o índice caiu em 2004 (27) e 2005 (25,8), voltou a subir em 2006 (26,3) e alcançou seu menor patamar em 2007.

O sociólogo Julio Jacobo Waiselfisz, autor do mapa, diz que a queda em 2004 e em 2005 pode ser atribuída à campanha do desarmamento. Ele aposta que o Pronasci (Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania), do Ministério da Justiça, dará bons resultados. Mas observa que o programa foi lançado ao longo de 2007, de modo que sua eventual contribuição dificilmente seria captada no estudo.

- Estamos num momento de equilíbrio instável. Nos últimos anos, as taxas vão baixando, mas não há uma tendência clara. São políticas estaduais, com apoio federal, que estão incidindo nos dados da realidade. O que acontece em São Paulo, Rio e Minas, estados com peso demográfico enorme, influencia a média nacional - diz Julio Jacobo.

Comparando-se os dois extremos do período analisado, a taxa de homicídios do país oscilou negativamente (- 0,7%), entre 1997 e 2007. O número absoluto de assassinatos, porém, aumentou de 40.507 para 47.707, um acréscimo de 17,8%. Essa elevação ficou abaixo do crescimento populacional de 18,6% no período. A taxa leva em conta o tamanho da população e, por isso, caiu.

Violência cresce entre jovens

Além disso, o estudo mostrou que, desde 1980, a violência continua crescendo entre os jovens brasileiros. Se a cada 100 mil jovens (entre 15 e 24 anos) 30 deles morriam por homicídio em 1980, o número saltou para 50,1 em 2007.

"Assim, pode-se afirmar que a história recente da violência que resulta em homicídio no Brasil é a história do crescimento dessa violência entre jovens. Uma não terá solução sem a outra", afirma Waiselfisz no estudo.

De acordo com o Mapa da Violência, em mais de 90% desses casos de homicídio as vítimas eram homens e os mais atingidos no período foram os negros: se em 2002 morriam 46% mais negros do que brancos, em 2007 a proporção cresceu para 108%.


sexta-feira, 26 de março de 2010

14 Enai, estou participando, representando Imperatriz

Estou nesse momento em Poços de Caldas (MG), participando 14º ENAI, Encontro nacional de Associações de Imprensa e do 9º Ciclo de Conferencias da Imprensa Brasileira.

Depois eu falo sobre o assunto, enquanto isso vejam o link do evento: