segunda-feira, 25 de julho de 2011

EPITÁFIO DE ELIENE DA CONCEIÇÃO: Uma triste narrativa de Eduardo Hirata sobre a vida e a morte em Açailandia-MA


A notícia saiu nos blogs (Antonio Marcos, Gilberto Freire, Wilton Lima) deste final de semana:

 
“logo nas primeiras horas de sábado 23/07, a Policia Militar de Açailandia-MA foi informada por populares, do achado do corpo de uma mulher identificada como Eliane da Conceição, 41 anos de idade, moradora da Rua 15 de Novembro, Bairro Laranjeiras, o corpo da vitima foi encontrado em um terreno baldio, localizado nas proximidades da Comaco da Av. Bernardo Sayão. 

Depois de fazerem um levantamento prévio da situação, o Cabo A. Costa e os demais policiais da viatura 09, comandada pelo Sargento Araújo, deram inicio a diligencias no sentido de prender o autor do crime. Os policiais lograram êxito e conseguirem efetuar a prisão de Ivanildo Crispim de Almeida, 22 anos de idade, principal acusado de cometer a “barbárie”. A principio ele negou, mais minutos depois tomado de muitos remorsos, resolveu assumir e de forma detalhada contar como tudo aconteceu. 
Ivanildo Crispim de Almeida, deverá ser autuado por homicídio com requinte de crueldade e ocultação de cadáver.”
O crime – Em conversa com os policias, Ivanildo Crispim, disse que tinha tido um relacionamento com Eliane, mas que resolveu por um fim no caso amoroso, o que ela não teria aceitado, segundo ele por esse motivo, ela passou a lhe ameaçar de morte, foi aí que ele resolveu da cabo na vida dela. Na noite de sexta-feira, depois de tudo planejado, ele a convidou para sair, prometendo a Eliane uma noite de “prazer”, foi ai que tudo aconteceu. Após manter relação sexual com a vitima, Ivanildo confessa ter sufocado Eliane com um pano e lhe desferiu dezenas de golpes de“canivete”. Quando o corpo de Eliane foi encontrado, estava irreconhecível e nu do jeito que veio ao mundo.


Assim, fria e cruelmente, teve fim a vida da mulher Eliene da Conceição, conhecida nas bandas da Laranjeiras, da Praça da Bíblia, do Mercado e Feira, do Entroncamento.

Mãe de cinco anos filhos, quatro menores de idade, um ainda menino, assim como foi com Amy Winehouse neste mesmo final de semana, sua morte foi “uma crônica de morte anunciada”.

 
Seu destino começou a ser traçado até pelo local onde morava, um ajuntamento de moradias indignas de serem taxadas de “casas”, esquecido pelo governo e pela sociedade.

 
É lógico que o local onde se mora não justifica certos comportamentos, mas ajuda a explicar... E é certo de que nem todos e (todas) pobres tenham que tomar determinados caminhos, que acabam levando a trágicos destinos, como foi o de Eliene da Conceição...

 
Mas é preciso se dizer que ela foi vítima (preta, pobre,....) de todo um sistema (ideológico, político, social, econômico) que a levou e sua prole a sobreviver à margem do que se acha “normal” neste nosso Brasil moderno e globalizado...

 
Seu destino, diante da fragilidade de nossas políticas de atenção às pessoas e famílias mais fragilizadas, e das ações sociais ou de solidariedade que apesar de todas as boa intenções, não vêm conseguindo reverter as situações de necessidades e desespero vivenciadas por milhares e milhares de infelizes açailandenses, como foi com Eliene da Conceição.

 
O assassinato de Eliene da Conceição, fecha uma semana em que, por ironia do destino, iniciou com otimista entrevista do Major PM Edeilson Carvalho, aos meios de comunicação locais, dizendo da diminuição das ocorrências de homicídios em Açailândia (além de Eliene, foram assassinados, estes a balas, “Ceará e Serginho”).

 
É um quadro que demonstra nossas fraquezas no sistema de segurança, e com o assassinato de Eliene da Conceição, deveria nos levar a pensar seriamente em ampliar e fortalecer a seguridade social (assistência social, saúde, previdência social) num quadro crescente de “população de rua” (pés-inchados, zumbis), na maioria “filhos e filhas das drogas (sobretudo o crack”) que se misturam em “consórcio” com a prostituição ( e a exploração sexual comercial de Crianças e Adolescentes), o tráfico e a criminalidade, que vem assustando (assustando, não: apavorando a população!...)

 
A questão é que a sociedade açailandense considera a “questão social” caso de segurança, caso de polícia, e aí se distorce tudo...

 
Desse “caldo de cultura” , desse “meio ambiente”, nasceu, cresceu, se desenvolveu, e morreu Eliene da Conceição, e morrem seres humanos como ela, deserdados de berço e de vida,em sua plenitude.

 
Como dizia um morador, no velório de Eliene da Conceição : “... a vida prá nós é todo dia, dia de dor... Prá ela, não vai ser mais. Descanse em paz, Eliene da Conceição!...” 

(Texto de Eduardo Hirata. Título e ilustração deste blogue).

sexta-feira, 22 de julho de 2011

IBGE: cor e raça são determinantes no trabalho

RIO - Pesquisa divulgada nesta sexta-feira pelo IBGE mostra que 63,7% dos 15 mil entrevistados pelo instituto reconhecem que a raça e a cor influenciam a vida. As mulheres apresentam percentual maior do que os homens: 66,8% delas disseram que a cor ou raça influenciava, contra 60,2% deles. O estudo mostra ainda que, na opinião 71% dos entrevistados, o trabalho é a área mais influenciada pela cor ou pela raça. Em seguida, aparecem a relação com a Justiça e a polícia (68,3%), o convívio social (65%), a escola (59,3%) e as repartições públicas (51,3%). 

A "Pesquisa das Características Étnico-Raciais da População: um Estudo das Categorias de Classificação de Cor ou Raça" coletou informações em 2008, em uma amostra de cerca de 15 mil domicílios, no Amazonas, Paraíba, São Paulo, Rio Grande do Sul, Mato Grosso e Distrito Federal. Participaram da pesquisa pessoas acima de 15 anos.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/pais/mat/2011/07/22/pesquisa-do-ibge-mostra-que-63-7-dos-entrevistados-reconhecem-influencia-da-raca-da-cor-na-vida-924959050.asp#ixzz1SrX6UmUD
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Murdoch, entre os limites e valores do jornalismo

*por Helio Gurovitz

A consolidação da imprensa profissional, ao longo dos dois últimos séculos, só foi possível porque ela mesma soube estabelecer seus limites. Cabe aos jornalistas informar, tomar posição sobre os temas relevantes para a sociedade e tentar influir no debate político em nome do interesse público. Mas é preciso saber onde parar. Jornalistas não podem mentir, não podem roubar, não podem desrespeitar a lei nem fazer aquilo que nossos avós classificariam como “passar dos limites”. Limites. Eis, numa palavra, aquilo que distingue o jornalista profissional dos blogueiros amadores e dos fofoqueiros que circulam pelas mesas de bar e redes sociais.

Testar esses limites não é, evidentemente, privilégio dos novos sites de vazamento, como o WikiLeaks, ou dos piados e latidos dos profetas e demagogos da era digital. Ninguém tem feito isso de forma tão evidente quanto o empresário australiano-americano Rupert Murdoch, um ícone da “mídia tradicional” – ele é controlador da News Corporation, dona do canal de TV Fox News, do nova-iorquino Wall Street Journal, do londrino The Times e de um sem-número de redes televisivas, jornais e negócios on-line mundo afora. Com a estridência que imprimiu à Fox, Murdoch misturou, como nunca antes, informação e opinião e atendeu à demanda latente da parcela do público americano que, diante da abundância informativa da internet, ansiava pela verborragia de comentários apaixonados, por mais que eles desafiassem a objetividade jornalística (a Fox chega a levar a sério quem afirma que Barack Obama não nasceu nos Estados Unidos...). Graças a esse modelo próximo dos blogs e do clima de botequim que impera no universo on-line, a Fox conseguiu, ao longo da última década, alcançar o primeiro lugar entre os congêneres e, para um faturamento estimado em US$ 1,5 bilhão, lucrou no ano passado US$ 800 milhões. Um indiscutível sucesso.

Mas nem sempre testar os limites dá certo, como o próprio Murdoch foi obrigado a reconhecer na semana passada ao fechar o tabloide News of the World, um jornal dominical inglês de 168 anos, que já alcançou circulação de 8 milhões de exemplares – e hoje vendia em torno de 2,7 milhões. A imagem do jornal foi destruída à medida que veio à tona a prática de violações sistemáticas à caixa postal de políticos e celebridades em busca de notícias exclusivas (leia a reportagem). Na última sexta-feira, a polícia prendeu um ex-diretor do jornal e ex-secretário de comunicação do primeiro-ministro britânico. Ao fechar o News of the World, Murdoch deixou claro quanto o jornal ultrapassara “os limites”. Para todos nós, fica ainda mais clara a importância de respeitá-los com rigor para que a sociedade possa continuar contando com um jornalismo livre, responsável e capaz de abraçar as inovações da era digital sem esquecer de perpetuar aqueles valores essenciais – que não mudam em todas as eras.

* Helio Gurovitz  é diretor de redação Revista Época.

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Valéria Macedo quer facilitar a participação de empreendedores individuais e micro-empresas em licitações no Maranhão

Deputada Valéria Macedo
Tramita na Assembleia Legislativa do Maranhão, o projeto de lei ordinária nº. 127/11, de autoria da deputada estadual Valéria Macedo que dispõe sobre a dispensa por parte do micro empreendedor individual – MEI, das microempresas e empresas de pequeno porte, de apresentarem certidões de regularidade fiscal de tributos do estado, para licitação e contratação com a administração pública estadual direta e indireta e os municípios do Estado do Maranhão.

Segundo a deputada pedetista, a dispensa de certidão de regularidade fiscal de tributos estaduais tem o único objetivo de facilitar que o mico empreendedor individual (MEI), a Microempresa e a empresa de pequeno porte participem de processos de licitação e/ou de contratação com o poder público estadual ou municipal e não implica em qualquer dispensa de tributo ou alteração da relação jurídico-tributário entre estes contribuintes e o Estado.

“Nos tempos de hoje, o papel de gerar a maior parte dos empregos cabe ao setor terciário: comércio e serviços que respondem por 72% dos postos de trabalho, segundo dados do IBGE. A importância econômica do setor terciário reflete-se, na sua medida, no Produto Interno Bruto (PIB) do país, que em 2010 respondeu por 67,4% da riqueza nacional, também segundo dados oficiais do IBGE, por isso estamos dando entrada nesse projeto que considero muito importante para esse setor”, argumenta Valéria.

Com dados, Valéria justifica em seu projeto que a atenção à indústria, incluindo a construção civil, gera 25% do emprego e o comércio e serviços são responsáveis por 72% dos postos de trabalho.

“É preciso que se volte, em termos de economia, para o setor terciário no Maranhão, o qual, diga-se de passagem, não tem recebido tratamento adequado na elaboração das políticas públicas”, constata a deputada, acrescentando que é indispensável que os micros empreendedores individuais, as microempresas e empresas de pequeno porte e até mesmo os produtores rurais recebam por parte do poder público estadual regras de simplificação fiscal e de fomento.

“O Estado do Maranhão e todos os seus municípios precisam direcionar-se para o setor de comércio e serviços em termos de fomento e de planejamento do desenvolvimento. A economia no país tem um forte conteúdo no setor público e, no Maranhão, ela é preponderantemente uma economia pública. Vale dizer, em grande medida a locomotiva econômica maranhense passa de algum modo pelas contas do crédito, receita e despesa públicas”, diz Valéria Macedo.

Para a deputada, neste sentido o Estado precisa se movimentar rumo ao setor terciário da economia maranhense, “sem prejuízo, é claro, dos já concedidos e sempre bem aquinhoados benefícios fiscais, creditícios e de fomento que são sempre deferidos aos setores primário e secundário de nossa economia”.

A dispensa de apresentação das certidões comprobatórias de regularidade quanto aos tributos estaduais é uma medida simples, mas desburocratizante na parte que concerne à competência do Estado que segundo Valéria não implicará em nenhum gasto ou prejuízo para o Estado, pois não implicam em dispensa de pagamento do tributo ou qualquer alteração da relação jurídico-tributária eventualmente existente. Apenas o Estado e seus municípios para contratação não a perquirirá para fins de licitação e contratação.

“O presente projeto de lei não implica qualquer despesa para o Estado e vem resolver um problema nas contratações com o poder público”, garante a deputada.

Justifica ainda Valéria que no âmbito federal, já há iniciativas neste sentido como, por exemplo, as Medida Provisórias números 523/2011, 529/2011 e as Leis Complementares Federais números 123/2006 e 128/2008 q ue instituíram os regimes fiscais do Microempreendedor Individual – MEI, o microempresário e a empresa de pequeno porte, consideradas como tais as que faturam anualmente até R$ 36.000,00, R$ 240.000,00 e 2.400.000,00 por ano respectivamente.

Infelizmente, segundo Valéria, por falta de instrumento normativo por parte do Estado do Maranhão, ainda se exige certidões negativas de tributos estaduais nas licitações, algumas, a rigor, inexigíveis por parte mesmo da legislação complementar federal.

Tenho total confiança que essa minha iniciativa terá a aprovação de meus pares e do governo, pois além de não trazer nenhum custo financeiro para o Estado, não se pode desconhecer a dificuldade dos pequenos empreendedores beneficiados com esse projeto em comprovar, por meio de certidões, a regularidade fiscal de tributos e contribuições estadual”, finalizou Valéria.

Em um semestre de mandato, 30 deputados não falaram em público no plenário

Os maranhenses Daví Júnior (PR-MA), Nice Lobão (DEM-MA) e Zé Vieira (PR-MA) fazem parte da lista de "mudos" do plenário da Câmara dos deputados

Deputado Tiririca, ainda não falou
Boa parte dos 513 deputados disputa alguns minutinhos a mais durante os discursos. Mas a Câmara tem uma turma que está exatamente no campo oposto. Levantamento feito pelo GLOBO mostra que 30 parlamentares da Casa entraram mudos e saíram calados do plenário neste primeiro semestre, sem ter feito pronunciamentos ou mesmo uma pequena intervenção que fosse.
Deputado Daví Júnior
Entre eles, está o comediante Tiririca (PR-SP), o deputado federal mais votado na eleição do ano passado. Ele ganha ainda a companhia de dois presidentes de partidos, Sérgio Guerra (PSDB-PE) e José Luiz Penna (PV-SP). Outro que se mantém longe dos microfones da Câmara é Valdemar Costa Neto (PR-SP), um dos personagens da crise que atinge o Ministério dos Transportes e o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit). O PR, aliás, é o partido que mais tem deputados que não se pronunciaram em plenário: sete no total, contra seis do PMDB. Com a diferença que o PR tem uma bancada de 41 deputados e o PMDB, 79.
Deputada Nice Lobão
A Câmara faz, todo mês, o sorteio do dia e do horário em que cada parlamentar vai fazer seu discurso. Alguns, no entanto, preferem abrir mão desse direito. Entre estes 30 deputados que nunca falaram em público no plenário, 15 foram sorteados para discursar, mas optaram por passar a vez a outros colegas ou simplesmente não foram à tribuna no dia e hora marcados. Apesar de o parlamentar depender deste sorteio para fazer um pronunciamento mais longo na tribuna, nada impede que eles se inscrevam durante outras sessões para defender uma ideia ou fazer algum comentário sobre algum tema relevante ou em votação.

Deputado Zé Vieira
Tiririca foi um destes 15 deputados que não falou mesmo sendo sorteado. Ele passou a vez dele de falar. Segundo a assessoria do comediante, Tiririca não pretende fazer pronunciamentos públicos na Câmara, "porque ele é uma pessoa mais tímida e prefere apresentar os projetos". A assessoria negou que o deputado se mantenha calado por orientação do partido.

Já o presidente do PV disse que ainda está se ambientando com a Câmara, por estar exercendo o primeiro mandato na Casa:
- Eu tive que compreender o processo da Casa, embora já tenha sido vereador. Uma outra coisa é que, como presidente do partido, é bom passar essas intervenções em plenário para a liderança. Isso é uma orientação - disse ele, afirmando que também teve um problema de saúde que o fez se ausentar de algumas sessões.

Por meio da sua assessoria, o deputado Sérgio Guerra negou ser tímido e ressaltou que fala muito como presidente do PSDB. No entanto, informou que, na prática, existe uma divisão de tarefas no partido, e o papel de defender as ideias da legenda na Câmara fica com o líder do partido na Casa, Duarte Nogueira. Ainda segundo a assessoria, as atividades de Guerra como presidente do partido requerem dele muito tempo, o que também inviabiliza os discursos na Câmara.

As informações estão disponíveis no portal da Câmara, e a pesquisa foi feita até a data em que começou o recesso. Não foram incluídos no levantamento os deputados com 'ficha-suja' que assumiram o mandato na semana passada.

O GLOBO tentou falar com alguns parlamentares que constam na lista abaixo, mas, por conta do recesso, alguns não atenderam às ligações.

Veja quem são os deputados que entraram mudos e saíram calados neste primeiro semestre:

Alexandre Rosso (PSB-RS) - Foi sorteado, mas não se pronunciou
André Dias (PSDB-PA) - Sorteado para falar em agosto
Anibal Gomes (PMDB-CE) - Foi sorteado, mas não se pronunciou
Aracely de Paula (PR-MG) - Ainda não foi sorteado para discursar
Beto Mansur (PP-SP) - Ainda não foi sorteado para discursar
Carlos Eduardo Cadoca (PSC-PE) - Cedeu a vaga para Edmar Arruda
Davi Alcolumbre (DEM-AP) - Ainda não foi sorteado para discursar
Davi Alves Silva Jr. (PR-MA) - Foi sorteado, mas não se pronunciou
Eli Correa Filho (DEM-SP) - Ainda não foi sorteado para discursar
Evandro Milhomen (PCdoB-AP) - Ainda não foi sorteado para discursar
Hermes Parcienello (PMDB-PR) - Sorteado para falar em agosto
João Magalhães (PMDB-MG) - Ainda não foi sorteado para discursar
José Priante (PMDB-PA) - Ainda não foi sorteado para discursar
Joseph Bandeira (PT-BA) - Ainda não foi sorteado para discursar
Luiz Fernando Faria (PP-MG) - Ainda não foi sorteado para discursar
Marcos Medrado (PDT-BA) - Foi sorteado, mas não se pronunciou
Natan Donadon (PMDB-RO) - Foi sorteado, mas não se pronunciou
Neiltom Mulim (PR-RJ) - Foi sorteado, mas não se pronunciou
Nelson Meurer (PP-PR) - Foi sorteado, mas não se pronunciou
Nice Lobão (DEM-MA) - Sorteado para falar em agosto
Penna (PV-SP) - Sorteado para falar em agosto
Rubens Otoni (PT-GO) - Ainda não foi sorteado para discursar
Sérgio Guerra (PSDB-PE) - Ainda não foi sorteado para discursar
Solange Almeida (PMDB-RJ) - Foi sorteada, mas não se pronunciou
Tiririca (PR-SP) - Cedeu vaga para Ronaldo Fonseca
Valdemar Costa Neto (PR-SP) - Cedeu vaga para Domingos Dutra
Vinicius Gurgel (PRTB-AP) - Foi sorteado, mas não se pronunciou
Walter Tosta (PMN-MG) - Foi sorteado, mas não se pronunciou
Wellington Roberto (PR-PB) - Foi sorteado, mas não se pronunciou
Zé Vieira (PR-MA ) - Foi sorteado, mas não se pronunciou

Leia também: Na Câmara, 'deputados-celebridades' falaram sobre genocídio do povo armênio, casamento gay e Jogos Militares

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Unicamp pesquisa desenvolvimento econômico de Imperatriz

Vista aérea de Imperatriz-Foto: Josué Moura (Publicação livre, desde que citado o crédito do autor)
Os maciços investimentos em Imperatriz chamam a atenção de todo o país. Na manhã da última segunda-feira (18) o professor doutor Humberto Miranda, da Universidade de Campinas, esteve em Imperatriz para levantamento de dados sobre as diversas matrizes econômicas da cidade para embasar uma pesquisa de campo. Ontem, ele se reuniu com os técnicos da Secretaria Municipal de Agricultura e fez uma visita ao prefeito Sebastião Madeira.
 
Humberto Miranda disse que a escolha da cidade para compor a pesquisa, foi motivada pela atual realidade econômica da cidade. Ele garante que Imperatriz passa por um momento único.
 
“Eu estou buscando municípios que vão receber o impacto ou que estão passando por mudanças devido a esse momento de crescimento do Brasil. Onde há expansão das fronteiras, da agropecuária ou [da extração de] minério. Imperatriz é um ponto fundamental, de conexão de várias dessas cidades e com influência forte nesta área chamada de pré-amazônia”, argumentou.
 
O professor acredita que Imperatriz passará por mudanças em seu padrão de desenvolvimento e urbanização, pois, atualmente, os investimentos estão menos centralizados. Para ele, é necessário pensar alternativas para aproveitar este momento da melhor maneira possível investindo, principalmente, na infraestrutura da cidade.
 
“As grandes metrópoles estão saturadas por uma série de coisas, mas, principalmente, devido ao custo econômico das grandes capitais, que é o que chamamos de ‘deseconomia de escala’. O investimento é menos eficiente quando a cidade incha muito. O trânsito não anda mais, a cidade perde mobilidade. Imperatriz precisa se preparar com antecedência para não sofrer com isso”, alertou.
 
Outro ponto tratado pelo pesquisador, foi a liderança que Imperatriz exerce no cenário estadual. Segundo ele, quanto maior o crescimento da cidade, maior a dependência dos municípios vizinhos. 

A pesquisa, segundo o próprio professor, terá um papel importante para pensar o papel de algumas cidades neste novo processo de desenvolvimento econômico, entre elas Imperatriz. O relatório final deve ser apresentado no mês de dezembro. (Comunicação)

terça-feira, 19 de julho de 2011

Delegado nervoso expulsa repórter da 10° Delegacia Regional de Imperatriz

Delegacia Regional de Imperatriz

Apesar de contar com três entidades (Sindijori, Airt e Aimp), a imprensa imperatrizense anda com a moral em baixa, pelo menos junto à Polícia Civil que vez por outra trata mal e até expulsa repórteres, impedindo o trabalho destes na sede do 1ª Distrito Policial.

O fato exige dessas entidades e da TV Difusora uma manifestação de repúdio, no intuito de que o trabalho dos repórteres policiais e a liberdade de imprensa não seja cerceada novamente.

Há cerca de alguns meses chegaram a probir a entrada de repórteres na Permanencia das delegacias, agora na noite de ontem ( eu ví as imagens hoje)o repórter Léo Costa que tira as férias de Raimundo Roma no Bandeira2 da TV Difusora foi expulso delegacia a fora quase aos empurrões por um delegado nervoso.

Segundo narra o jornalista Gil Carvalho em seu site Tribuna do Tocantins, Léo Costa entrevistava um policial militar quando foi interrompido pelo  delegado Leonardo Carvalho, que também responde pela delegacia de Montes Altos (66 km de Imperatriz), expulsou ontem o repórter Léo Costa, que apresenta interinamente o programa “Bandeira 2” (Difusora-SBT), das dependências da permanência do plantão central da 10° Delegacia Regional de Imperatriz (DRI).

Essa é a terceira vez que o delegado Leonardo se confronta com profissionais da imprensa de Imperatriz. Ele alega que os jornalistas e radialistas “atrapalham o serviço de investigação da polícia”.

O primeiro caso aconteceu com o repórter-apresentador Fidelis Uchôa, da TV Band, quando o delegado comandava uma investigação na Beira-rio com objetivo de “estourar” uma boca-de-fumo, mas não logrou êxito partindo para cima do jornalista culpando-o pelo fracasso da operação.

O segundo episódio envolveu coletivamente todos os jornalistas e radialistas que faziam a cobertura do caso do assassinato do funcionário público Claudivino Rocha Silva, irmão do prefeito de Montes Altos. Lá, no Instituto Médico Legal (IML), o delegado proibiu a imprensa de entrar nas dependências do órgão.

É de Imperatriz a nova Superintendente da PRF no Maranhão

Tereza Pereira
A imperatrizense, Inspetora Tereza Nascimento Pereira, foi nomeada para o cargo de Superintendente da 18ª Superintendência de Polícia Rodoviária Federal, no Estado do Maranhão.
 
A Inspetora Tereza já havia assumido interinamente a chefia da Polícia Rodoviária Federal, em maio deste ano. Ela é policial rodoviária federal (PRF) desde 1994, lotada inicialmente na Delegacia de Polícia Rodoviária Federal de Imperatriz, com constante atuação na Corregedoria. No ano passado, Tereza Nascimento foi removida para a capital, onde assumiu a chefia do Núcleo de Apoio Técnico e Jurídico e a de Superintendente Substituta.

A Inspetora Tereza Nascimento tem 42 anos, é casada com o advogado Juscelino Pereira, e tem dois filhos. Com formação acadêmica em Pedagogia, pela Universidade Federal do Maranhão (UFMA) e em Direito, pela Faculdade de Imperatriz (FACIMP), atualmente está cursando pós-graduação em Direito Constitucional e Docência Superior.
 
Na próxima segunda-feira, às 9 horas, a nova Superintendente da Polícia Rodoviária Federal no Maranhão, Tereza Nascimento Pereira, na sede da Superintendência, dará entrevista coletiva para falar dos seus planos em mais esse dasafio. Terezinha Nascimento assumiu no lugar de Inácio Castro. (Do Jornal O Progresso)