sábado, 21 de julho de 2012

DEPUTADA PARTICIPA DE INAUGURAÇÃO DO NOVO TATERSAL DO PARQUE ALFREDO SANTOS, EM PORTO FRANCO-MA

A reforma, ampliação e o novo Tatersal do Parque é resultado de verba federal carreada pelo deputado federal Roberto Rocha (PSB) e ainda parceria da prefeitura de Porto Franco e do Estado, este último por interveniência da deputada estadual Valéria Macedo, com emenda parlamentar no valor de R$100 mil reais.


Cumprindo agenda na região tocantina e sul do Maranhão a deputada estadual Valéria Macedo (PDT), participou na última sexta-feira, 19, da inauguração do novo Tatersal de leilões e da entrega de uma reforma e ampliação do Parque Alfredo Santos, em Porto Franco, sua cidade natal, onde se encerrou ontem a tradicional feira de agronegócios e da agricultura familiar, a Expofran 2012, considerada hoje a segunda maior do Maranhão, depois da Expoimp de Imperatriz.

Estiveram presentes ao evento, além do prefeito Deoclides, deputada Valéria Macedo, o presidente da Associação dos Produtores Rurais de Porto Franco Roberto Rabelo, o ex-deputado federal Roberto Rocha, o presidente estadual do INCRA José Inácio,
Secretário adjunto de Agricultura e Pesca do Maranhão, Raimundo Coelho (representando o governo do Estado) o presidente do Sinrural (Imperatriz), diretores dos bancos do Nordeste e do Brasil, representantes da Algar Agro e ainda lideranças políticas e produtores rurais de toda a região.

A reforma, ampliação e o novo Tatersal é resultado de uma verba federal carreada pelo deputado federal Roberto Rocha (PSB) e ainda parceria da prefeitura de Porto Franco com o Estado, este último por interveniência da deputada estadual Valéria Macedo que conseguiu aprovar emenda  parlamentar no valor de R$100 mil reais.

Foram asfaltadas as ruas do parque, construídos novos galpões, baias para os animais entre outras ampliações e reformas que segundo o prefeito Deoclides “deram nova cara ao parque, separando o local de exposição de animais da área de shows e entretenimento, dando mais comodidade aos milhares de visitantes que prestigiam uma das maiores exposições agropecuárias do Maranhão.”

“Estamos entregando uma obra que tem muita importância para o desenvolvimento econômico de nossa região, graças ao trabalho conjunto, de parcerias, mais uma iniciativa concretizada pelo empreendedorismo de nosso prefeito Deoclides Macedo. A Expofran é hoje sem dúvida uma grande feira e uma grande feira merece ser feita num local aprazível, portanto toda a região está ganhando com isso”, disse Valéria, explicando a importância econômica da Expofran.

A parlamentar aproveitou ainda para fazer publicamente ao presidente do INCRA José Inácio, algumas reivindicações em favor de pequenos agricultores e assentados da região. Também aos diretores dos bancos, fez elogios pelas parcerias que tem sido feitas com Porto Franco e com os grandes e os pequenos produtores, ressalvando que é preciso muito mais parcerias para melhorar o Maranhão.

“As nossas dificuldades serão aos poucos vencidas, se todos nós, políticos, governos, empresários, produtores rurais, INCRA, Bancos e demais organismos nos dermos as mãos em parcerias grandiosas que aos poucos tornará o Maranhão num Estado melhor para todos”, finalizou Valéria. (Assessoria)

DEPOIMENTOS COMPROMETEM IMAGEM DE DÉCIO SÁ, MAS A ELUCIDAÇÃO DO CASO ESTÁ ACIMA DE QUALQUER COISA


Décio Sá
Conforme vou tendo acesso aos mais diversos depoimentos, infelizmente vou descobrindo que Décio Sá andava em péssimas companhias. Uma gente de décima, envolvida com gente igualmente de décima. O que tinha tudo para dar errado.
Ao conviver de maneira mais próxima com esse tipo de gente, cruzar com Gláucio Alencar era questão de um pulo. E, pelo que tenho lido, e já deixei no ar aqui, não será de espantar que as investigações cheguem à conclusão de que Décio Sá fez acordo vantajoso para não seguir contando o que tinha apenas insinuado no blog. E, a ser verdade, e tudo começa a levar a crer que sim, bem aí cometeu um erro fatal: com bandido não se tergiversa, com bandido não se negocia. Bandido pode até servir de fonte, jamais de parceiro, seja em que tipo de negócio seja. Com bandido não se senta para folgar em mesa de bar e de restaurante. Com gente esquisita não se negocia o silêncio jornalistico, imagina com bandidos. Porque o silêncio jornalístico, seja em que situação for, é a negação do jornalismo.
Como já escrevi aqui, lamentavelmente, há muito Décio Sá abdicara de ser jornalista. De um lado, confundiu os patrões com amigos, deixando de vender a mão de obra para entregar a alma. De outro, passou a conviver muito proximamente com gente desqualificada. Estava armada a bomba-relógio.
Um caso exemplar – No dia 27 de abril, contra tudo e contra todos, sozinho, como sempre faço quando considero que devo ir contra a maré, escrevi o texto: “Pedrosa não se regozija com a morte de Décio. Discorda do jornalismo praticado por Décio e condena corretamente o crime.”
Era minha resposta “às hordas do sentimentalismo vulgar”. Por quê? Simples, Antônio Pedrosa, a quem nunca vira em minha vida (até hoje não sei como ele é), presidente da Comissão de Direitos Humanos da OAB-MA, escrevera o artigo “Um assassinato contra a democracia”. Ali ele condenava o assassinato, porém não tecia loas ao morto. Ao contrário, dizia:
“Um crime é sempre uma afronta à democracia, porque violenta não apenas o Estado, mas também a comunidade dos cidadãos organizados na esfera pública.
Não adianta agora, por outro lado – em nome da justiça que deve necessariamente ser feita – alçar o jornalista/vítima à condição de baluarte da democracia, o que nunca foi.”
Por conta do artigo, as hordas do sentimentalismo vulgar, volto a repetir, trataram de cair de pau no autor de artigo. Chamaram-no do pior que se possa imaginar. Bom, até que li o artigo e vi que ali nada merecia tamanha grosseria. E, como sempre faço, reproduzi o artigo e fiz a defesa de Antônio Pedrosa. Claro, foi o suficiente para ser tratado da mesma maneira. Os leitores podem rever o artigo de Pedrosa e meus comentários aqui. Mandei os comentários abomináveis para a lixeira, lugar exato para pô-los.
Mas eis o que queria dizer: Pedrosa, corajosamente, disse o seguinte: “Não me surpreenderia se ao cabo das investigações se descobrissem motivos bem menos nobres para o assassinato. Esperamos que não.”
Bem, ao ter acesso a vários depoimentos, tratei de fazer o seguinte texto, no dia 6 de junho: “Afinal, por que Décio Sá foi assassinado?”. O leitor pode reler aqui.
Pois é, todos, jornalistas e blogueiros incluídos, queriam saber quem matou e quem mandou matar Décio Sá, esquecidos da causa. Hoje tenho algumas hipóteses, como imagino que a polícia, que não é formada por tolos, também as tem. Eu começo a dizer mais claramente. Creio que a polícia não o fará, na intenção equivocada, embora cheia de boas intenções, de proteger o morto. Um erro, porque a verdade, por mais que comprometesse o morto, serviria como exemplo. Décio não teria sido morto em vão. (Roberto Kenard é jornalista e Blogueiro ludoviscence).

quinta-feira, 19 de julho de 2012

VALÉRIA MACEDO PEDE A RECONSTRUÇÃO DA MA – 006 QUE LIGA GRAJAÚ A FORMOSA DA SERRA NEGRA

A Deputada Estadual Valéria Macedo (PDT) visitou neste final de semana o Município de Formosa de Serra Negra. Na ocasião Valéria acompanhada do marido o advogado Marco Aurélio, de sua comitiva e aliados da região conversou com várias lideranças locais sobre os maiores desafios do município, quando ouviu e tomou nota das demandas dos candidatos a vereador, líderes de partidos políticos, sindicatos, associações sobre os desafios de Formosa da Serra Negra.


No final da tarde a deputada pedetista participou de tradicional Vaquejada naquela hospitaleira cidade. “As festas de gado de nossa região são eventos que marcam a nossa tradição e o nosso jeito de ser sertanejo” disse a Deputada Valéria.
A Vaquejada de Formosa da Serra Negra organizada pela Prefeitura atraiu mais de 2 mil pessoas por noite, durante todo o final de semana, foi possível assistir toda a movimentação da região, em função desta programação.
Os maiores problemas do município desdobram-se pela Educação, Saúde e na infraestrutura.
As estradas vicinais e a própria MA – 006 que liga Grajaú a Formosa da Serra Negra, com uma extensão de cerca de 80 KM está em péssimas condições.
Em Formosa da Serra Negra Valéria apóia o candidato Cláudio Júnior (PRB), 23 anos, filho do ex-prefeito Cláudio Vale, seguramente a maior liderança daquele município.
Em reunião com o ex-prefeito Cláudio, com o candidato Cláudio Júnior, com os vereadores João Lima (PDT), James (PPS), com vários candidatos a vereador, com o líder Antônio Leda e sua família Valéria reafirmou seu compromisso com o município de Formosa da Serra Negra e disse que ainda antes do início do recesso iria pedir providências por parte do Governo em relação a MA - 006.
A reconstrução da MA – 006 é a contribuição maior que o governo do Estado pode fazer pelo desenvolvimento dessa região e, neste sentido, a Deputada Valéria Macedo formalizou indicação pedido a Governadora Roseana Sarney que envide esforço financeiros e orçamentários no sentido de fazer a referida estrada que liga Grajaú a Formosa da Serra Negra.
“Sensível ao que vi pela estrada que andei e diante das demandas de nosso povo e de nossas lideranças apresentei o pleito a Governadora Roseana Sarney. A MA – 006, assegurando-lhe que o refazimento completo da MA – 006 é a prioridade das prioridades em Formosa da Serra Negra”, concluiu a deputada.
Antes do recesso parlamentar a deputada Valéria formalizou indicação a Governadora Roseana Sarney, pedindo a  Recuperação da Rodovia Estadual MA - 006 no trecho compreendido entre Grajaú a Formosa da Serra Negra num total de cerca de 80 KM,.
Durante sua vista á Formosa da Serra Negra, Valéria se reuniu com lideranças de assentamentos que fizeram algumas reivindicações para os povoados próximos, como a instalação de telefones públicos, que neste caso, facilitaria o contato com a cidade, principalmente em situações de emergência. 


A parlamentar confirmou que fará o requerimento a empresa responsável e confirmou a instalação em um curto prazo de tempo, visto que a maioria das suas solicitações têm sido prontamente atendidas.

Praia do Cacau será liberada na próxima semana


Estrutura de segurança estará disponível aos banhistas a partir do dia 22

Praia do Cacau (2011)- Josué Moura
Agora é oficial. No próximo dia 28 (sábado) a praia do Cacau estará disponível, com toda a estrutura de segurança, para os banhistas de Imperatriz. A abertura da praia do Meio acontece na semana seguinte, no dia 5 de agosto (domingo).
De acordo com o coordenador da Defesa Civil de Imperatriz, Francisco das Chagas Silva, o Chico do Planalto, a decisão só pode ser tomada após o nível do rio Tocantins se estabilizar. “Hoje, é possível definir a data porque percebemos que o nível do rio está estável. Ainda não é aquilo que esperávamos. É uma área de areia de menos de 10%, área muito pequena mas, para não perder tempo, a Prefeitura resolveu disponibilizar para a comunidade toda a estrutura”, explica.
Praia do Cacau (2011)- Josué Moura
A estrutura das duas praias inclui banheiros químicos, serviço de limpeza, guarda-vidas, área de banho demarcada, energia elétrica e acompanhamento do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e da Marinha. No caso da praia do Cacau, a Prefeitura também vai disponibilizar palco, som e equipes da Secretaria Municipal de Trânsito e Transporte (Setran).
Já para a praia do Meio a previsão é de que não haja palco. Segundo Chico do Planalto, a área disponível não é suficiente para a montagem da estrutura.
Já a Setran vai manter uma equipe posicionada na entrada da praia do Cacau. Eles estarão no local aos sábados, domingos e feriados, a partir das 7h30. Deste horário até às 9h, apenas os barraqueiros poderão entrar com veículos no local, para transporte de material de trabalho. A partir das 9h a acesso será fechado.

Encerramento
A estrutura de segurança montada na praia do cacau deve ser mantida até o dia 30 de setembro. Já na praia do Meio, o encerramento deve acontecer somente em cinco de outubro. Segundo Chico do Planalto, o planejamento da Prefeitura pode ser alterando, dependendo da abertura das comportas da Hidrelétrica de Estreito. “Nós nos programamos para que as praias funcionem com toda a estrutura durante dois meses mas, devido à hidrelétrica de Estreito, vamos disponibilizar logo a estrutura”, garantiu.
Ele também lembrou pediu cuidado aos banhistas, lembrando que as vítimas de afogamento são, normalmente, pessoas confiantes nas suas habilidades de natação. “Queremos fazer um verão onde as pessoas possam se divertir com segurança, mas isso também depende do banhista”, finalizou ele.
Amanhã (20) a Defesa Civil e o Corpo de Bombeiros encerram o curso de preparação dos guarda-vidas, que vão dar segurança às praias. Ao todo, são 33 profissionais qualificados para desempenhar a tarefa durante os dois meses de funcionamento das praias. (Denis Oliveira)

segunda-feira, 16 de julho de 2012

IMPERATRIZ 160 ANOS. E AGORA?


Como qualquer cidade, Imperatriz é resultado de transformações de valores, modelos econômicos, decisões políticas e de um pensamento político autoritário no passado que fez criminosamente uso de todas as possibilidades de domínio.

Mas, a cidade onde moramos, por escolha ou por contingências da vida nômade proletária, é bem mais que um local de trabalho e de consumo. Se viemos de fora, nossos filhos nasceram aqui e podemos, sim, sem ufanismo bairrista, gostar da cidade. E, de fato, nosso trabalho e nossa maneira de viver podem contribuir para melhorar ainda mais a vida dessa comunidade, desigual como outras, promissora como poucas.

Disso se trata, em suma, de recuperar a dignidade. É uma tarefa por si só difícil, pois a arte da construção política caminha de maneira mais lenta que a da contestação social. Esta última é tributária das mobilizações sociais, que surgem dos interesses afetados, como foi o movimento de janeiro de 1995, ou a "Revolução de Janeiro" como foi denominada por alguns. Ao contrário, exigem uma tenacidade mais firme para aproximar posições e superar a tentação de monopolizar a verdade e a virtude.

Apesar dos muitos problemas no entanto, Imperatriz respira os ares do crescimento, novas empresas, novos empreendimentos, novas esperanças, mas se não buscarmos exercer uma consciência cidadã entraremos depois numa selva de pedra. O futuro de Imperatriz é agora um desafio e uma preocupação, pois as ameaças já não são mais previsões de visionários românticos e nostálgicos.

Devemos refletir: A vida urbana de Imperatriz até aqui tem escancarado o nosso esvaziamento cultural. "A praça é do povo", é o verso do poeta que ninguém às vezes escuta. Mas a cidade pertence a todos. As ruas não são simplesmente caminhos que levam a algum lugar, mas um lugar de encontro com o desejo, com o outro, o medo, o prazer, a incerteza, as aventuras da vida. A experiência do andar nas ruas e praças tem que ser enriquecedora.

Que imagem de Imperatriz queremos que sobreviva para o futuro? Será a imagem dos governantes atropelando a história, esquecendo fatos e referências, de pessoas aterrando rios, ou da nossa juventude drogada, atolada no Crak, se matando sob os olhos passivos de autoridades?

O desejo da cidade, do espaço público, foi substituído pelo desejo do efêmero e, efêmeros também são os valores e a cultura urbanos. Sem vontade política, a preservação de sua imagem e do que é coletivo, a cidade foi reduzida a discursos políticos esquecidos logo após os comícios nas eleições dos seus governantes.

Quebra-molas, meio-fios, muros e pilares de viadutos pintados, a maquiagem caprichada agrada a quem passa apressado, sem tempo para perguntar: de quem é a cidade? Turistas e estrangeiros, somos mendigos em seu próprio lugar, sem a mínima consciência de que se não adotarmos posturas de pertencimento estaremos cada vez mais distante do território urbano racionalmente desejável. Progresso ou decadência? Não é esta a questão do jogo.

No mundo inteiro o exercício da cidadania é uma arte que antecipa um estilo de governo atento ao valor do consenso sobre determinadas políticas públicas. A confrontação ou o individualismo não resolveu estes problemas e eles aí estão para maiores dados, as igualdades que não crescem e a violência social que não decresce. Estas são as capas da descrença coletiva que devemos atravessar.

A democracia se desenvolve de acordo com o ritmo de dois movimentos: os governos devem construir poder e a oposição deve suscitar alternativas.

O vazio de confiança que no passado atraiu os imperatrizenses para o despenhadeiro se deve à acumulação de erros históricos, entre eles a implacável instabilidade dos governos e à debilidade de uma sociedade civil que não chega a representar-se continuamente, exemplo disso, foi o esvaziamento e a desmobilização do Fórum da Sociedade Civil, logo após a intervenção.

A cidade vive um momento diferente, com estabilidade político-administrativa, um prefeito correto e diuturnamente empenhado, mas a sociedade precisa estar organizada, consciente e participativa. Todos, indistintamente, somos responsáveis por nossa cidade.

É preciso atitudes cidadãs, que não devem apenas serem exercidas somente para a cobrança de nossos direitos, mas também para o cumprimento de nossos deveres. As calçadas tomadas por material de construção, o lixo jogado nas ruas e nos riachos nos cobram uma mudança de postura. Ainda é normal - ninguém reclama - um caçambeiro sair derramando areia no meio da rua.

Devemos exercer nossa cidadania não apenas quando a cidade está ameaçada ou os nossos direitos estão sendo negados, mas também na consciência de pagar os nossos impostos, zelar pelo meio ambiente, colaborar com nosso vizinho, sermos  fraternos, sempre sabedores de que fazemos parte de uma grande comunidade, uma grande família chamada Imperatriz.

quarta-feira, 11 de julho de 2012

PEDRO PAULO DESEMBARCA NO AEROPORTO DE IMPERATRIZ; PAI NEGA PAGAMENTO DE RESGATE

Festa em praça pública será realizada para agradecer a todos pelo apoio
 
Por Gil Carvalho
O garoto Pedro Paulo sendo abraçado pela mãe Elizângela Lemes no aeroporto de Imperatriz. Foto: Antonio Pinheiro
Imperatriz – Em um helicóptero do Grupo Tático Aéreo (GTA), o comerciante Jurandir Melaço e o garoto Pedro Paulo, de 5 anos, que havia sido sequestrado no dia 27 de junho, no bairro Jardim São Luís, na cidade de Imperatriz, desembarcaram  nesta manhã no aeroporto Renato Cortez Moreira.
Os sequestradores, que haviam pedido resgate de R$ 500 mil, deixaram ontem (11) à noite a criança no povoado Cicilândia, município de Palmeirante, a 32 km de Araguaína, no Tocantins. As investigações haviam sido aprofundadas pelas policiais Civil do Tocantins e do Maranhão. Leia mais no site Tribuna do Tocantins.

CASO PEDRO PAULO: MÃE AGRADECE AS ORAÇÕES PELA LIBERTAÇÃO DO FILHO

A mãe de Pedro Paulo, sequestrado há 14 dias em Imperatriz, MA, falou com exclusividade à reportagem do G1 sobre a libertação do filho, que aconteceu na noite desta terça-feira (10), no distrito de Cicilândia, em Palmeirante, TO. Emocionada e aliviada ao mesmo tempo, Elisângela Mellado agradeceu às pessoas que oraram pela vida de seu filho.

"O meu filho está vivo e está bem. É isto que importa agora, glória a Deus. Eu quero agradecer primeiramente a Deus. Sem ele, nada disso estaria acontecendo, e queria agradecer a todas as pessoas do Brasil inteiro que oraram para que o meu filho pudesse voltar para nossa família. Eu só tenho a agradecer a todos vocês pela corrente positiva. Agora eu vou esperar o Pedro Paulo que logo estará aqui", disse a mãe.

Há 13 dias, Elisângela Mellado fez um apelo emocionado na imprensa para que os sequestradores libertassem o filho de cinco anos, que foi tirado dos seus braços na manhã de 27 de junho.

A mãe falou que recebeu a notícia por telefone e que não acompanhou de perto as investigações. "Eu soube quase na mesma hora que todo mundo. Tenho que agradecer ao meu Deus. Em nenhum momento eu tive dúvidas de que Pedro Paulo estava vivo e estava bem. Eu quero aproveitar para agradecer Imperatriz e quero agradecer o Brasil porque todo mundo orou, fez corrente de oração, quero agradecer todo mundo do fundo do meu coração. Minha família nasceu de novo", disse.

Elisângela Mellado falou, também, sobre o suposto pagamento de resgate. Segundo ela, nenhum valor foi pago pela família. "Não teve resgate e eu só quero falar hoje sobre o meu filho, do nascimento dele de novo. Não venho acompanhando as investigações porque eu sempre fui muito poupada e acho que até foi melhor assim, meu papel foi orar e pedir pela volta do Pedro. Eu só quero viver esse momento e estar com ele nos braços. Detalhes do que aconteceu vamos ver depois, eu só quero ver meu filho" afirmou.

"Minutos antes de eu receber a notícia eu estava clamando a Deus, para ele me ouvir, porque tudo que eu queria era Pedro, já eram 14 dias longe dele, e Ele me ouviu. Cinco a dez minutos depois, meu marido me liga dizendo que estava indo ao encontro de Pedro Paulo, que haviam encontrado ele. Só tenho que agradecer todo mundo", finalizou, emocionada.

Libertação
O garoto foi liberado por volta de 22h de terça-feira (10), no distrito de Cicilândia, em Palmeirante, no Tocantins. O povoado fica a 32 quilômetros de Araguaína, naquele estado.

Segundo a polícia, o garoto se encontra em boas condições de saúde e, até o momento, não houve o reencontro com os pais.(Fonte: Folha Maranhão)

terça-feira, 10 de julho de 2012

30 HORAS PARA ENFERMAGEM: PROJETO DA DEPUTADA VALÉRIA MACEDO É APROVADO NA ASSEMBLEIA


Delegação maranhense da Enfermagem, com Valéria em mobilização
em Brasilia na luta pelas 30 horas que agora está sendo aprovada no MA.

O Projeto de Lei 159/2011 de autoria da Deputada Valéria Macedo (PDT) que objetivava na sua redação original fixar piso para as categorias da enfermagem em todo o território maranhense, bem assim como a jornada de trabalho de 30 horas semanais foi aprovado em parte pela assembléia Legislativa do Maranhão.

Com o propósito de facilitar a apreciação das matérias na Casa, foi apresentada pela própria autora uma Emenda substitutiva, nos termos do § 4.º art. 164 do Regimento Interno, separando a matéria do piso da questão da jornada de trabalho em razão desta última já ter condições de apreciação e não implicar de nenhum modo em problemas técnico-jurídicos que possam implicar em mais demora no enfrentamento da questão.

O substitutivo recebeu parecer favorável de todas as comissões e foi aprovado na sessão de hoje por unanimidade dos deputados presente e agora vai para a sanção da Governadora Roseana Sarney.

“A presente proposição não fere a ordem jurídica vigente e está em conformidade com as regras das Constituição do Estado do Maranhão e da Constituição Federal e atende às normas para elaboração de leis, previstas na Lei Complementar n.º 95, de 26 de fevereiro de 1998, especialmente o presente Substitutivo”, disse Valéria Macedo.

A deputada acrescentou que “a jornada de trabalho de 30 horas não é privilégio e não se trata de uma reivindicação de cunho meramente corporativo, diz respeito a uma necessidade – a de prover um padrão desejável de condições para a prática da Enfermagem no estado do Maranhão”.

De fato, a Enfermagem é uma das profissões estruturantes e operantes da atenção à saúde e constitui a maior força da saúde e 30 horas semanais é a jornada de trabalho mais adequada e segura para que os profissionais de Enfermagem possam promover um melhor resultado assistencial, com redução do desgaste físico e emocional. (assessoria)

CINCO MITOS SOBRE A PESQUISA POLÍTICA


Afirmações normalmente baseadas em equívocos reforçam a tese de que  a pesquisa política é dispensável

A pesquisa política ainda enfrenta muitos preconceitos que restringem o seu uso nas campanhas eleitorais. Certas afirmações se constituem em verdadeiros mitos, nutridos pela ignorância, e que convergem para a conclusão de que a pesquisa política é dispensável.
 
O custo de um programa de pesquisa de boa qualidade, para uma campanha eleitoral de porte médio, fica em torno de 5 a 10% do seu orçamento

      1) "Eu conheço os eleitores não preciso de pesquisa"

Com exceção de eleições legislativas municipais, em cidades pequenas, um candidato conhece apenas uma pequena fração dos eleitores, por mais eleições que tenha disputado. Além disso, aqueles que ele conhece já são, na sua grande maioria, seus eleitores. Estas pessoas, portanto, não são uma amostra realista do conjunto do eleitorado.

A pesquisa, com uma amostra representativa do eleitorado, extraída por procedimentos estatísticos aleatórios e probabilísticos, é a única forma de se ter conhecimento confiável sobre os eleitores.
 
      2) "Não preciso de pesquisa para dizer-me o que pensar e o que fazer" .
Numa democracia os governantes são eleitos para governar e também para representar os eleitores. Aliás, esta é a maneira como os eleitores encaram a eleição. Votam em quem eles acham que vão representar seus interesses, respeitar seus sentimentos e realizar no governo os seus objetivos.

É claro que o candidato não se resume a um "porta voz" dos seus eleitores. *Como líder político*, ele tem opiniões e convicções que nem sempre vão coincidir com a dos que nele votaram. Como governante, enfrentará situações complexas e urgentes que exigem presteza decisória e coragem para assumir as conseqüências das suas decisões, que muitas vezes serão impopulares.

Se, entretanto, sua candidatura não estiver alicerçada numa sintonia com os sentimentos e prioridades dos eleitores dificilmente será eleito. A pesquisa é o instrumento ao seu alcance para saber o que os eleitores pensam e querem, informação indispensável para estabelecer aquela sintonia da qual depende sua viabilidade eleitoral.
 
      3) "Pesquisa é muito cara. Prefiro aplicar este dinheiro em outras       áreas"

De todos os "mitos" que cercam a pesquisa política, este é o que aparece com maior freqüência. É verdade que uma pesquisa de boa qualidade profissional não é barata. A questão porém é outra: Ela é necessária, indispensável ou inútil? Se a resposta for afirmativa então tem que haver recursos para bancá-la. A situação é análoga a de uma pessoa doente. Pode faltar dinheiro para tudo, só não pode faltar para pagar o médico e os medicamentos.

Por outro lado, o custo de um programa de pesquisa de boa qualidade, para uma campanha eleitoral de porte médio, fica em torno de 5 a 10% do seu orçamento. Considerando os resultados que podem ser obtidos e sua utilidade para orientar a estratégia e o marketing da campanha, esta é uma despesa plenamente justificada.
 
Não basta conhecer o índice rejeição é preciso conhecer as razões dessa rejeição
 
      4) "Tudo que eu preciso saber é a minha posição na campanha"

Na realidade, *o candidato precisa saber muito mais* do que apenas a sua posição na grade de intenção de votos. As informações sobre intenção de voto e rejeição são importantes e o candidato pode ter acesso a elas sem despesas, usando as pesquisas realizadas pelos órgãos de comunicação que cobrem a campanha. Elas são importantes sobretudo para consolidar apoios e captar recursos.

Estas pesquisas entretanto não subsidiam a campanha com as informações que necessita para ganhar a eleição. *Não basta conhecer a intenção de voto e a rejeição é preciso conhecer as razões da intenção e da rejeição*.

As informações são obtidas identificando opiniões, atitudes sentimentos e valores do eleitor; testando propostas e argumentos; comparando pontos fortes e fracos da imagem do candidato e dos adversários.

A pesquisa que a campanha precisa, portanto, deve ser feita sob medida para aquele candidato, disputando a eleição contra aqueles adversários, e investigando os sentimentos e interesses daqueles eleitores. Deve ser construída para produzir informações que permitam conceber uma estratégia vencedora e uma comunicação eficiente.
 
      5) "Vamos usar o pessoal da campanha para fazer a pesquisa"

Esta afirmação é um exemplo emblemático do dito "o barato que sai caro". A pesquisa política não é em nada diferente da pesquisa científica, adotando os mesmos procedimentos metodológicos. Extraída a amostra pelos procedimentos estatísticos padrão, a questão da confiabilidade dos resultados passa a depender da qualidade do trabalho do entrevistador.

A aplicação correta de um questionário que mede opiniões, sentimentos e valores, demanda entrevistadores qualificados, especialmente treinados para fazer a entrevista mantendo a mais rigorosa neutralidade.

O "pessoal da campanha" certamente não é o mais indicado para se desincumbir de uma tarefa tão especializada e tecnicamente tão exigente.

Aqui é oportuno lembrar o princípio de que é melhor não ter pesquisa nenhuma a ter uma pesquisa mal-feita e não confiável. (Francisco Ferraz - Política & Plíticos)

segunda-feira, 9 de julho de 2012

"JUSTIÇA NOS TRILHOS"

REUNIÃO PÚBLICA ENTRE VALE, IBAMA  E COMUNIDADES VAI TRATAR DO PROCESSO DE DUPLICAÇÃO DA ESTRADA DE FERRO CARAJÁS NO MARANHÃO
Nesta terça-feira (10/07), acontece uma reunião pública entre a empresa Vale, o IBAMA e algumas entidades e comunidades do Maranhão para tratar do processo de duplicação da Estrada de Ferro Carajás (EFC).
A reunião vai acontecer as 18h30 no Zepelin Eventos, localizado na Rua Fortaleza, nº 100, Centro, em Açailândia.
Na ocasião serão discutidos os impactos e as mudanças que esse processo vai causar nas comunidades que se localizam ao longo do Corredor de Carajás.
Para muitas entidades da região o processo de licenciamento de duplicação da EFC é ilegal por estar tramitando erroneamente com base na Resolução CONAMA 349/2004 e por não cumprir os requisitos autorizadores expressamente previstos nessa mesma resolução.
A ilegalidade já foi questionada pela “Rede Justiça nos Trilhos” e pela “ONG Justiça Global” por meio de representações protocoladas no MPF em São Luís (MA) e na Procuradoria Geral da República, em setembro de 2010.
Esses movimentos também defendem que reuniões públicas não são suficientes para apresentar a obra às mais de 100 (cem) comunidades espalhadas em 27 (vinte sete) municípios ao longo dos trilhos.
A Vale marcou apenas quatro reunião públicas para apresentar o processo de licenciamento do projeto, os impactos e os programas ambientas relacionados à expansão dos trilhos. Considera-se que desta forma muitas comunidades não vão ser informadas sobre esse grande projeto e assim como aconteceu, há décadas, com a implantação do grande Carajás, vão sofrer impactos sem no mínimo serem avisadas.
Um abaixo assinado será levado para a reunião a fim de manifestar o interesse das comunidades de terem um acompanhamento por parte da Vale.
(Obs.: na pauta da reunião, também será colocada a situação “meninada do trem”, pela Defensoria Pública Estadual).
Programação:
Reunião Pública do Projeto de Duplicação da Estrada de Ferro Carajás Local: Zepelin Eventos, Rua Fortaleza, nº 100, Centro. Horário: 18h30.
(Rede Justiça dos Trilhos/ Padre Dario Bossi- Larissa Santos; STTRA/Francisco Martins)

domingo, 8 de julho de 2012

VALÉRIA MACEDO: "A EXPOIMP É UM DOS MARCOS DA PUJANÇA ECONÔMICA DE IMPERATRIZ"


Valéria Macedo
Durante pronunciamento realizado da tribuna da Assembleia Legislativa, nesta quinta-feira (5), a deputada Valéria Macedo (PDT) destacou a 44ª Exposição Agropecuária de Imperatriz, que será aberta hoje, domingo (7), no Parque de Exposição Lourenço Vieira da Silva.

Valéria Macedo aproveitou o discurso para conclamar os deputados estaduais do Maranhão, toda a classe política do Estado e imprensa para se fazer presente, num evento que tem sido um dos marcos da pujança econômica da região sul maranhense. “Quero convidar também a população de regiões próximas e de todo o Estado”.

A parlamentar relatou ainda os altos negócios que são realizados durante a exposição, gerando emprego e renda, além de fazer crescer a economia do Estado do Maranhão, sendo um dos pontos forte, a comercialização de animais. “Este é o exemplo que o evento tem dado durante seus 43 anos”.

“Na 43ª. Exposição Agropecuária de Imperatriz tivemos mais de 75% dos negócios concluídos, com alto índice de comercialização e não podemos esquecer o ganho do homem do campo, até os pequenos agricultores, vendedores ambulantes e os comerciantes de uma forma geral”.


Concluindo sua fala, Valéria Macedo citou a realização de grandes shows no sábado e no domingo, isso sem contar com que ganha o setor cultural local e de todo o Maranhão, lembrando que a Expoimp, dá início à largada para cinco grandes exposições agropecuárias no Maranhão, entre elas a Expofran, de sua cidade natal Porto Franco, realizada também no mês de julho.

sexta-feira, 6 de julho de 2012

44ª EXPOSIÇÃO AGROPECUÁRIA DE IMPERATRIZ SERÁ ABERTA NO DOMINGO


 Autoridades e representantes do Sindicato Rural de Imperatriz farão a solenidade de abertura
            
No domingo a atração é a dupla Maria Cecília e Rodolfo
Domingo (08), às 19h, acontecerá a cerimônia oficial de abertura da 44ª Exposição Agropecuária de Imperatriz. O maior evento de agronegócio maranhense contará com a presença  de autoridades e representantes do Sindicato Rural de Imperatriz no Parque de Exposição Lourenço Vieira da Silva. Durante todos os dias da Expoimp 150 mil pessoas devem passar pelo parque.

            Apesar da cerimônia oficial acontecer no domingo à noite,  já no sábado (07), acontecerá a tradicional cavalgada, que já está em sua 21ª edição, com concentração do desfile na Rua 15 de Novembro e seguirá para o parque passando pelas principais ruas da cidade. Segundo o presidente do Sinrural, Sabino Costa, o objetivo da cavalgada é proporcionar um momento especial ao homem do campo, principalmente, aos operadores da terra, aquelas pessoas que trabalham na lida - os vaqueiros. O cantor piauiense Mariozan Rocha subirá ao palco para irá abrir a programação musical com grande show no sábado à noite.

            Durante a Expoimp irão acontecer concursos leiteiros, leilões, rodeio, provas de tambor e baliza, e julgamento de caprinos e ovinos. O primeiro leilão acontecerá no domingo (08), na novo tatersal do parque. Trata-se do Leilão Balde Branco, que já está em sua 12ª edição.

            A noite de domingo fica por conta da dupla sul-mato-grossense, Maria Cecília e Rodolfo. O casal de namorados mais pop-sertanejo do Brasil irá trazer para a arena de shows a sua turnê 2012. Esta é a primeira vez que o duo se apresenta no Estado do Maranhão. (Assessoria de imprensa)


quinta-feira, 5 de julho de 2012

CAEMA, UMA EMPRESA SÍMBOLO DA INEFICIÊNCIA E DO DESCASO


Nem bem os imperatrizenses se refizeram da infeliz surpresa de um aumento nas contas de água fornecida pela CAEMA, a famosa Companhia de Águas e Esgotos do Maranhão, agora vivemos uma escassez do líquido precioso em nossas torneiras, graças um problema de vazamento na rede, ali próximo da Câmara Municipal. Aparentemente, um problema que não deveria causar tanto transtorno, não fosse a inépcia de uma empresa que não consegue dar conta do seu mister, tampouco sequer dá uma satisfação á cidade sobre suas falhas.

Passei hoje no local e constatei que apesar da falta d'água persistir, já consertam e até fecharam o buraco, deixando no local uma verdadeira armadilha que poderá - tomara que não - aumentar nossas tristes estatísticas no trânsito, causando um grave acidente.

Penso que no próximo governo municipal, seja quem for o prefeito, uma posição firme deve ser tomada contra essa empresa, que no Maranhão inteiro é um desastre, mas aqui na segunda maior cidade do Maranhão, onde conhecemos bem sua ineficiência, já passou da hora de "entregar o boné" e ir fazer suas lambanças noutra freguesia.

Precisamos buscar um outro sistema, outra empresa de abastecimento d'água e que cuide também dos nossos esgotos. Sei que isso não é uma tarefa fácil para o município, romper contrato com uma empresa dessas. Deve haver mil e umas amarras, mas não custa começarmos a pensar nisso desde já, se queremos dar respostas positivas à cidade que a cada dia graças ao boom de desenvolvimento que estamos vivendo, consequentemente deverá ter em breve um aumento demográfico de grandes proporções.

Não dá mais para aceitarmos tanta ineficiência, descaso ou mesmo incompetência.

Deixo com vocês esse meu protesto para nossa reflexão cidadã.