terça-feira, 19 de julho de 2011

Delegado nervoso expulsa repórter da 10° Delegacia Regional de Imperatriz

Delegacia Regional de Imperatriz

Apesar de contar com três entidades (Sindijori, Airt e Aimp), a imprensa imperatrizense anda com a moral em baixa, pelo menos junto à Polícia Civil que vez por outra trata mal e até expulsa repórteres, impedindo o trabalho destes na sede do 1ª Distrito Policial.

O fato exige dessas entidades e da TV Difusora uma manifestação de repúdio, no intuito de que o trabalho dos repórteres policiais e a liberdade de imprensa não seja cerceada novamente.

Há cerca de alguns meses chegaram a probir a entrada de repórteres na Permanencia das delegacias, agora na noite de ontem ( eu ví as imagens hoje)o repórter Léo Costa que tira as férias de Raimundo Roma no Bandeira2 da TV Difusora foi expulso delegacia a fora quase aos empurrões por um delegado nervoso.

Segundo narra o jornalista Gil Carvalho em seu site Tribuna do Tocantins, Léo Costa entrevistava um policial militar quando foi interrompido pelo  delegado Leonardo Carvalho, que também responde pela delegacia de Montes Altos (66 km de Imperatriz), expulsou ontem o repórter Léo Costa, que apresenta interinamente o programa “Bandeira 2” (Difusora-SBT), das dependências da permanência do plantão central da 10° Delegacia Regional de Imperatriz (DRI).

Essa é a terceira vez que o delegado Leonardo se confronta com profissionais da imprensa de Imperatriz. Ele alega que os jornalistas e radialistas “atrapalham o serviço de investigação da polícia”.

O primeiro caso aconteceu com o repórter-apresentador Fidelis Uchôa, da TV Band, quando o delegado comandava uma investigação na Beira-rio com objetivo de “estourar” uma boca-de-fumo, mas não logrou êxito partindo para cima do jornalista culpando-o pelo fracasso da operação.

O segundo episódio envolveu coletivamente todos os jornalistas e radialistas que faziam a cobertura do caso do assassinato do funcionário público Claudivino Rocha Silva, irmão do prefeito de Montes Altos. Lá, no Instituto Médico Legal (IML), o delegado proibiu a imprensa de entrar nas dependências do órgão.

3 comentários:

Caugusto disse...

Vamos colocar os pingos nos "is".

É notório que existe uma ata assinada pela imprensa e outros órgãos da segurança e justiça regulamentando o trabalho dos repórteres dentro das delegacias. E como se sabe, conforme determina esse documento, as equipes de TV só podem fazer imagens dentro da delegacia se o delegado autorizar. Como a matéria mostra o delegado determinando a saída da equipe de reportagem, resta claro que essa autorização não foi concedida. E mais: os presos também tem direito de imagem, sabia? Portanto cabe a eles autorizar ou não a gravação/divulgação de suas imagens publicamente. E convenhamos, o que seria "quase aos empurrões"? Ou alguem é empurrado ou não é.

Anônimo disse...

Recentemente a CAMARA DE VEREADORES de Imperatriz, atraves de seu Presidente, PROIBIU o acesso de um outro jornalista a sala destinada a imprensa NAQUELA CASA. Tudo isso com o aval de seus comparsas (opsss) digo pares.
Nao vi nenhum orgao de classe se levantar para defender os direitos daquele jornalista.
E admissivel que muitos nao gostem dele, mas convenhamos, ele tambem e jornalista e deveria ter sido defendido daquela arbitrariedade, pois a Camara nao e a fazendo do seu Presidente nao

nonoh disse...

Com os holofotes voltados para Muamar Kadhafi e Lady Gaga,quase me esqueci do destrambelhado ex-vereador – o ex é por minha conta – Raimundo Roma. Mas, como bem já dizia minha vovozinha que quem gosta torna,eis que do nada,do nada mesmo,surge o homem dos olhos esbugalhados e da voz desenxabida. Ou seja,Roma- e suas papagaiadas- está de volta à ribalta
Dessa feita,as pretensões do dublê de vereador Roma, que um dia foi gerado das entranhas do político mais apressado e capcioso do Brasil,“the flash” – leia-se João Batista-,foi além de suas possibilidades. Dizendo-se jornalista,mesmo sem ter cursado um período sequer de jornalismo,Roma encabeça uma lista de repórteres desinformados,que pretendem,a qualquer custo,instalar em Imperatriz(MA),uma espécie de um 4º poder. Isto é,Roma quer estabelecer uma “nova ordem” municipal na Cidade do Frei.
Para tanto,Raimundo Roma quis calar e intimidar o Delegado Leonardo André com suposições levianas e com prognósticos rudimentares. Porém,é aí onde a porca torce o rabo.Pois um Delegado da estirpe do Dr. Leonardo,não vai se deixar calar por causa de uma circunstância medíocre e insustentável como essa, gerada a partir da ignorância de uma meia dúzia de pessoas que, por empunhar um microfone,se acham capazes de cobrir qualquer matéria. Ledo engano.
Além de ferir a Lei 7.210(LEP), de 11 de julho de 1984, no seu artigo 41,inciso VIII, que está em consonância com a Resolução nº7 do Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária no art. 6,Raimundo Roma fere também os bons costumes e,fere ainda,a paciência das pessoas que,em um ingrato dia,o elegeram.
Assim,se a Lei faculta direitos contra a exposição e a execração pública de um preso,que dirá de uma pessoa que está nas dependências de uma delegacia e que sequer foi julgado por suposto delito.
A bem da verdade,esse capadócio apresentador de um programa matutino, que mais se assemelha com a antessala do diabo,vive de explorar,em tom espalhafatoso,os acontecimentos relacionados a pessoas de bem de nossa cidade. Com notícias que visam não a simples informação,mas que têm caráter espetaculoso,Raimundo Roma escandaliza a dignidade humana de uma pessoa idônea. E não para por aí. Roma já teceu o Kit-juquira. Já quis processar um famoso blogueiro de nossa belíssima cidade margeada pelo rio Tocantins. E,certamente,esse pusilânime vereador ainda vai aprontar muito. É só esperar.
Ademais,Raimundo Roma até tentou constranger os delegados de Imperatriz,só esqueceu de combinar com o Delegado Leonardo. Dr. Leonardo e sua verve intrínseca jamais se deixará persuadir. E isso é louvável.