quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026

ÁUDIOS, FLÁVIO DINO E STF: O MARANHÃO MERECE UM ESCLARECIMENTO

A sociedade maranhense merece saber: o ministro Flávio Dino autoriza esse tipo de uso do seu nome? Compactua com essas articulações? Ou está sendo indevidamente envolvido?

 O cenário político do Maranhão volta a ser sacudido por áudios que citam diretamente o nome do ministro do Supremo Tribunal Federal, Flávio Dino. E aqui não se trata de um detalhe menor. Quando o nome de um integrante da mais alta Corte do país aparece vinculado a articulações políticas locais, a situação é, sim, grave.


O Supremo Tribunal Federal é guardião da Constituição. Seus ministros precisam estar acima das disputas partidárias, acima dos grupos, acima das conveniências eleitorais. Quando aliados políticos utilizam o nome de um ministro como suposta referência de influência, recado ou articulação, isso não atinge apenas adversários políticos — atinge a própria credibilidade das instituições.


É claro que um ministro do STF não pode e não deve responder a toda provocação política que surge no calor das disputas locais. A liturgia do cargo exige sobriedade, discrição e respeito institucional. Mas, diante da gravidade do que está sendo divulgado, o silêncio também começa a gerar ruído.


Se o nome do ministro está sendo usado de maneira indevida por aliados, é fundamental que isso seja dito com todas as letras. Se não há qualquer envolvimento, que haja um posicionamento claro. Porque permitir que terceiros utilizem a autoridade de um ministro do Supremo como instrumento de pressão ou influência política é algo extremamente preocupante.


A sociedade maranhense merece saber: o ministro Flávio Dino autoriza esse tipo de uso do seu nome? Compactua com essas articulações? Ou está sendo indevidamente envolvido?


Quando se ocupa uma cadeira no Supremo, não se carrega apenas poder — carrega-se responsabilidade institucional. E nesse momento, mais do que nunca, um esclarecimento público não é ataque, não é provocação: é dever com a transparência e com a democracia.


quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026

O ESCÂNDALO EPSTEIN E A CRISE MORAL DO PODER

O caso Jeffrey Epstein deixou de ser apenas a história de um milionário envolvido em crimes sexuais. Ele se transformou em um símbolo de algo muito maior: a forma como poder, dinheiro e fama  podem proteger abusos por décadas — até que a verdade venha à tona, ainda que de forma incompleta


Epstein morreu em 2019, oficialmente por suicídio, enquanto aguardava julgamento nos Estados Unidos por tráfico sexual de menores. Mas sua morte não encerrou o caso. Pelo contrário. Com o passar dos anos, documentos judiciais, listas de contatos e depoimentos têm revelado ligações perturbadoras entre Epstein e figuras poderosas do mundo político, financeiro e artístico.


Entre os nomes citados ao longo do tempo estão políticos americanos, empresários influentes, acadêmicos renomados e celebridades internacionais. Pessoas que frequentavam festas, voavam em seu avião particular ou mantinham relações próximas com ele. Nem todos são acusados formalmente de crimes, é verdade, mas a proximidade com alguém envolvido em abusos tão graves levanta perguntas que não podem mais ser ignoradas.


O escândalo também atravessou o Atlântico. No Reino Unido, a relação de Epstein com o príncipe Andrew, membro da família real britânica, causou enorme constrangimento institucional e levou o duque a se afastar da vida pública. O episódio mostrou que nem mesmo monarquias tradicionais estão imunes ao desgaste causado por esse tipo de escândalo.


O que chama atenção é um padrão que se repete: quando os envolvidos são ricos, famosos ou politicamente influentes, a responsabilização parece mais lenta, mais difícil — ou simplesmente não acontece. Enquanto vítimas lutam por justiça, muitos dos poderosos seguem suas vidas quase sem consequências.


Esse fenômeno não é exclusivo do caso Epstein. Escândalos sexuais envolvendo figuras públicas têm surgido em vários países, expondo uma cultura de silêncio, medo e proteção mútua entre elites. Uma cultura em que a reputação dos poderosos vale mais do que a dignidade das vítimas.


O caso Epstein incomoda porque revela uma verdade desconfortável: sistemas criados para proteger a sociedade muitas vezes falham quando precisam enfrentar quem está no topo. E, enquanto isso, cresce a desconfiança das pessoas comuns nas instituições, na política e até na Justiça.


Mais do que apontar culpados, esse escândalo deveria servir como alerta. Sem transparência, sem investigação séria e sem punição exemplar, o poder continua sendo um escudo para abusos. E quando isso acontece, toda a sociedade perde.

sexta-feira, 11 de julho de 2025

EM ALTA: BRANDÃO TEM MAIS DE 60% DE APROVAÇÃO

Governador bate recorde em Imperatriz onde há décadas Governo do Maranhão não desfrutava de tamanha popularidade.

Em pesquisa do Instituto Opinião, do Paraná, que ouviu 2.028 pessoas em todo o Maranhão, entre os dias 3 e 7 deste mês, a aprovação do governador Carlos Brandão não só se manteve acima dos 60 pontos percentuais (depois dos piores meses de chuvas intensas que anualmente prejudicam o sistema viário do Estado, como também elevou a patamares de satisfação jamais vistos em Presidente Dutra (70,1%), Imperatriz (67,2%) e na Grande Ilha de São Luís (64,4%).

Exatamente em consequência das chuvas e do agravamento do estado da MA 014 a partir do colapso da rodovia federal BR 316, a aprovação recuou em regiões onde, em condições normais, o governo estaria no mesmo patamar: no Norte, onde fica a Baixada Maranhense, e Santa Inês, por onde passa a BR 316 e das imediações de onde parte a MA 014. Nelas, a aprovação ficou em 50,0% e 56,3% respectivamente.


A percepção dos maranhenses quando a evolução do Estado nestes últimos 3 anos, a grande maioria diz ver melhoras. Na Ilha de São Luís, o placar é de 47,3% a 15,3% em favor do governo. Regiões de Presidente Dutra, Imperatriz e Caxias também triplicam as opiniões favoráveis sobre as que não viram evolução.


O ritmo das obras (mais de 1.500 entregues ou em execução)da atração de novos negócios (33 mil novas empresas só no primeiro semestre deste ano,o 4º. lugar dentre todos os estados do Brasil em crescimento do emprego formal, e com crescimento da renda familiar individual de 20,2%, quase quatro pontos acima da média nacional), o Maranhão anima os maranhenses, que passam a acreditar que o Estado crescerá muito mais daqui por diante. Média maior é a de Imperatriz, Balsas e Açailândia, de mais de 76% de otimismo. Grande São Luís e a Baixada estão acima de 67%.



Mesmo depois dos estragos das chuvas, o Governo de Carlos Brandão fica acima dos 60% de aprovação

segunda-feira, 30 de junho de 2025

A FARRA DO SEGURO DEFESO NO MARANHÃO, ONDE PARECE QUE TEM MAIS PESCADOR DO QUE PEIXES

Maranhão lidera registros de pescadores no Brasil, mas cenário revela desequilíbrios e suspeitas de fraude.

O Maranhão é hoje o campeão nacional de pescadores registrados no Brasil. São cerca de 590 mil pessoas inscritas no Registro Geral da Pesca (RGP) — quase um terço de todos os pescadores do país. Mas quando se olha mais de perto, percebe-se que esses números fazem mais espuma do que peixe.


O estado tem apenas 621 embarcações cadastradas, o que dá uma média de quase mil pescadores por barco. Isso mesmo: mil! Enquanto isso, a produção de pescado em 2022 foi de apenas 50,3 mil toneladas, muito abaixo de estados como Santa Catarina, que produz muito mais com menos da metade dos pescadores registrados e conta com 218 empresas pesqueiras. E o Maranhão? Nenhuma empresa registrada. Nenhuma!


O que explica esse inchaço nos registros? A resposta pode estar no seguro-defeso, um benefício federal pago aos pescadores artesanais no período de proibição da pesca. Em 2024, o governo desembolsou R$ 5,9 bilhões para esse fim — e uma parte generosa foi parar no Maranhão, onde agora pipocam suspeitas de fraudes.


Investigações apontam que colônias e federações de pescadores — que deveriam representar a categoria — atuam como atravessadoras, cobrando taxas e até retendo metade do valor dos benefícios, em muitos casos concedidos de forma irregular.


No centro das investigações está Edson Araújo (PSB), deputado estadual e presidente licenciado da Federação dos Pescadores do Maranhão. De acordo com o Coaf, ele movimentou R$ 5,4 milhões em um único ano, dinheiro oriundo da própria federação. Coincidência?


O governo federal reagiu com novas regras: desde 25 de junho, o pagamento do seguro só é feito com validação por biometria. E agora, as prefeituras também precisam homologar os cadastros. Medidas necessárias, mas que chegam tarde demais para evitar o estrago — e talvez não sejam suficientes para conter um sistema que se alimenta da própria fragilidade institucional.


Enquanto isso, o verdadeiro pescador — aquele que vive da maré, da rede e do suor — continua à margem, ofuscado por um mar de registros duvidosos e esquemas de corrupção. O Maranhão merece mais que números inflados e suspeitas. Merece respeito.

quinta-feira, 19 de junho de 2025

RESERVA MATA GRANDE E O IMPASSE QUE ATRAVESSA DÉCADAS

O que dizer de uma reserva extrativista criada há mais de 30 anos e que até hoje não saiu do papel? 

Quebradeiras de Côco Babaçu colhendo côco na Reserva Mata Grande. Foto: Leonardo Milani.

Essa é a realidade da Resex Mata Grande, localizada entre os municípios de João Lisboa, Amarante, Davinópolis e Senador La Rocque. 

Criada em 1992 com a nobre finalidade de proteger babaçuais e garantir o modo de vida de comunidades extrativistas, a reserva se transformou em um símbolo do abandono, da omissão e da complexidade das disputas fundiárias no Brasil profundo.

Agora, com o processo de regularização aparentemente retomado pelo governo federal, o tema volta à tona, reacendendo tensões entre ambientalistas, posseiros, produtores rurais e prefeitos. Não é por acaso que uma reunião de urgência foi convocada em Imperatriz, com presença de ministro, deputados, prefeitos e entidade ligada aos ruralistas,  preocupados  com os desdobramentos desse processo.

Ruralistas e prefeitos se reúnem com ministro e prefeitos buscando apoio para barrar a regularização da resex Mata grande.

Mas o problema não é a existência da reserva. O problema é a maneira como ela foi — ou melhor, não foi — implementada. Durante mais de três décadas, a União não desapropriou terras, não indenizou ninguém, não estruturou as comunidades extrativistas nem garantiu qualquer tipo de manejo sustentável. E como se não bastasse o abandono, agora se tenta retomar o processo por meio de um “licenciamento declaratório”, termo técnico que para muitos soa como ameaça disfarçada.

É legítimo que os produtores rurais temam perder suas áreas produtivas. Também é legítimo que as quebradeiras de coco e associações extrativistas cobrem a efetivação de um direito que lhes foi prometido desde o governo Collor. Todos têm razão — e é justamente essa a tragédia. O Estado criou uma política pública, mas não executou. E quando tenta fazê-lo, o tempo já transformou o território num quebra-cabeça social e jurídico.

A reserva da Mata Grande poderia ser exemplo de convivência entre conservação ambiental e justiça social. Em vez disso, virou terreno de conflito, insegurança jurídica e promessas não cumpridas. É o retrato do Brasil que ainda não sabe lidar com seu campo, com sua floresta e com seu povo.

Se o governo federal quiser recuperar a credibilidade neste processo, precisa agir com transparência, escuta e responsabilidade. Não se resolve um passivo de três décadas com decretos frios ou decisões unilaterais. É preciso envolver as comunidades, dialogar com os produtores, ouvir prefeitos e encontrar uma solução que preserve o meio ambiente sem destruir vidas.

Caso contrário, a boiada continuará passando — e não serão apenas árvores que cairão, mas também a confiança em qualquer promessa de conciliação entre o verde e o justo.

quarta-feira, 18 de junho de 2025

EM DEFESA DE BRANDÃO: ENTRE OS FATOS E A NARRATIVA

Em nota, o governo do Maranhão foi categórico ao afirmar: “A tentativa de vincular a operação à pessoa física de Carlos Brandão é descabida”

Tranquilo, Bandão responde com documentos e dentro da legalidade.

Uma matéria, provavelmente mal intencionada, publicada pelo Estadão envolvendo o nome do governador Carlos Brandão (PSB) e um empréstimo milionário tomado por seu sobrinho junto ao Banco do Nordeste lançou suspeitas sobre a lisura do processo. No entanto, ao analisar os documentos e as declarações oficiais, o que se observa é uma tentativa apressada de criar conexão direta entre o governador e a operação financeira.


O ponto central da matéria — a ideia de que Brandão teria dado “aval pessoal” à transação — não se sustenta. A garantia do empréstimo, de R$ 17,7 milhões, foi feita pela empresa Coagri, da qual o governador era sócio, com imóveis registrados em nome da própria empresa. Ou seja, não houve assinatura como pessoa física, tampouco a utilização de bens pessoais.


A narrativa de que ele teria omitido patrimônio na declaração à Justiça Eleitoral também não se confirma. A legislação é clara: só devem ser declarados os bens da pessoa física, não de pessoas jurídicas, ainda que o candidato seja sócio. Nesse ponto, a cobertura do Estadão parece ignorar um aspecto básico da legislação contábil e eleitoral.


A nota divulgada pelo governo do Maranhão reitera essa distinção, frisando que “não houve garantia pessoal prestada” e que a Coagri “atua regularmente, possui CNPJ e patrimônio próprio”.


É legítimo que a imprensa fiscalize e questione, mas é igualmente necessário que faça isso com responsabilidade. Insinuar irregularidade sem evidência concreta, ainda mais em ano pré-eleitoral, tem o efeito de confundir a opinião pública e alimentar uma desconfiança desnecessária.


Brandão, até aqui, responde com documentos e dentro da legalidade. O restante é ruído, provavelmente coisa plantada por quem pretende com propósitos obscuros, tentar desgastar o governador.


Veja a nota do governo do Maranhão, na íntegra:


A tentativa de vincular a operação à pessoa física de Carlos Brandão é descabida. Sua declaração de bens à Justiça Eleitoral segue os parâmetros legais e inclui apenas seu patrimônio individual. A Coagri, por sua vez, é uma empresa registrada, com patrimônio próprio e atuação no setor agropecuário há mais de quatro décadas. Por se tratar de uma sociedade entre os irmãos Brandão, sua movimentação e declarações seguem as regras contábeis e fiscais aplicáveis a pessoas jurídicas, distintas das declarações obrigatórias de pessoa física.

A Coagri Colinas Agropecuária Indústria e Comércio LTDA — empresa familiar fundada em 1981, da qual o governador Carlos Brandão é sócio ao lado de seus irmãos — permitiu, em 8 de setembro de 2022, o uso de duas fazendas de sua propriedade como garantia real para a contratação de um cartão de crédito agrícola junto ao Banco do Nordeste, agência de Colinas/MA.

As propriedades rurais, registradas e avaliadas em R$ 17,7 milhões, foram utilizadas conforme prevê a modalidade de crédito, que exige garantia vinculada a bens e não utiliza a figura de avalista pessoal. Ou seja, não houve qualquer aval de Carlos Brandão, nem nesta nem em qualquer outra operação.

A contratação do crédito foi formalizada em 22 de dezembro de 2022, após o período eleitoral, com liberações realizadas em janeiro e fevereiro de 2023, destinadas à compra de maquinário agrícola. O cartão de crédito agrícola foi concedido ao cliente Jesus Boabaid de Oliveira Itapary Neto, com base na garantia real das propriedades da empresa. Foram adquiridos tratores, plantadeiras e uma colheitadeira, totalizando R$ 10 milhões em crédito, dentro dos limites e critérios estabelecidos pelo banco para esse tipo de financiamento.”

sexta-feira, 13 de junho de 2025

VALÉRIA MACEDO É CONVOCADA PARA MANDATO DE DEPUTADA ESTADUAL, MAS DEVE RECUSAR

A suplente de deputada estadual Valéria Macedo (Podemos) foi convocada pela Assembleia Legislativa do Maranhão para assumir o mandato por 121 dias, no lugar do titular Júnior Cascaria. A convocação ocorreu após o primeiro suplente, Jota Pinto, declinar por motivos pessoais.


Apesar da convocação, fontes próximas indicam que Valéria não deve aceitar. Atualmente, ela ocupa o cargo de gestora regional de saúde da Região Tocantina e avalia que assumir um mandato temporário — que pode ser ainda mais curto caso o titular retorne antes — não compensa o afastamento de sua atual função.

terça-feira, 3 de junho de 2025

ORLEANS BRANDÃO: A NOVA LIDERANÇA QUE REVITALIZA E IMPULSIONA O MDB NO MARANHÃO

Secretário  defende municipalismo e celebra expansão do partido de 7 para 37 prefeituras


O secretário de Estado de Assuntos Municipalistas, Orleans Brandão, reforçou a força do MDB no Maranhão durante o Encontro Regional “O Brasil precisa pensar o Brasil”, promovido pelo partido em parceria com a Fundação Ulysses Guimarães (FUG). O evento, realizado nesta segunda-feira (2), em São Luís, faz parte da preparação para o encontro nacional que ocorrerá nos dias 21 e 22 de outubro, em Brasília.


O encontro reuniu grandes lideranças políticas do estado, como o ex-ministro Aldo Rebelo, os deputados federais Alceu Moreira, Hildo Rocha e Cleber Verde, o presidente estadual do MDB, Marcus Brandão, além dos deputados estaduais Ricardo Arruda e Antônio Pereira.


A participação de Orleans Brandão foi destacada como um símbolo da renovação política no Maranhão. O deputado Antônio Pereira ressaltou que Orleans representa “uma liderança jovem que desabrocha no MDB e no Maranhão”. Já Hildo Rocha destacou seu peso político: “É um líder de voto, mesmo sem declarar-se candidato à majoritária em 2026. As pesquisas mostram isso”, afirmou.


Em sua fala, Orleans defendeu o fortalecimento das bases municipais como caminho para um Brasil mais forte e democrático. “Na última eleição, o MDB no Maranhão saiu de 7 para 37 prefeituras. Isso mostra a força do partido, a importância do municipalismo e do trabalho de base. Este é um momento crucial para refletirmos sobre os rumos do país e o papel do MDB na construção de um Brasil mais justo, inovador e sustentável”, declarou.


O presidente do MDB no Maranhão, Marcus Brandão, reforçou que o partido vive um momento de crescimento e fortalecimento no estado, construindo alianças e preparando-se para os desafios de 2026.


O evento integra uma série de encontros estaduais que celebram os 60 anos do MDB e os 30 anos da Fundação Ulysses Guimarães, discutindo temas fundamentais como reforma política, desenvolvimento econômico, educação, meio ambiente e políticas sociais. As propostas serão consolidadas no encontro nacional de outubro, que resultará em um documento programático para orientar as ações do MDB nas eleições de 2026.


terça-feira, 27 de maio de 2025

POLÍCIA CIVIL DO MARANHÃO DESARTICULA FACÇÃO CRIMINOSA E PRENDE SETE SUSPEITOS EM IMPERATRIZ

A Polícia Civil do Maranhão segue se destacando no enfrentamento à criminalidade, com operações constantes que têm desmontado esquemas criminosos em diversas regiões do estado.



Em uma operação de grande envergadura, a Polícia Civil do Maranhão desarticulou uma organização criminosa que atuava em Imperatriz e na região tocantina. A ação resultou na prisão de sete indivíduos, sendo três por meio de mandados de prisão preventiva e quatro autuados em flagrante pelos crimes de tráfico de drogas e posse ilegal de arma de fogo.


A operação é fruto de um trabalho de inteligência minucioso, que envolveu investigação detalhada, monitoramento e ações coordenadas entre diferentes setores da segurança pública. Segundo a Polícia Civil, os criminosos faziam parte de uma célula organizada, responsável por movimentar entorpecentes e fomentar outros crimes na cidade.


Durante o cumprimento dos mandados, os policiais apreenderam armas, munições e porções de drogas, além de outros materiais que reforçam as provas contra os investigados. As prisões representam um golpe significativo contra o crime organizado na segunda maior cidade do Maranhão.


A Polícia Civil do Maranhão segue se destacando no enfrentamento à criminalidade, com operações constantes que têm desmontado esquemas criminosos em diversas regiões do estado. A instituição reforça o compromisso de proteger a sociedade e garantir a ordem pública, contando com o apoio do Ministério Público e do Poder Judiciário para assegurar que os responsáveis sejam devidamente responsabilizados.


As investigações continuam para identificar outros integrantes da organização e aprofundar os levantamentos sobre a extensão das atividades criminosas.

segunda-feira, 26 de maio de 2025

ABERTAS AS INSCRIÇÕES PARA 32ª CAVALGADA DE IMPERATRIZ

O evento, que abre oficialmente a 55ª Expoimp, reúne cavaleiros, amazonas e comitivas de toda a região tocantina.


A maior manifestação cultural do agronegócio na região tocantina já tem data marcada. Estão oficialmente abertas as inscrições para as comitivas interessadas em participar da 32ª Cavalgada de Imperatriz, que abre oficialmente a 55ª edição da Expoimp — a Exposição Agropecuária de Imperatriz. O evento acontecerá de 5 a 13 de julho, no Parque de Exposições Lourenço Vieira da Silva.


As inscrições podem ser feitas diretamente na sede do Sindicato Rural de Imperatriz (Sinrural) ou, de forma prática, pelo WhatsApp, nos números (99) 99904-9100 e (99) 98400-4324.


Com expectativa de reunir centenas de cavaleiros, amazonas e comitivas de toda a região, a Cavalgada será realizada no dia 5 de julho, com concentração a partir das 7h, na Praça da Cultura. A saída está prevista para às 10h, percorrendo as principais vias da cidade — Rua Luís Domingues, Rua Amazonas, Avenida Getúlio Vargas e BR-010 — até o terceiro estacionamento do Parque de Exposições, onde acontecerá a premiação dos concursos e encerramento oficial da Cavalgada.


Regras e orientações para os participantes


Para garantir a segurança, o bem-estar dos animais e a organização do evento, é fundamental que todos os participantes estejam atentos às normas estabelecidas:

É proibido o uso de chicotes, pedaços de madeira, paus ou qualquer objeto que possa causar ferimentos aos animais.

Maus-tratos aos animais configuram crime, sujeito a pena de detenção de três meses a um ano, além de multa, conforme a legislação vigente.

Cada carroça poderá transportar, no máximo, quatro pessoas, incluindo o condutor.

Não será permitida a entrada de carros de som automotivos, bem como a montagem de tendas nas dependências do Sindicato após o encerramento da cavalgada.

É proibida a permanência de carroças nas marginais e proximidades da BR-010 após o percurso.


Sobre a Expoimp 2025


Com o tema “Há 55 anos conectando o produtor com o mundo”, a 55ª Exposição Agropecuária de Imperatriz promete movimentar o setor agropecuário e a economia regional. A programação inclui cursos, palestras, fóruns, rodeios, leilões, shows, exposição de animais e negócios, além de diversas atividades voltadas ao produtor rural e ao público em geral.


O evento conta com o apoio do Governo do Maranhão, Faema/Senar, Sindicatos Rurais, Prefeitura de Imperatriz e Sebrae, além do patrocínio das empresas Suzano, Matsuda, Júpiter Internet e Fribal. 


(Com informações da Assessoria de imprensa do Sinrural)

terça-feira, 20 de maio de 2025

DEPUTADO JOSIVALDO JP FORTALECE AGRICULTURA FAMILIAR E AMPARA INSTITUIÇÕES SOCIAIS EM IMPERATRIZ

Em um único projeto, o parlamentar sul-maranhense consegue beneficiar tanto quem produz quanto quem precisa de apoio, mostrando que é possível fazer 

política com sensibilidade, responsabilidade e resultado.


O Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), uma iniciativa do Governo Federal, tem sido um verdadeiro elo de solidariedade e desenvolvimento em Imperatriz graças à atuação do deputado Josivaldo JP (PSD). De uma só tacada, por meio de uma emenda parlamentar destinada via Conab, o deputado garantiu recursos que hoje fortalecem a agricultura familiar e, ao mesmo tempo, sustentam importantes instituições sociais do município.


A verba foi repassada para uma cooperativa local, que atualmente compra a produção de 60 pequenos agricultores da região. São 60 famílias beneficiadas diretamente com a venda dos alimentos, garantindo renda, dignidade e incentivo à produção local.


Esses alimentos, por sua vez, são doados para sete instituições sociais que realizam trabalhos essenciais em Imperatriz. Entre elas estão casas terapêuticas, casas de apoio e entidades que atendem pessoas em situação de vulnerabilidade. As instituições beneficiadas são: Instituto Amar Mais, Comunidade Terapêutica Casa do Filho Pródigo, Associação Ampare, Comunidade Terapêutica Casa do Pai, APAE, Vila João XXIII e o Instituto Lugar de Ajuda.


As doações acontecem quinzenalmente, reforçando o compromisso do programa com a regularidade e o impacto social. Em um único projeto, o deputado JP consegue beneficiar tanto quem produz quanto quem precisa de apoio, mostrando que é possível fazer política com sensibilidade, responsabilidade e resultado. 


Jairo Diniz, presidente da Cooperativa dos Produtores rurais do sul do Maranhão, fala sobre o programa: