sexta-feira, 17 de maio de 2013

JUIZ MARANHENSE SUSPEITO DE COMPACTUAR COM A PRÁTICA DE AGIOTAGEM

Juiz Sidarta da Comarca de Caxias.
Juíz Sidarta Gautama
Após a exibição da matéria Só para Marcos Caldas, Fábio Brasil devia R$ 60 mil reais, em que mostra o deputado estadual Marcos Caldas (PRB), como um dos cobradores de Fábio Brasil, o Blog do Neto Ferreira revela o nome de outra importante figura do meio judiciário que emprestou mais de R$ 100 mil reais para o empresário que foi executado em Teresina, no Piauí.

Trata-se do juiz Sidarta Gautama, titular 1ª Vara da Comarca de Caxias, suspeito de compactuar com a prática de agiotagem.

De acordo com informações obtidas pelo blog, o nome do magistrado aparece na lista das mais de 60 pessoas que haviam emprestado dinheiro.Só para o juiz, Fábio Brasil devia cerca de R$ 110 mil reais.
Foi da forte aproximação com Gláucio Alencar, entre outros, que fez Sidarta Gautama ser denunciado e, consecutivamente ser investigado pelo corregedor-geral de Justiça, desembargador Cleones Cunha.

Mesmo alegando não ter envolvimento com os participantes da trama que vitimou o jornalista Décio Sá, o titular da Comarca de Caxias tem o nome citado em inúmeros depoimentos que estão com a comissão de delegados da Seic.

Em nota, ele chegou a negar que exista menção de seu nome no inquérito que apurou o caso. Mas, há menções, inclusive da viuva de Fábio Brasil, Patrícia Aranha, detalhando os valores de débitos contraídos pelo falecido.

Além disso, Sidarta aparece em diálogos de escutas telefônicas com autorização judicial, se queixando de uma dívida de Eduardo. (Blog do Neto Ferreira).

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