domingo, 17 de fevereiro de 2013

ENERGIA ELÉTRICA: A DO MARANHÃO É A 2ª MAIS CARA DO PAÍS

Usuários do segmento residencial no estado só pagam menos em relação ao Acre.
O Estado do Maranhão

Apesar da redução de 18% nas contas de energia, a Companhia Energética do Maranhão (Cemar) apresenta, entre as 64 concessionárias no país, a segunda mais cara tarifa de energia para a classe residencial, no valor de R$ 0,36610 o kWh. Perde apenas para a Companhia de Eletricidade do Acre (Eletroacre), que cobra R$ 0,37060 o kWh, segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).
Antes da Revisão Tarifária Extraordinária (RTE) homologada pela Aneel, no dia 24 do mês passado, o valor da tarifa de consumo residencial cobrada pela Cemar era de R$ 0,44649 o kWh. A nova tarifa reduzida de R$ 0,36610 o kWh tem vigência até 27 de agosto deste ano, quando ocorrerá reajuste tarifário anual autorizado pela Aneel.
Concessionária - De acordo com a Aneel, a RTE estabeleceu reduções que variam de 18% a 25%, dependendo da concessionária e conforme estabelecido pela Lei Nº 12.783/2013. Os valores não incluem tributos e outros elementos que fazem parte da conta de energia, como o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) e a Taxa de Iluminação Pública. 
As três concessionárias com as tarifas mais baratas do país são a Companhia de Eletricidade do Amapá (CEA), com R$ 0,197 kWh (reais por quilowatt-hora), Companhia Jaguari de Energia (CPFL Jaguari), com R$ 0,208 kWh, e a Eletropaulo Metropolitana Eletricidade de São Paulo S/A (Eletropaulo), R$ 0,238 kWh. 
A Aneel realiza o processo de reajuste tarifário anual ou de revisão tarifária periódica, conforme previsto em contrato de concessão e diferenciado para cada concessionária. Na data do aniversário do contrato de concessão, os índices aprovados pela agência devem incidir sobre as tarifas reduzidas e apresentadas na lista.
A tarifa de energia elétrica deve garantir o fornecimento de energia com qualidade e assegurar aos prestadores dos serviços receitas suficientes para cobrir custos operacionais eficientes e remunerar investimentos necessários para expandir a capacidade e garantir o atendimento.

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