É difícil de acreditar, mas uma sobrevivente de estupro de 15 anos de idade, nas Maldivas, foi sentenciada a 100 chicotadas em público! Vamos dar um fim a essa loucura e atingir o governo no seu ponto mais sensível: a indústria do turismo.
O padrasto da garota é acusado de matar o bebê que ela trazia em seu ventre. Agora, um tribunal afirmou que ela deve ser açoitada por "fazer sexo fora do casamento" com outro homem que nem mesmo foi identificado!
A República das Maldivas (em maldívio Divehi Rajjeyge Jumhuria) é um pequeno país insular situado no Oceano Índico ao sudoeste do Sri Lanka e da Índia, ao sul do continente asiático, constituido por 1.196 ilhas, das quais 203 são habitadas.
O
presidente das Maldivas, Waheed Hassan, já está sentindo a pressão de
todos os cantos do mundo, mas podemos forçá-lo a salvar essa garota e
mudar essa lei para poupar outras vítimas de um destino cruel. É
assim que poderemos acabar com a Guerra contra as Mulheres: nos
mobilizando todas as vezes em que algo revoltante assim acontecer.
O turismo é uma grande fonte de renda para a elite das Maldivas, incluindo ministros do governo. Vamos construir uma petição com milhões de assinaturas para o presidente Waheed essa semana, e então ameaçar a reputação das ilhas Maldivas por meio de anúncios publicitários em revistas de viagens e em websites, até que ele dê um passo adiante para salvar essa garota e abolir essa lei revoltante.
O turismo é uma grande fonte de renda para a elite das Maldivas, incluindo ministros do governo. Vamos construir uma petição com milhões de assinaturas para o presidente Waheed essa semana, e então ameaçar a reputação das ilhas Maldivas por meio de anúncios publicitários em revistas de viagens e em websites, até que ele dê um passo adiante para salvar essa garota e abolir essa lei revoltante.
As Maldivas são um paraíso para os turistas. Mas não é sempre assim para as mulheres de lá.
Existem países com interpretações ainda mais duras da sharia, a lei
islâmica, mas nas Maldivas as mulheres de todas as idades podem ser
açoitadas em público se forem condenadas por sexo fora do casamento ou
adultério. A "fornicação" antes do casamento é ilegal, mas apesar de
sempre envolver um homem e uma mulher, 90% dos que são punidos são
mulheres! E, ao mesmo tempo em que estatísticas vertiginosas afirmam que
1 a cada 3 mulheres entre 15 e 49 anos já sofreram agressões físicas ou
abuso sexual, nenhum estuprador foi condenado nos últimos três anos.
Vencer essa batalha pode ajudar as mulheres em todos os lugares do mundo, pois o governo das Maldivas está, nesse exato momento, concorrendo a um cargo de direitos humanos na ONU em uma plataforma sobre os direitos das mulheres! As Maldivas estão no caminho para construir a democracia e querem ser um 'modelo de democracia islâmica'. O presidente já pediu ao Procurador-Geral para apelar da sentença no caso da jovem de 15 anos. Mas isso não é suficiente. Os extremistas do país forçarão o presidente a abandonar outras reformas se a atenção da comunidade internacional se dissipar. Vamos dizer às Maldivas que o país está prestes a perder a reputação de destino turístico romântico, a menos que tomem medidas rápidas para assegurar os direitos humanos universais e os direitos das mulheres.
Se uma quantidade suficiente de nós levantarmos nossas vozes, poderemos fazer com que o presidente Waheed e seus parlamentares se oponham aos extremistas. O presidente já tem sofrido pressão por medidas concretas em torno dessa história vergonhosa e trágica -- vamos aproveitar esse momento para prevenir mais injustiças contra as jovens garotas e mulheres.
Vencer essa batalha pode ajudar as mulheres em todos os lugares do mundo, pois o governo das Maldivas está, nesse exato momento, concorrendo a um cargo de direitos humanos na ONU em uma plataforma sobre os direitos das mulheres! As Maldivas estão no caminho para construir a democracia e querem ser um 'modelo de democracia islâmica'. O presidente já pediu ao Procurador-Geral para apelar da sentença no caso da jovem de 15 anos. Mas isso não é suficiente. Os extremistas do país forçarão o presidente a abandonar outras reformas se a atenção da comunidade internacional se dissipar. Vamos dizer às Maldivas que o país está prestes a perder a reputação de destino turístico romântico, a menos que tomem medidas rápidas para assegurar os direitos humanos universais e os direitos das mulheres.
Se uma quantidade suficiente de nós levantarmos nossas vozes, poderemos fazer com que o presidente Waheed e seus parlamentares se oponham aos extremistas. O presidente já tem sofrido pressão por medidas concretas em torno dessa história vergonhosa e trágica -- vamos aproveitar esse momento para prevenir mais injustiças contra as jovens garotas e mulheres.
Assine a petição e, em seguida, envie esse email
para todos:
Com esperança e determinação,
Jeremy, Mary, Alex, Nick, Ricken, Laura, Michelle e toda a equipe da Avaaz.
Jeremy, Mary, Alex, Nick, Ricken, Laura, Michelle e toda a equipe da Avaaz.
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que se mobiliza para garantir que os valores e visões da sociedade
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