terça-feira, 14 de maio de 2013

29 ANOS DE CADEIA PARA ÚLTIMO ENVOLVIDO NO ASSASSINATO DO DELEGADO STÊNIO MENDONÇA

Máximo Moura

Foi submetido a júri popular, nesta terça-feira (14), Máximo Moura Lima, o último pronunciado a ir a júri pela participação no assassinato do delegado de Polícia Civil Stênio Mendonça, no mês de maio de 1997, na Avenida Litorânea, em São Luís. Máximo, seria proprietário e motorista de um dos veículos utilizados pelos executores do delegado.
O julgamento foi realizado durante toda a manhã no 2° Tribunal do Júri no Fórum desembargador Sarney Costa. A sentença foi presidida pelo juiz Gilberto de Moura Lima e na acusação do promotor de Justiça Rodolfo Soares Reis.

Máximo Moura que deveria sentar no banco dos réus não compareceu a sessão. E mesmo assim, foi condenado há 29 anos e nove meses em regime fechado no Complexo Penitenciário de Pedrinhas. 

Relembre o caso

Delegado Stênio Mendonça
As investigações apontaram que o carro utilizado na trama para assassinar o delegado Stênio Mendonça pertencia a Máximo Moura que, acompanhado de Claudenil de Jesus Silva, o Japonês, fez o monitoramento e apoio aos executores. Claudenil já foi julgado e condenado pela participação no crime.
Segundo o relatório dos autos, o crime foi cometido pode uma organização criminosa responsável pelo roubos de cargas no Maranhão, e que estava sendo investigado por Stênio Mendoça.

Máximo Moura deveria ter sido julgado em agosto do ano passado, mas em virtude de uma licença média do promotor que atuaria no júri a sessão foi adiada. O novo julgamento, marcado para o dia 25 de março de 2013, foi novamente adiado e dessa vez porque o advogado do réu alegou que não teve tempo de analisar o processo. (O Imparcial)

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