quarta-feira, 7 de agosto de 2013

TRAMAS EM SÃO LUÍS: BAIRRISMO POLÍTICO PODE DEIXAR REPRESENTANTE DE IMPERATRIZ FORA DA LISTA TRÍPLICE DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA

A publicação de Marco D’Eça sobre os candidatos a desembargador do TJ, na vaga destinada a integrantes da OAB, através do Quinto Constitucional, revela, com todas as letras, que a cúpula do poder político imperante, que ainda influencia as decisões do próprio Tribunal de Justiça do Maranhão, não tem verdadeira deferência política ao segundo maior colégio eleitoral do Estado, quando tenta alijar o Procurador Geral do Município de Imperatriz, o advogado Gilson Ramalho de Lima, da lista tríplice, cassando a possibilidade da nomeação do primeiro desembargador, militante da advocacia, oriundo da Região Tocantina.


Pelo andar da carruagem, o Tribunal de Justiça do Maranhão, na sessão administrativa desta quarta-feira, 7 de agosto de 2013, seguindo orientação palaciana, maneja a formação da lista tríplice, que será enviada a governadora Roseana Sarney, sem o nome de Gilson Ramalho, para abrir caminho a nomeação do corretor de imóveis Ricardo Duailibe.

A estratégia é simplória e velha conhecida da corte, e consiste em colocar na tríplice um candidato predileto e dois candidatos politicamente indigestos. Duailibe seria o nome de preferência de Roseana Sarney, e José Cláudio Pavão Santana e Daniel Leite os indesejados. Os demais candidatos, por representar, de alguma forma, ameaça a pretensão governista, ficam fora da lista.

Ocorre, que desta feita, há um componente político-eleitoral que alvoroçou os articulistas de plantão, a presença do até então ilustre desconhecido advogado Gilson Ramalho, um jovem advogado de 44 anos de idade, bem sucedido, e Procurador Geral de segundo maior município do Maranhão, que tem como prefeito, Sebastião Madeira, que atulmentetem se aproximado do governo.

Para não causar constrangimento a Roseana, o alto clero do TJ, trabalha contra Ramalho, para que ele não faça parte da relação de nomes de advogados dentre os quais a governadora Roseana terá que nomear para desembargador do TJ, pelo menos é o que se pôde extrair do blog oficial.
Será sempre assim, meu caro Marco D'Eça, o que é bom para Imperatriz não é bom para São Luís?

É por isso que enquanto vida eu tiver, vou continuar defendendo a nossa separação, vocês lá nesse velho Maranhão de tramoias e nós aqui com um novo estado, o Maranhão do Sul. Vamos lá minha gente, vamos nos livrar dessa elite miserável da capital! (fonte; Robert Lobato)

Um comentário:

Francysco Bharão disse...

Realmente jamais haverá qualquer tipo de desenvolvimento com envolvimento, enquanto dois fatos não ocorrerem no Maranhão. Derrubada completa da Dinastia operante ou divisão do estado. Mas para que isto viesse realmente a ser uma realidade, 90% do eleitorado que está dentro dos limites do Maranhão do Sul só votaria nos pré candidatos que estivessem de acordo com a separação. A meu ver, embora isto ainda seja quase uma utopia, a segunda opção é a mais viável, pois o Clã dominante ainda continuaria a dar as cartas dentro de território menor, mas ainda importante à sua continuidade.
Não vejo nenhum mal em se agradar o governante principal, desde que ele saiba ser grato democraticamente falando com todo seu estado. Mas o se vê é que aí, isto jamais aconteceu ou acontecerá.