domingo, 1 de setembro de 2013

ROBERTO ROCHA DIZ QUE ESTÁ CONFIANTE NA UNIÃO DAS OPOSIÇÕES EM 2014

" ...reafirmar o nosso compromisso com o processo de mudança do nosso estado, com a coerência, firmeza de posição e lealdade, marcas que têm marcado a nossa trajetória política, que já vem de longe", disse o vice-prefeito de São Luís.


968923_578390945515142_482078956_nO vice-prefeito de São Luís e dirigente do PSB, Roberto Rocha, admite que pretende ser candidato a senador e diz que a união das oposições é o principal desafio, mas que está trabalhando com esse objetivo. “Essa é a principal equação, o principal desafio. Mas estou muito confiante”, afirma.

Sobre a candidatura a senador, Roberto Rocha destaca o resultado das pesquisas. “Serei candidato porque entendo que reúno as condições políticas, eleitorais e estruturais. Para isso tenho partido, aliados, disposição, garra e, principalmente, a boa vontade do povo maranhense. Sou candidato de um “pacto de gerações” e de um sentimento de mudança que contagia o Maranhão. É neste contexto que serei candidato a senador”, explica.

 O dirigente do PSB maranhense trata também sobre a caravana Diálogos pelo Maranhão, cujo pré-candidato a governador é o presidente da Embratur, Flávio Dino (PCdoB).

 “Dialogar significa conversar, falar. Diálogos pelo Maranhão, portanto, é um movimento político que deve buscar discutir o Maranhão com os maranhenses. Discutir não apenas os problemas, mas, principalmente, as propostas de soluções. É nesse sentido que temos andado pelo estado”, conta.

A seguir a entrevista.

Jornal Pequeno – Como analisa a realização da caravana Diálogos pelo Maranhão, com a participação do ex-deputado federal Flávio Dino?

Roberto Rocha – Dialogar significa conversar, falar. Diálogos pelo Maranhão, portanto, é um movimento político que deve busca discutir o Maranhão com os maranhenses. Discutir não apenas os problemas, mas, principalmente, as propostas de soluções. É nesse sentido que temos andado pelo estado.
JP – O senhor tem participado e em quais locais já esteve?

RR – Claro! Já estive em Imperatriz, Açailândia, Itinga, Caxias, Matões, São Domingos, Tuntum, Pres. Dutra, Chapadinha, Vargem Grande etc.

JP – Quando o PSB define como se darão as coligações do partido?

RR – No momento das convenções partidárias, em junho de 2014.

JP – Como tem sido o desempenho como vice-prefeito?

RR – Discreto, como deve ser todo vice. Colaborando, quando sou convidado a fazê-lo.

JP – O senhor será candidato a senador em qual situação?

RR – Serei candidato porque entendo que reúno as condições políticas, eleitorais e estruturais. Para isso tenho partido, aliados, disposição, garra e, principalmente, a boa vontade do povo maranhense. Sou candidato de um “pacto de gerações” e de um sentimento de mudança que contagia o Maranhão. É neste contexto que serei candidato a senador.

JP – Como avalia o resultado da pesquisa que o coloca na frente na corrida para o Senado, juntamente com o ex-governador Zé Reinaldo, todos da oposição?

RR – Recebi o resultado com serenidade, certo de que representa uma foto sociopolítica de um momento. Estou acompanhando as pesquisas para ver não apenas a foto, mas o filme, e nele ver o mais importante, que não é a intenção de votos, mas a rejeição. E, graças a Deus, entre todos os possíveis candidatos, o que tem a menor rejeição sou eu.

JP – Existe chance de finalmente a oposição sair unida?

RR – Essa é a principal equação, o principal desafio. Mas estou muito confiante.
JP – Como avalia a pré-candidatura a presidente do Brasil do governador de Pernambuco, Eduardo Campos?

RR – Eduardo será o “novo” nestas eleições. Político jovem e habilidoso, governador mais bem avaliado do país. Tem a linguagem, o sotaque do nordestino. Ainda é, entre todos, o que tem o menor grau de conhecimento, o que é um bom problema. Eu não tenho dúvida, a medida que os brasileiros conhecerem o Eduardo Campos, como os Pernambucanos conhecem, ele crescerá muito no conceito do povo.
JP – Fale, por favor, do Encontro Regional do PSB que ocorrerá em São Luís?

RR – Acontecerá em setembro, inclusive com a presença do presidente nacional do partido, governador Eduardo Campos. O PSB vive um bom momento, no Brasil e no Maranhão. E este encontro será importante para a unidade e afirmação partidária.

JP – Quais lideranças locais e nacionais estarão aqui?

RR – Estaduais, creio que todas. E, nacional, como falei, vem a principal estrela do partido, Eduardo Campos.

JP – A viagem a Cuba teve qual objetivo?

RR – Foi uma missão do Consórcio Intermunicipal de Produção e Abastecimento (Cinpra). O principal objetivo foi conhecer de perto as técnicas de produção na pequena propriedade, em áreas urbanas, especialmente frutas e hortaliças. É inaceitável que nossa capital, e o nosso estado, importem mais de 90% do que consome. Isso é um desaforo!

Estamos criando o programa “Mais Produção”. Temos várias frentes. Por exemplo, nesta última sexta estivemos reunidos em Barreirinhas com prefeitos e secretários de agricultura de mais de dez municípios daquela região para criar o corredor de produção entre Bacabeira e Barreirinhas.

É importante destacar a parceria do Cinpra com a Emprapa em todas essas frentes. O programa “Mais Produção” tem o foco no desenvolvimento de cinco atividades: 1 – Hortaliças; 2 – Mandioca; 3 – Frutas; 4 – Arroz; 5 – Pequenos Animais.

JP – Algum outro ponto a acrescentar?

RR – Só agradecer a oportunidade e reafirmar o nosso compromisso com o processo de mudança do nosso estado, com a coerência, firmeza de posição e lealdade, marcas que têm marcado a nossa trajetória política, que já vem de longe.

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