terça-feira, 17 de dezembro de 2013

UNIDADE MÓVEL DE PREVENÇÃO E TRATAMENTO DO CÂNCER COMEÇA ATENDIMENTO PELO BAIRRO VILA NOVA EM IMPERATRIZ



Finalizadas exigências legais, SEMUS esclarece que os ajustes para funcionamento dos equipamentos estão sendo concluídos


Após os ajustes técnicos, o atendimento na unidade móvel de prevenção e tratamento do câncer será oficialmente iniciado nesta terça-feira (17) em Imperatriz. De acordo com a coordenadora da Unidade Móvel Oncológica, Vilenice Batista, o motivo da demora no atendimento foi ocasionado pela necessidade de ligação de energia elétrica específica para o funcionamento dos aparelhos da unidade, que está sendo finalizada. “Trata-se de uma ligação trifásica, que já foi solicitada e está sendo efetuada pela empresa responsável”. 


A primeira região de Imperatriz beneficiada com o atendimento da nova unidade móvel é a grande Vila Nova. O veiculo é equipado para a realização de exames preventivos de quatro tipos de câncer: colo do útero, mama, próstata e pele. 


Os Agentes Comunitários de Saúde (ACS) já fizeram cadastro dos moradores do bairro e regiões circunvizinhas, para que eles possam ser atendidos. O ‘ônibus-hospital’ já se encontra em frente ao Centro de Saúde Clésio Fonseca, por tempo indeterminado até atender à demanda cadastrada com realização de exames de Papa Nicolau (PCCU), Próstata (PSA) e biopsia de pele. 


A coordenadora ressalta que na manhã de ontem já foram realizados os primeiros atendimentos. “Já atendemos aqui algumas pessoas, mas para melhorar a qualidade desse atendimento ainda estamos dependendo da ligação de energia, que já está sendo providenciada pela Companhia Energética, de acordo com solicitação feita e que será concluída até o final do dia”, informa Vilenice, ressaltando que colocar o ônibus em funcionamento requer uma logística bem complexa, tendo em vista que é necessária além de materiais, uma ligação provisória trifásica.


Exigências legais para inicio do atendimento - Conceição Madeira, secretária municipal de saúde, explicou à reportagem que o tempo de espera para iniciar o atendimento, também se deve pela exigência do contrato que deveria ser assinado pelo Hospital do Câncer de Barretos. Trata-se de um protocolo exigido pela Fundação Pio XII (Hospital do Câncer de Barretos), que regulamenta a realização dos exames de mamografias a serem realizados no ônibus que vai percorrer todos os bairros da cidade, incluindo zona urbana e zona rural.


“Para iniciar os trabalhos dependemos da autorização do Ministério da Saúde e da Fundação Pio XII, pois os custos destes serviços serão pagos pelo MS via fundação. Não poderíamos iniciar sem esta autorização, e sem os sistemas devidamente instalados aqui, para que as mamografias possam ser cadastradas e enviadas ao Hospital – que vai analisar, e emitir os laudos”, afirma a secretária. Ela explicou também que era necessário aguardar os computadores que foram formatados para instalar o programa com os protocolos dos exames.(Ascom).

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