quinta-feira, 1 de outubro de 2015

POLICIAL QUE MATOU CINEGRAFISTA VOLTA PARA PRISÃO

Além de estar sendo acusado de ameaçar testemunhas, Jean Claude dos Reis Apinagé não se encontrava no endereço dado à Justiça. 

Atendendo um pedido do Ministério Público, foi preso nesta quarta-feira,30, por ordem do juiz Adolfo Pires da Fonseca, que responde pela 1 vara criminal de Imperatriz,o policial Militar Jean Claude dos Reis Apinagé.  Ele é acusado de ter assassinado o cinegrafista José de Ribamar Carvalho Filho no dia 29 de novembro de 2014.

Jean chegou a ser preso em 1º de dezembro do ano passado sendo recambiado para o quartel da PM de São Luís, mas foi solto por ordem da  juíza Ana Lucrécia Reis no dia (7/04/2015), causando grande revolta em Imperatriz, dentro da classe dos comunicadores, familiares e amigos da vítima,o cinegrafista Carvalho, que consideravam equivocada a decisão da juíza,já que solto, o policial poderia de alguma forma obstruir o trabalho da justiça, ameaçando testemunhas ou mesmo cometendo outros crimes contra a vida humana.

O cinegrafista José Ribamar Carvalho Filho, de 48 anos, foi assassinado com cinco tiros na noite de 29 de novembro de 2014, em um bar da rua Monte Castelo, na cidade de Imperatriz. O suspeito, ainda, efetuou vários disparos contra a casa dos pais da vítima, a cerca de 100 metros do local do assassinato.

E foi exatamente parte disso que aconteceu,o que levou o juiz Adolfo Pires a mandar que o comandante da PM de Imperatriz recolhesse o policial Jean Claude a um dos xadreses do 3 BPM onde vai aguardar o desenrolar do processo que responde por três crimes em apenas um dia, uma tentativa de morte e dois assassinatos.


Entenda o caso


O cinegrafista José Ribamar Carvalho Filho, de 48 anos, foi assassinado com cinco tiros na noite de 29 de novembro de 2014, em um bar da rua Monte Castelo, na cidade de Imperatriz. O suspeito, ainda, efetuou vários disparos contra a casa dos pais da vítima, a cerca de 100 metros do local do assassinato.

A primeira hipótese da polícia foi a de tentativa de assalto, mas, durante as investigações, essa possibilidade foi descartada. Em depoimento, o policial Jean dos Reis Apinajé afirmou que não se lembrava de nada, mas admitiu ter usado drogas na noite do crime. 

Carvalho desempenhava a função de produtor e coordenador de TV e também trabalhava como cinegrfista. Além da morte do cinegrafista, o policial foi acusado pelo então delegado regional, Assis Ramos, de ter matado um homem no bairro Bacuri, horas após o assassinato do cinegrafista.

Um comentário:

Jozivan Junior disse...

Poiser esse vagabundo tem q fica preso mesmo 😢 O Carvalho era meu tio