quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Vereador defende rompimento de contrato do município de Imperatriz com a Caema

Vereador Rildo Amaral
O Presidente da Comissão de Saúde da Câmara de Vereadores de Imperatriz, Rildo de Oliveira Amaral (PDT), defendeu ontem que “os poderes Legislativo e Executivo estudem meios para que seja rompido o contrato firmado com a Companhia de Saneamento Ambiental do Maranhão (Caema) em Imperatriz”.

“Essa é a única empresa que explora o sistema de abastecimento de água e esgoto de Imperatriz, a maior cidade do interior do Maranhão”, observa o vereador, que critica a má prestação de serviços oferecida à comunidade. “Essa empresa leva de Imperatriz entre um e dois milhões de reais mensalmente, deixando apenas trinta ou cinquenta mil reais para execução dos serviços de manutenção da rede de esgoto de nossa cidade”, relata.

Rildo Amaral afirma que grande parte da população não dispõe de água potável, principalmente nos bairros que ficam distante do centro. “E quando tem água potável é somente durante um curto período; a Caema não pode alegar falta de água, pois temos aqui o rio Tocantins”, questionou.

Ele ressaltou que pretende discutir o tema no sentido de exigir a extinção do contrato com a Caema, no município de Imperatriz. “Nós também observamos que a Vila Davi é carente de abastecimento de água, pois não conheço vida sem água. Temos outros bairros com problema de abastecimento de água, devido ao grande crescimento habitacional de Imperatriz”, disse.

Para ele, a Caema não disponibiliza uma solução – sequer a curto prazo – à população dos bairros atingidos com o problema da falta de abastecimento de água. “Nós temos feito várias cobranças, mas quase nenhuma solução dos problemas do povo”, afirma.

Rildo Amaral classifica como “uma das pragas deixadas pelo ex-prefeito Davi Alves Silva (in memória) ter celebrado um contrato de 50 anos com a Companhia de Saneamento Ambiental do Maranhão”. “A Caema não está cumprindo esse contrato e não consegue alcançar o crescimento de Imperatriz, fato que requer o rompimento desse contrato, e se discuta na Justiça a possibilidade de ampliá-lo ou de se fazer novas considerações, inclusive com aditivos que venham a beneficiar a comunidade”, finalizou. (Colaborou Antônio Silva)

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