sexta-feira, 25 de julho de 2014

JUSTIÇA CONDENA NOVAMENTE JORNAL DOS SARNEY POR AGRESSÕES CONTRA FLÁVIO DINO

Useiro e vezeiro em atacar adversários com mentiras e calúnias, o jornal O Estado do Maranhão, porta voz do grupo Sarney, foi mais uma vez condenado pela Justiça Eleitoral a conceder direito de resposta, em 48 horas, ao candidato ao governo pela coligação “Todos pelo Maranhão” para que ele se defenda de falsas acusações plantadas no matutino sobre um vídeo em que o senador Eduardo Suplicy recomenda aos eleitores maranhenses votarem em Flávio Dino para governador e Márcio Jardim para deputado federal.     

No dia 17 de julho o jornal O Estado do Maranhão publicou em manchete: “Suplicy declara apoio a Lobão e desmonta farsa de Flávio Dino”, destacando que o vídeo apresentado na convenção da coligação “Todos pelo Maranhão” em que o senador paulista declarou apoio a Dino para governador e Márcio Jardim para deputado federal seria falsa, uma montagem para enganar a população.

Ao analisar a reportagem do jornal da família Sarney, o juiz federal Ricardo Felipe Rodrigues Macieira, além de conceder o direito de resposta e condenar a empresa responsável pela publicação multa diária de R$ 10 mil, em caso de descumprimento, observou que a matéria é desprovida da veracidade.

“A reportagem não demonstra e nem explica a falsidade do vídeo, disponível página do Yutube, hospedado na rede mundial de computadores (internet); ao contrário, o simples acesso a gravação, ainda possível, permite seja ela considerada verdadeira, na medida que além das palavras endereçadas ao candidato Flávio Dino, o senador Eduardo Suplicy, no mesmo espaço, pede apoio à candidatura de um deputado federal pelo Partido dos Trabalhadores, cujo registro foi comprovado”.

O magistrado afirma ainda: “a reportagem se refere a fatos graves, não comprovados na notícia publicada, e se revela ofensiva à imagem do candidato Flávio Dino”. E para completar, o juiz Ricardo Felipe Rodrigues destacou: “o título não deixa dúvida quanto a intenção do réu jornal desgastar a imagem do candidato”. 

(Blog Jorge Vieira)

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