sexta-feira, 1 de março de 2013

VBL: OU MUDA A POSTURA OU SE MUDA DE IMPERATRIZ


Parece que agora não tem mais jeito. Ou a Viação Branca do Leste (VBL) muda de postura, para de ficar na defensiva e atende os reclamos de seus usuários e do município, ou vai perder a consessão das linhas que detém no transporte público de Imperatriz.

Ontem na conturbada audiência pública, o procurador-geral do Município, Gilson Ramalho, explicou que o município abriu em dezembro passado procedimento administrativo para apurar a qualidade do serviço do transporte coletivo urbano em Imperatriz, principalmente o explorado pela empresa Viação Branca do Leste (VBL), que detém a maior concessão de linhas de ônibus coletivos.

Ele explicou que inicialmente o município concedeu prazo de 30 dias para regularizar o cumprimento de horários e itinerários, reclamado exaustivamente pelos usuários do transporte coletivo em Imperatriz. “Esse problema é de conhecimento público e notório”, afirma.
Gilson Ramalho ressalta ainda que determinou à Setran que realizasse vistoria em toda a frota de ônibus utilizada no transporte coletivo de passageiros, inclusive se deslocando in loco até a garagem da empresa VBL. O objetivo era verificar se os ônibus utilizados na operação estavam em condições disciplinadas no contrato.



A vistoria também era para verificar, segundo o procurador-geral do Município, condições de trabalho dos motoristas, cobradores e mecânicos. “Em janeiro, a empresa (VBL) enviou resposta ao município, fato que consideramos insuficientes e que nada responde, bem como não apresenta uma solução para os problemas apontados”, acrescenta.

O procurador-geral do Município diz que a direção da empresa VBL resistiu e não autorizou que os agentes da Setran realizassem a fiscalização na frota de ônibus, embora tenha sido oficiada por diversas vezes para que o procedimento fosse realizado para verificar a situação dos ônibus. “O município ingressou com medida judicial para obrigar a empresa a abrir a garagem e disponibilizar a frota para que a prefeitura possa realizar a vistoria nos ônibus urbanos”, afirma.

Ramalho observa que a direção da empresa simplesmente justificou que “falta mão de obra” qualificada; o crescimento disparado da cidade e o surgimento de novas ruas e bairros em Imperatriz. “O processo administrativo não cessou e continua vigorando”, afirma.

O procurador-geral do Município afirmou que o governo municipal não aceita o comportamento adotado pela empresa e continuará adotando todas as medidas administrativas. “Ao final do processo administrativo, o município poderá rescindir o contrato de concessão com essa empresa”, concluiu. [Da Comunicação].

Considerações do Blog sobre o Movimento "Fora VBL" e a audiencia pública de ontem:

A luta contra a má qualidade do Transporte público em Imperatriz não é de hoje. Remonta aos tempos da Plenária Urbana de Imperatriz (PLURI), uma união de várias entidades de Imperatriz que do final da década de 80 até 1993, realizou movimento nesse sentido, quando houve passeatas e até greve da então TCI. Mais na frente o PT assumiu o governo municipal e as entidades arriaram suas bandeiras.

Hoje vemos renascer outro movimento, através do que se denominou de "Fora VBL". É válida a iniciativa, embora talvez o nome do movimento se restrinja a uma ação direta contra a VBL, no que deveria ser mais abrangente propondo melhorias concretas no transporte público imperatrizense.

A Audiencia pública de ontem deu para se medir o grau de desorganização de todos os lados. Não se sabia ao certo quem eram os representantes, todos gritavam ao mesmo tempo e haviam figuras altamente irresponsáveis no meio - do tipo daqueles que querem é ver "o circo pegar fogo" - causando tumulto.   

Uma coisa os bravos organizadores do Movimento "Fora VBL" precisam fazer. Não deixar que figuras sem nenhuma representatividade, meros agitadores de toda confusão que tem na cidade, fiquem á frente do movimento. 

Ontem, por exemplo, um tal de "Júnior Doido"  e um outro da alcunha de "Capilé", estavam tumultuando a audiência. Esses dois não representam nada, não são nada, apenas buscam aparecer ás custas do movimento que é legítimo e formado na sua maioria por jovens bem intencionados...

Em relação aos vereadores, foi gritante o despreparo do vereador Antonio José (PMDB), que estava presidindo a sessão. 


E não me venham alegar falta de experiência, "ele é um novato", etc...Cadê a assessoria da casa que não o orientou? Ou ele se sentiu o "bam-bam" e resolveu dá uma de durão?



A falta de tolerância mesmo foi o mais visível por parte do vereador. Tal postura arrogante quase ocasiona um tumulto maior com reações que poderiam trazer prejuízos pelo menos materiais à Câmara. 



Já pensou se a garotada emocionada, ou mesmo os dois "porra-loucas" que eu citei resolvessem puxar um quebra-quebra? Uma audiencia pública deve ser a mais democrática possível, mesmo primando pela ordem e o regimento, não custa nada ser flexível, democrático...



Finalmente, cabe uma pergunta: onde estava o presidente da Câmara, Hamilton Miranda? Como líder maior deveria estar ali e na hora ajudar, orientar e se possível intervir para acalmar os ânimos...Teria o presidente preferido fugir do debate, dar uma de pilatos?



A nossa imprensa também falhou. Cadê a nossa gloriosa AIRT ou o Sindijori ? Deveriam estar lá representando a classe ou juntando-se ao movimento em prol da melhoria do transporte público.  Na hora que foi franqueda a palavra, quem se apresentou foi um colega de São Luís, não representava nenhum órgão de imprensa da cidade ou entidade. Apenas  aproveitou a ocasião para acirrar os ânimos, destilar seus rancores pessoais ou políticos contra o governo municipal.



Daqui a pouco o Movimento "Fora VBL" promete realizar uma manifestação que sairá do Terminal Urbano, localizado na Praça Tiradentes. vamos ver no que vai dar...
m entrevista, o procurador-geral Gilson Ramalho explicou que o município abriu em dezembro passado procedimento administrativo para apurar a qualidade do serviço do transporte coletivo urbano em Imperatriz, principalmente o explorado pela empresa Viação Branca do Leste (VBL), que detém a maior concessão de linhas de ônibus coletivos.
Ele explicou que inicialmente o município concedeu prazo de 30 dias para regularizar o cumprimento de horários e itinerários, reclamado exaustivamente pelos usuários do transporte coletivo em Imperatriz. “Esse problema é de conhecimento público e notório”, afirma.
Gilson Ramalho ressalta ainda que determinou à Setran que realizasse vistoria em toda a frota de ônibus utilizada no transporte coletivo de passageiros, inclusive se deslocando in loco até a garagem da empresa VBL. O objetivo era verificar se os ônibus utilizados na operação estavam em condições disciplinadas no contrato. - See more at: http://www.oprogressonet.com/noticiario/14641/cidade/2013/3/1/procurador-geral-diz-que-prefeitura-podera-rescindir-contrato-e-abrir-licitacao/#sthash.qAPKcpCu.dpuf
Em entrevista, o procurador-geral Gilson Ramalho explicou que o município abriu em dezembro passado procedimento administrativo para apurar a qualidade do serviço do transporte coletivo urbano em Imperatriz, principalmente o explorado pela empresa Viação Branca do Leste (VBL), que detém a maior concessão de linhas de ônibus coletivos.
Ele explicou que inicialmente o município concedeu prazo de 30 dias para regularizar o cumprimento de horários e itinerários, reclamado exaustivamente pelos usuários do transporte coletivo em Imperatriz. “Esse problema é de conhecimento público e notório”, afirma.
Gilson Ramalho ressalta ainda que determinou à Setran que realizasse vistoria em toda a frota de ônibus utilizada no transporte coletivo de passageiros, inclusive se deslocando in loco até a garagem da empresa VBL. O objetivo era verificar se os ônibus utilizados na operação estavam em condições disciplinadas no contrato. - See more at: http://www.oprogressonet.com/noticiario/14641/cidade/2013/3/1/procurador-geral-diz-que-prefeitura-podera-rescindir-contrato-e-abrir-licitacao/#sthash.qAPKcpCu.dpuf
O secretário municipal de Trânsito e Transportes (Setran), José Ribamar Alves Soares, o cabo J. Ribamar; o procurador-geral do Município, Gilson Ramalho, e o ouvidor-geral, Joel Gomes Costa, participaram nessa quinta-feira (28), no plenário da Câmara de Vereadores, da audiência pública que debateu sobre a qualidade do transporte coletivo em Imperatriz.
Em entrevista, o procurador-geral Gilson Ramalho explicou que o município abriu em dezembro passado procedimento administrativo para apurar a qualidade do serviço do transporte coletivo urbano em Imperatriz, principalmente o explorado pela empresa Viação Branca do Leste (VBL), que detém a maior concessão de linhas de ônibus coletivos.
Ele explicou que inicialmente o município concedeu prazo de 30 dias para regularizar o cumprimento de horários e itinerários, reclamado exaustivamente pelos usuários do transporte coletivo em Imperatriz. “Esse problema é de conhecimento público e notório”, afirma.
Gilson Ramalho ressalta ainda que determinou à Setran que realizasse vistoria em toda a frota de ônibus utilizada no transporte coletivo de passageiros, inclusive se deslocando in loco até a garagem da empresa VBL. O objetivo era verificar se os ônibus utilizados na operação estavam em condições disciplinadas no contrato.
A vistoria também era para verificar, segundo o procurador-geral do Município, condições de trabalho dos motoristas, cobradores e mecânicos. “Em janeiro, a empresa (VBL) enviou resposta ao município, fato que consideramos insuficientes e que nada responde, bem como não apresenta uma solução para os problemas apontados”, acrescenta.
Ramalho observa que a direção da empresa simplesmente justificou que “falta mão de obra” qualificada; o crescimento disparado da cidade e o surgimento de novas ruas e bairros em Imperatriz. “O processo administrativo não cessou e continua vigorando”, afirma.
Resistência
O procurador-geral do Município diz que a direção da empresa VBL resistiu e não autorizou que os agentes da Setran realizassem a fiscalização na frota de ônibus, embora tenha sido oficiada por diversas vezes para que o procedimento fosse realizado para verificar a situação dos ônibus. “O município ingressou com medida judicial para obrigar a empresa a abrir a garagem e disponibilizar a frota para que a prefeitura possa realizar a vistoria nos ônibus urbanos”, afirma.
Prefeitura exige melhoria do transporte coletivo
Gilson Ramalho argumenta que o município busca no processo administrativo “a melhoria da qualidade do serviço urbano de transporte coletivo de passageiros em Imperatriz”. Porém, se a empresa VBL não cumprir o que determina o contrato, não restará outra alternativa para o município, senão após dados e prazos dados para a empresa se defender, rescindir o contrato e abrir licitação para outra empresa explorar o serviço.
“A população não aceita mais e não espera por muito mais tempo para que seja dada uma solução para esse problema”, comentou ele, que observou o representante jurídico da empresa que tenta de toda forma desconstituir o documento recebido pela Prefeitura de Imperatriz. “Isso é um desrespeito e um descaso com o poder concedente”, completa.
O procurador-geral do Município afirmou que o município não aceita esse comportamento adotado pela empresa e continuará adotando todas as medidas administrativas. “Ao final do processo administrativo, o município poderá rescindir o contrato de concessão com essa empresa”, concluiu. [Da Comunicação]
- See more at: http://www.oprogressonet.com/noticiario/14641/cidade/2013/3/1/procurador-geral-diz-que-prefeitura-podera-rescindir-contrato-e-abrir-licitacao/#sthash.qAPKcpCu.dpuf
O secretário municipal de Trânsito e Transportes (Setran), José Ribamar Alves Soares, o cabo J. Ribamar; o procurador-geral do Município, Gilson Ramalho, e o ouvidor-geral, Joel Gomes Costa, participaram nessa quinta-feira (28), no plenário da Câmara de Vereadores, da audiência pública que debateu sobre a qualidade do transporte coletivo em Imperatriz.
Em entrevista, o procurador-geral Gilson Ramalho explicou que o município abriu em dezembro passado procedimento administrativo para apurar a qualidade do serviço do transporte coletivo urbano em Imperatriz, principalmente o explorado pela empresa Viação Branca do Leste (VBL), que detém a maior concessão de linhas de ônibus coletivos.
Ele explicou que inicialmente o município concedeu prazo de 30 dias para regularizar o cumprimento de horários e itinerários, reclamado exaustivamente pelos usuários do transporte coletivo em Imperatriz. “Esse problema é de conhecimento público e notório”, afirma.
Gilson Ramalho ressalta ainda que determinou à Setran que realizasse vistoria em toda a frota de ônibus utilizada no transporte coletivo de passageiros, inclusive se deslocando in loco até a garagem da empresa VBL. O objetivo era verificar se os ônibus utilizados na operação estavam em condições disciplinadas no contrato.
A vistoria também era para verificar, segundo o procurador-geral do Município, condições de trabalho dos motoristas, cobradores e mecânicos. “Em janeiro, a empresa (VBL) enviou resposta ao município, fato que consideramos insuficientes e que nada responde, bem como não apresenta uma solução para os problemas apontados”, acrescenta.
Ramalho observa que a direção da empresa simplesmente justificou que “falta mão de obra” qualificada; o crescimento disparado da cidade e o surgimento de novas ruas e bairros em Imperatriz. “O processo administrativo não cessou e continua vigorando”, afirma.
Resistência
O procurador-geral do Município diz que a direção da empresa VBL resistiu e não autorizou que os agentes da Setran realizassem a fiscalização na frota de ônibus, embora tenha sido oficiada por diversas vezes para que o procedimento fosse realizado para verificar a situação dos ônibus. “O município ingressou com medida judicial para obrigar a empresa a abrir a garagem e disponibilizar a frota para que a prefeitura possa realizar a vistoria nos ônibus urbanos”, afirma.
Prefeitura exige melhoria do transporte coletivo
Gilson Ramalho argumenta que o município busca no processo administrativo “a melhoria da qualidade do serviço urbano de transporte coletivo de passageiros em Imperatriz”. Porém, se a empresa VBL não cumprir o que determina o contrato, não restará outra alternativa para o município, senão após dados e prazos dados para a empresa se defender, rescindir o contrato e abrir licitação para outra empresa explorar o serviço.
“A população não aceita mais e não espera por muito mais tempo para que seja dada uma solução para esse problema”, comentou ele, que observou o representante jurídico da empresa que tenta de toda forma desconstituir o documento recebido pela Prefeitura de Imperatriz. “Isso é um desrespeito e um descaso com o poder concedente”, completa.
O procurador-geral do Município afirmou que o município não aceita esse comportamento adotado pela empresa e continuará adotando todas as medidas administrativas. “Ao final do processo administrativo, o município poderá rescindir o contrato de concessão com essa empresa”, concluiu. [Da Comunicação]
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O secretário municipal de Trânsito e Transportes (Setran), José Ribamar Alves Soares, o cabo J. Ribamar; o procurador-geral do Município, Gilson Ramalho, e o ouvidor-geral, Joel Gomes Costa, participaram nessa quinta-feira (28), no plenário da Câmara de Vereadores, da audiência pública que debateu sobre a qualidade do transporte coletivo em Imperatriz.
Em entrevista, o procurador-geral Gilson Ramalho explicou que o município abriu em dezembro passado procedimento administrativo para apurar a qualidade do serviço do transporte coletivo urbano em Imperatriz, principalmente o explorado pela empresa Viação Branca do Leste (VBL), que detém a maior concessão de linhas de ônibus coletivos.
Ele explicou que inicialmente o município concedeu prazo de 30 dias para regularizar o cumprimento de horários e itinerários, reclamado exaustivamente pelos usuários do transporte coletivo em Imperatriz. “Esse problema é de conhecimento público e notório”, afirma.
Gilson Ramalho ressalta ainda que determinou à Setran que realizasse vistoria em toda a frota de ônibus utilizada no transporte coletivo de passageiros, inclusive se deslocando in loco até a garagem da empresa VBL. O objetivo era verificar se os ônibus utilizados na operação estavam em condições disciplinadas no contrato.
A vistoria também era para verificar, segundo o procurador-geral do Município, condições de trabalho dos motoristas, cobradores e mecânicos. “Em janeiro, a empresa (VBL) enviou resposta ao município, fato que consideramos insuficientes e que nada responde, bem como não apresenta uma solução para os problemas apontados”, acrescenta.
Ramalho observa que a direção da empresa simplesmente justificou que “falta mão de obra” qualificada; o crescimento disparado da cidade e o surgimento de novas ruas e bairros em Imperatriz. “O processo administrativo não cessou e continua vigorando”, afirma.
Resistência
O procurador-geral do Município diz que a direção da empresa VBL resistiu e não autorizou que os agentes da Setran realizassem a fiscalização na frota de ônibus, embora tenha sido oficiada por diversas vezes para que o procedimento fosse realizado para verificar a situação dos ônibus. “O município ingressou com medida judicial para obrigar a empresa a abrir a garagem e disponibilizar a frota para que a prefeitura possa realizar a vistoria nos ônibus urbanos”, afirma.
Prefeitura exige melhoria do transporte coletivo
Gilson Ramalho argumenta que o município busca no processo administrativo “a melhoria da qualidade do serviço urbano de transporte coletivo de passageiros em Imperatriz”. Porém, se a empresa VBL não cumprir o que determina o contrato, não restará outra alternativa para o município, senão após dados e prazos dados para a empresa se defender, rescindir o contrato e abrir licitação para outra empresa explorar o serviço.
“A população não aceita mais e não espera por muito mais tempo para que seja dada uma solução para esse problema”, comentou ele, que observou o representante jurídico da empresa que tenta de toda forma desconstituir o documento recebido pela Prefeitura de Imperatriz. “Isso é um desrespeito e um descaso com o poder concedente”, completa.
O procurador-geral do Município afirmou que o município não aceita esse comportamento adotado pela empresa e continuará adotando todas as medidas administrativas. “Ao final do processo administrativo, o município poderá rescindir o contrato de concessão com essa empresa”, concluiu. [Da Comunicação]
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O secretário municipal de Trânsito e Transportes (Setran), José Ribamar Alves Soares, o cabo J. Ribamar; o procurador-geral do Município, Gilson Ramalho, e o ouvidor-geral, Joel Gomes Costa, participaram nessa quinta-feira (28), no plenário da Câmara de Vereadores, da audiência pública que debateu sobre a qualidade do transporte coletivo em Imperatriz.
Em entrevista, o procurador-geral Gilson Ramalho explicou que o município abriu em dezembro passado procedimento administrativo para apurar a qualidade do serviço do transporte coletivo urbano em Imperatriz, principalmente o explorado pela empresa Viação Branca do Leste (VBL), que detém a maior concessão de linhas de ônibus coletivos.
Ele explicou que inicialmente o município concedeu prazo de 30 dias para regularizar o cumprimento de horários e itinerários, reclamado exaustivamente pelos usuários do transporte coletivo em Imperatriz. “Esse problema é de conhecimento público e notório”, afirma.
Gilson Ramalho ressalta ainda que determinou à Setran que realizasse vistoria em toda a frota de ônibus utilizada no transporte coletivo de passageiros, inclusive se deslocando in loco até a garagem da empresa VBL. O objetivo era verificar se os ônibus utilizados na operação estavam em condições disciplinadas no contrato.
A vistoria também era para verificar, segundo o procurador-geral do Município, condições de trabalho dos motoristas, cobradores e mecânicos. “Em janeiro, a empresa (VBL) enviou resposta ao município, fato que consideramos insuficientes e que nada responde, bem como não apresenta uma solução para os problemas apontados”, acrescenta.
Ramalho observa que a direção da empresa simplesmente justificou que “falta mão de obra” qualificada; o crescimento disparado da cidade e o surgimento de novas ruas e bairros em Imperatriz. “O processo administrativo não cessou e continua vigorando”, afirma.
Resistência
O procurador-geral do Município diz que a direção da empresa VBL resistiu e não autorizou que os agentes da Setran realizassem a fiscalização na frota de ônibus, embora tenha sido oficiada por diversas vezes para que o procedimento fosse realizado para verificar a situação dos ônibus. “O município ingressou com medida judicial para obrigar a empresa a abrir a garagem e disponibilizar a frota para que a prefeitura possa realizar a vistoria nos ônibus urbanos”, afirma.
Prefeitura exige melhoria do transporte coletivo
Gilson Ramalho argumenta que o município busca no processo administrativo “a melhoria da qualidade do serviço urbano de transporte coletivo de passageiros em Imperatriz”. Porém, se a empresa VBL não cumprir o que determina o contrato, não restará outra alternativa para o município, senão após dados e prazos dados para a empresa se defender, rescindir o contrato e abrir licitação para outra empresa explorar o serviço.
“A população não aceita mais e não espera por muito mais tempo para que seja dada uma solução para esse problema”, comentou ele, que observou o representante jurídico da empresa que tenta de toda forma desconstituir o documento recebido pela Prefeitura de Imperatriz. “Isso é um desrespeito e um descaso com o poder concedente”, completa.
O procurador-geral do Município afirmou que o município não aceita esse comportamento adotado pela empresa e continuará adotando todas as medidas administrativas. “Ao final do processo administrativo, o município poderá rescindir o contrato de concessão com essa empresa”, concluiu. [Da Comunicação]
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O secretário municipal de Trânsito e Transportes (Setran), José Ribamar Alves Soares, o cabo J. Ribamar; o procurador-geral do Município, Gilson Ramalho, e o ouvidor-geral, Joel Gomes Costa, participaram nessa quinta-feira (28), no plenário da Câmara de Vereadores, da audiência pública que debateu sobre a qualidade do transporte coletivo em Imperatriz.
Em entrevista, o procurador-geral Gilson Ramalho explicou que o município abriu em dezembro passado procedimento administrativo para apurar a qualidade do serviço do transporte coletivo urbano em Imperatriz, principalmente o explorado pela empresa Viação Branca do Leste (VBL), que detém a maior concessão de linhas de ônibus coletivos.
Ele explicou que inicialmente o município concedeu prazo de 30 dias para regularizar o cumprimento de horários e itinerários, reclamado exaustivamente pelos usuários do transporte coletivo em Imperatriz. “Esse problema é de conhecimento público e notório”, afirma.
Gilson Ramalho ressalta ainda que determinou à Setran que realizasse vistoria em toda a frota de ônibus utilizada no transporte coletivo de passageiros, inclusive se deslocando in loco até a garagem da empresa VBL. O objetivo era verificar se os ônibus utilizados na operação estavam em condições disciplinadas no contrato.
A vistoria também era para verificar, segundo o procurador-geral do Município, condições de trabalho dos motoristas, cobradores e mecânicos. “Em janeiro, a empresa (VBL) enviou resposta ao município, fato que consideramos insuficientes e que nada responde, bem como não apresenta uma solução para os problemas apontados”, acrescenta.
Ramalho observa que a direção da empresa simplesmente justificou que “falta mão de obra” qualificada; o crescimento disparado da cidade e o surgimento de novas ruas e bairros em Imperatriz. “O processo administrativo não cessou e continua vigorando”, afirma.
Resistência
O procurador-geral do Município diz que a direção da empresa VBL resistiu e não autorizou que os agentes da Setran realizassem a fiscalização na frota de ônibus, embora tenha sido oficiada por diversas vezes para que o procedimento fosse realizado para verificar a situação dos ônibus. “O município ingressou com medida judicial para obrigar a empresa a abrir a garagem e disponibilizar a frota para que a prefeitura possa realizar a vistoria nos ônibus urbanos”, afirma.
Prefeitura exige melhoria do transporte coletivo
Gilson Ramalho argumenta que o município busca no processo administrativo “a melhoria da qualidade do serviço urbano de transporte coletivo de passageiros em Imperatriz”. Porém, se a empresa VBL não cumprir o que determina o contrato, não restará outra alternativa para o município, senão após dados e prazos dados para a empresa se defender, rescindir o contrato e abrir licitação para outra empresa explorar o serviço.
“A população não aceita mais e não espera por muito mais tempo para que seja dada uma solução para esse problema”, comentou ele, que observou o representante jurídico da empresa que tenta de toda forma desconstituir o documento recebido pela Prefeitura de Imperatriz. “Isso é um desrespeito e um descaso com o poder concedente”, completa.
O procurador-geral do Município afirmou que o município não aceita esse comportamento adotado pela empresa e continuará adotando todas as medidas administrativas. “Ao final do processo administrativo, o município poderá rescindir o contrato de concessão com essa empresa”, concluiu. [Da Comunicação]
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O secretário municipal de Trânsito e Transportes (Setran), José Ribamar Alves Soares, o cabo J. Ribamar; o procurador-geral do Município, Gilson Ramalho, e o ouvidor-geral, Joel Gomes Costa, participaram nessa quinta-feira (28), no plenário da Câmara de Vereadores, da audiência pública que debateu sobre a qualidade do transporte coletivo em Imperatriz.
Em entrevista, o procurador-geral Gilson Ramalho explicou que o município abriu em dezembro passado procedimento administrativo para apurar a qualidade do serviço do transporte coletivo urbano em Imperatriz, principalmente o explorado pela empresa Viação Branca do Leste (VBL), que detém a maior concessão de linhas de ônibus coletivos.
Ele explicou que inicialmente o município concedeu prazo de 30 dias para regularizar o cumprimento de horários e itinerários, reclamado exaustivamente pelos usuários do transporte coletivo em Imperatriz. “Esse problema é de conhecimento público e notório”, afirma.
Gilson Ramalho ressalta ainda que determinou à Setran que realizasse vistoria em toda a frota de ônibus utilizada no transporte coletivo de passageiros, inclusive se deslocando in loco até a garagem da empresa VBL. O objetivo era verificar se os ônibus utilizados na operação estavam em condições disciplinadas no contrato.
A vistoria também era para verificar, segundo o procurador-geral do Município, condições de trabalho dos motoristas, cobradores e mecânicos. “Em janeiro, a empresa (VBL) enviou resposta ao município, fato que consideramos insuficientes e que nada responde, bem como não apresenta uma solução para os problemas apontados”, acrescenta.
Ramalho observa que a direção da empresa simplesmente justificou que “falta mão de obra” qualificada; o crescimento disparado da cidade e o surgimento de novas ruas e bairros em Imperatriz. “O processo administrativo não cessou e continua vigorando”, afirma.
Resistência
O procurador-geral do Município diz que a direção da empresa VBL resistiu e não autorizou que os agentes da Setran realizassem a fiscalização na frota de ônibus, embora tenha sido oficiada por diversas vezes para que o procedimento fosse realizado para verificar a situação dos ônibus. “O município ingressou com medida judicial para obrigar a empresa a abrir a garagem e disponibilizar a frota para que a prefeitura possa realizar a vistoria nos ônibus urbanos”, afirma.
Prefeitura exige melhoria do transporte coletivo
Gilson Ramalho argumenta que o município busca no processo administrativo “a melhoria da qualidade do serviço urbano de transporte coletivo de passageiros em Imperatriz”. Porém, se a empresa VBL não cumprir o que determina o contrato, não restará outra alternativa para o município, senão após dados e prazos dados para a empresa se defender, rescindir o contrato e abrir licitação para outra empresa explorar o serviço.
“A população não aceita mais e não espera por muito mais tempo para que seja dada uma solução para esse problema”, comentou ele, que observou o representante jurídico da empresa que tenta de toda forma desconstituir o documento recebido pela Prefeitura de Imperatriz. “Isso é um desrespeito e um descaso com o poder concedente”, completa.
O procurador-geral do Município afirmou que o município não aceita esse comportamento adotado pela empresa e continuará adotando todas as medidas administrativas. “Ao final do processo administrativo, o município poderá rescindir o contrato de concessão com essa empresa”, concluiu. [Da Comunicação]
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Um comentário:

Anônimo disse...

Não vai mudar nada, Josué. Tanto legislativo quanto executivo assistem novela, mijam em penico e dão dinheiro pra mulher guardar...