sábado, 4 de maio de 2013

POLÍCIA DO TOCANTINS ATIRA PARA MATAR MARANHENSES

 A PM do Estado do Tocantins não está para brincadeiras, atira mesmo é para matar. Mas pode?

Um sinistro lamentável ocorrido dessa forma aconteceu ontem, na passagem da Ponte da Liberdade Dom Afonso Felipe Gregory, na divisa dos estados do Maranhão com o Tocantins, causando a  morte de Maria Célia, 46 anos, moradora de Imperatriz, no bairro habitar Brasil, ums dos periféricos da região conhecida como Grande Vitória. 

Ela estava com o esposo Jose Luis Gomes da Silva que também foi alvejado e se encontra internado em estado grave no Socorrão de Imperatriz.

Tudo aconteceu quando  o casal estava de moto se deslocando para Estado do Tocantins e ao aproximarem da barreira da Ponte Dom Afonso não obedeceu à ordem de parada,furando a barreira e seguindo sentido Grota do Meio onde residem familiares, a Policia do Maranhão comunicou via radio a PM do Tocantins. Ao aproximar da barreira no Estado do Tocantins  os policiais  de lá saíram em perseguição, quando -  segundo familiares de Maria Célia  - um policial do Tocantins até agora não identificado  teria efetuado um disparo que acertou nas costas de Maria Célia, a bala ultrapassou o corpo da mesma vindo acerta as costas do esposo. Os dois foram socorridos pelos policias e levados  para o Socorrão de Imperatriz,, sendo que  Maria Célia veio a óbito minutos depois, o esposo encontra-se  em estado grave numa das UTIs do hospital. 

Familiares do casal foram ate o Estado do Tocantins mais não conseguiram identificar o  PM que teria disparado contra o casal. A moto estava com documentação atrasada e ficou apreendida no Estado Tocantins.

Maria Célia era mãe de sete filhos, o velório esta acontecendo na Rua Leste Oeste Nº 3 Bairro Habitar Brasil. (Fonte e foto do Blog Notícia da Foto).

NOSSA OPINIÃO: CADEIA NO ATIRADOR!

Esse crime não pode ficar impune, pois a polícia, seja ela do Maranhão ou do Tocantins, não está autorizada a atirar para matar as pessoas. Não tem desculpas, pois não
não houve violência ou grave ameaça que justificasse a necessidade de abrir fogo contra o casal.

A polícia pode atirar para matar em dois casos: para se proteger ou proteger outra pessoa. Não se atira para matar apenas para proteger o patrimônio. Patrimônio repõem-se. A vida, não. Por isso a polícia não atira para matar quando visa apenas proteger o patrimônio. No caso do desrespeito à voz de prisão dada pelo policial, ele pode usar a força, mas não deve matar. Ele só vai atirar para matar se, ao desrespeitar a voz de prisão o bandido passa a colocar a vida do policial – ou de outra pessoa – em perigo.

Um comentário:

Oseias feitosa pereira disse...

O ESTADO DO TOCANTINS PRECISA SER PROCESSADO. ISSO FOI MACABRO!